o meu diário

Ser Feliz todos os Dias. O meu pai.

Ser feliz todos os dias

Penso sempre que gostaria que as pessoas fossem gratas por aquilo que têm se passarem por dor tão grande que nos faz repensar tudo. Talvez tenha sido essa a principal motivação do livro Ser Feliz Todos os Dias. De certeza que foi essa aprendizagem que guardei para a vida.
 
Numa estranha ironia, os últimos anos de vida do meu pai foram os mais felizes da sua vida. O meu pai, esse doce trombudo, percebeu da pior forma possível que a vida pode acabar a qualquer momento. Numa estranha e doce ironia, o acontecimento mais triste da minha vida foi também aquele que me ensinou a ser feliz.

viver família

Motel: a minha aventura com o Pedro

Verdade. Eu e o Pedro já fomos a um motel, apesar do meu problema com os germes, que imagino a dançarem sempre discreta e subtilmente nestes – e em muitos outros – espaços. Esta ideia foi fruto de duas horas livres a meio de uma tarde, em que demos por nós, no carro, a pensar: “e agora?”. Arriscámos e, em 120 minutos, fomos ao Machu Picchu (há mais destinos, caso este não vos agrade) e ninguém nos viu. A entrada é discreta, os quartos são temáticos e é uma aventura que se recomenda para quem tem bebés e preciosas e raras horas longe deles.  Aconselho. Tanto que já temos cartão cliente.

viver família

Ainda a Supernanny Portugal. Ou as muitas supernannys em Portugal.

Supernanny portugal

Primero que tudo destaco uma vez mais que, apesar de não ter visto o programa, conheço o formato noutros países, vi pequenas partes deste episódio Supernanny Portugal, e detesto. Não acredito em nenhum destes formatos salvadores sem seguimento futuro (pensemos nos gordos que voltaram a ser gordos). Impressina-me pelo aproveitamento da fragilidade de quem participa, até a nível monetário (a mãe terá recebido um valor mínimo que para ela será um balúrdio porque precisa). Obviamente com a agravante que aqui existe a agravante de estar uma criança envolvida.  E também porque a forma de educar não é aquela em que acredito.

Por mim acabem com o programa. E juntem outros pelo caminho.

A questão é que perante uma forma de educar aparecem logo centenas de críticas de mães e pais irrepreensíveis.

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Supernanny da SIC e um mea culpa

Supernanny‬

Primeiro que tudo saibam que não vi o programa Supernanny‬.

Porque – actualmente – quase não vejo televisão – já tenho ecrans suficientes na minha vida e quando tenho tempo prefiro estar deitada a adiantar trabalho. Porque já conheço o formato porque vi episódios de outros países e não gosto. Na versão britânica sempre achei aquilo muito encenado, ao ponto de questionar a veracidade da coisa.

Não concordo com as bases da educação que, no geral, e segundo o que li, ali são dadas, apesar de reconhecer que algumas dicas poderão funcionar. Há casos e casos. Mas não acredito que poderíamos solucionar questões tão profundas de uma dinâmica familiar com uma intervenção pontual.

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