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Da cabeça aos pés!

Cien, Quero todos os produtos, desde a cara até aos pés

Quando damos de caras com uma marca que se adequa a nós (pela qualidade, resultados e preço), pensamos: “quem me dera que houvesse um produto assim para cada parte do corpo”. Neste caso dei de caras e dou a cara.
Gosto muito de experimentar produtos novos mas adoro saber que quando vou despachar as compras de casa – viram o vídeo? – posso trazer o “kit corpo inteiro”. É poupar tempo e dinheiro.

Relações

O surpreendente acontece sempre no inesperado

surpreendente acontece sempre no inesperado

E não digam que a vida não tem coisas impressionantes. O surpreendente acontece sempre no inesperado. Há quatro anos passei a manhã a chorar. Estava cansada e tinha metido um IPhone novo num balde de água (se fosse hoje com o meu @huaweimobilept nada disto tinha acontecido). Até falando de peso, entre lágrimas e fome, há quatro anos enfiada no sofá nunca tinha pesado tão pouco.

Maternidade

Mães super mulheres. “O sentido crítico é importante para um menino que cresce na era da desinformação, das fake news e dos populismos”

Rita Guerra. "O sentido crítico é mais importante do que nunca para um menino que cresce na na era da desinformação, das fake news e dos populismos"

Hoje temos mais uma mãe super mulher. Nesta conversa com a Rita Guerra
— que vale a pena ler do início ao fim — tocamos num assunto crucial: o futuro incerto que aguarda as próximas gerações, que é a dos nossos filhos, um futuro que vai sofrer as consequências deste presente, em que abundam a desinformação e as fake news.

Maternidade

Um elogio às mulheres que não querem ser mães.

mulheres que não querem ser mães

No domingo, dia da mãe, escrevi aquilo que sinto às mulheres que não conseguem ser mães. Nisto de ser mulher e mãe há outros pontos que são fundamentais (e escreverei sobre todos). Hoje quero deixar um elogio às mulheres que não querem ser mães.
Há condições sobre as quais podemos dizer o que pensamos mas não aquilo que sentimos. Eu sou mãe. É essa a minha condição.

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Venha o bom tempo! Venham os piqueniques!

piqueniques

Vamos lá a saber quem mais é fã de piqueniques? Para mim é um conceito perfeito. Reparem: não gosto de comer à mesa, estou ao ar livre, permite que cada pessoa leve uma coisa que adora e partilhamos, a comida de piquenique é sempre deliciosa porque permite petiscar, há sempre lugar para mais um amigo.
Já escrevi várias vezes que adoro atum em (também já expliquei as mil e uma coisas boas que há numa lata de atum).

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O que é que nunca falta cá em casa?

Amor, carinho e boa disposição, óbvio. Mas não só. Neste vídeo mostro-vos a espécie de cabaz de comida, aquele que juntamos no supermercado — Lidl, claro — e que alimenta esta família de cinco pessoas, tendo em conta os seus gostos, especificidades e, claro, necessidades. Vai ser tipo irem às compras comigo!
Por exemplo: Gonçalo não come carne há dois anos, ao contrário do Pedro e do Afonso que são verdadeiros carnívoros.

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Aceitar o corpo que tenho significa dar-lhe mimo

aceitar o corpo

Leram o que escrevi ontem no instagram? Aceitação não é comermos todas as porcarias do mundo. Aceitação não é resignação, desmazelamento ou negligência. Aceitação é termos consciência e respeito por aquilo que somos, o que implica cuidados e carinhos com o corpo. Aceitar o corpo que tenho significa dar-lhe mimo.
Já escrevi sobre isto várias vezes e já estive dos dois lados.

Maternidade

Eu dou beijos na boca aos meus filhos!

Eu dou beijos na boca aos meus filhos

Eu dou beijos na boca aos meus filhos! Calma. Não concluam nada antes de lerem este post até ao fim.
Sempre fui radicalmente beijos na boca aos filhos. E, para todos os efeitos continuo a ser. Isso porque “beijo na boca”, dito assim, desta forma, é coisa do “bate pé” e de namorados. Mas pensemos nos países em que um beijo nos lábios é a forma de cumprimento.