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moey! o banco nada ver

moey!

Eu acredito mesmo que o futuro da gestão do dinheiro é esta: descomplicar e ensinar a poupar. O moey! é isso: o banco nada a ver. Ou tudo a ver com aquilo que eu disse.

E antes de lerem saibam que sim, este é um publipost, daqueles produtos que ainda bem que me pedem para falar sobre eles porque eu já era consumidora antes disso. Sou absolutamente fã do moey! e explico-vos porquê.

Começamos pelo processo. Eu sei que há que goste de ir ao banco (tenho a certeza que há, pelo menos a minha avó gostava) mas eu não gosto principalmente porque nunca dá jeito. Abrir uma conta em cinco minutos (de forma literal), tratando de todos os procedimentos por videochamada (ou chave móvel digital) não é uma cena futurista. Acontece mesmo e eu tratei de tudo com os miúdos ao pé, depois de os ir buscar à escola e mesmo antes de começarem a pedir o segundo lanche.

A abertura da conta não teve custos e o pedido do cartão também não. Em menos de cinco dias já estava nas minhas mãos.

Já vos disse a propósito de outros assuntos que o meu telemóvel é assim como a sequência do meu braço. Tem coisas chatas mas tem vantagens: está tudo ali.

Não é defeito, é feitio. São as contas da casa nova, as contas do supermercado, as despesas do Gonçalo em Londres, saber quanto gastei e quanto vou gastar.

No moey! tenho acesso a uma visão geral dos movimentos, identificados por categorias (o que é comida, roupa, electricidade).

Imaginem isto, podem adicionar fotos dos medicamentos ou da roupa que comprámos aos miúdos e mandar para o pai ou às avós para elas participarem. Ou aquela prenda de aniversário, o moey! divida e indica a cada elemento do grupo quanto deve (e relembra se ainda não pagou). Dá para mandar entregar um moey! à Catarina de 20 anos e seus jantares da faculdade?

Mas se organização é bom, aprender a poupar é ainda melhor. Este é um dos meus grande objectivos como mãe, não escondo que herdado do meu pai. Lembro-me das folhas muito organizadas com aquilo que queria poupar e o ponto de situação de cada conta.

Podemos fazer isto tudo numa aplicação: definir os objectivos e gerir os goals.

Para a Catarina free-lancer tem ainda a vantagem de poder ir pondo logo dinheiro de parte em diferentes cofres virtuais ou “goal” como dia o moey! (assim como o meu pai fazia com envelopes) para o IVA e para a segurança do social dos trimestres seguintes. Defino o valor e depois crio uma transferência automática todos meses. Aquela coisa do grão a grão enche a galinha o papo.

E se querem ir guardando para uma viagem sem pensar muito nisso, ponham o moey! a arredondar as compras para um dos goal.

Pronto, e se depois perceberem que um dos filhos precisa de sapatos novos e não estava previsto, podem movimentar de qualquer um dos goals. Ninguém disse que ter filhos era fácil (mas gerir o dinheiro pode ser).

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