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Ser Feliz todos os Dias. O meu pai.

Ser feliz todos os dias

Penso sempre que gostaria que as pessoas fossem gratas por aquilo que têm se passarem por dor tão grande que nos faz repensar tudo. Talvez tenha sido essa a principal motivação do livro Ser Feliz Todos os Dias. De certeza que foi essa aprendizagem que guardei para a vida.
 
Numa estranha ironia, os últimos anos de vida do meu pai foram os mais felizes da sua vida. O meu pai, esse doce trombudo, percebeu da pior forma possível que a vida pode acabar a qualquer momento. Numa estranha e doce ironia, o acontecimento mais triste da minha vida foi também aquele que me ensinou a ser feliz.

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Supernanny da SIC e um mea culpa

Supernanny‬

Primeiro que tudo saibam que não vi o programa Supernanny‬.

Porque – actualmente – quase não vejo televisão – já tenho ecrans suficientes na minha vida e quando tenho tempo prefiro estar deitada a adiantar trabalho. Porque já conheço o formato porque vi episódios de outros países e não gosto. Na versão britânica sempre achei aquilo muito encenado, ao ponto de questionar a veracidade da coisa.

Não concordo com as bases da educação que, no geral, e segundo o que li, ali são dadas, apesar de reconhecer que algumas dicas poderão funcionar. Há casos e casos. Mas não acredito que poderíamos solucionar questões tão profundas de uma dinâmica familiar com uma intervenção pontual.

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estava no segredo dos deuses mas agora já chega!

segredo dos deuses

Não me sinto escritora mas escrevo livros. São assim como um conjunto de apontamentos que quero partilhar com o mundo. Estava no segredo dos deuses e agora já chega! Aqui está ele. o meu livro novo.

“Ser Feliz Todos os Dias” é a partilha de uma decisão e do trabalho que tenho feito para ser coerente com ela. Não é fácil, não é todos os dias, mas é possível.

Ao longo deste livro vão poder encontrar os temas com os quais me debato nesta tentativa diária de ser feliz todos os dias.

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haters que me amam

haters

Já sei que devíamos dar pouco tempo de antena a estes temas. Mas há dias e dias e em alguns destes não conseguimos gerir da mesma forma. Isto é o meu diário por isso, enquanto estamos a dar os últimos ajustes à versão amarela, aqui fica o meu desabafo.

Há um blog de dizer mal. Não ponho o link porque tento não dar visitas mas, de vez em quando, recebo mensagens a dizer que desta vez a visada sou eu e não resisto. O formato do blog é com quem o escreve. Isto da internet é liberdade para o bem e para o mal (para dizer bem, para dizer mal, para fazer o bem e para coisas com que não concordamos). Não tenho nada contra o formato do blog, mesmo quando fala mal de mim. É uma consequência normal da exposição. E se for bem feita tem graça. Penso que a capacidade de escrita do autor do blog poderia ser usada de forma mais interessantes mas isso é com o anónimo em questão.

O melhor do tal blog são os comentários. Foi na caixa de comentários que encontrei o maravilhoso mundo dos haters que me amam. Ora vejamos, estes anónimos comentadores sabem tudo sobre a minha vida.

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