Relações

Homenagem às pessoas sem filhos que se apaixonaram por pessoas com filhos

homenagem pessoas sem filhos

Ter filhos é uma alteração enorme na vida de uma pessoa, é uma limitação. Entenda-se por limitação aquela coisa no coração que nos muda as prioridades. Assim como estar perdidamente apaixonado de forma permanente. Entenda-se por limitação toda a logística de ter um (os mais) filho. Aceitar alguém com filhos, sem os ter, significa aceitar todas estas limitações sem que isso esteja no sangue. No início quando a vontade é apenas esquecer que o mundo existe é viver a paixão, e ficar horas a olhar e a conhecer o outro, há uma limitação, há um mundo que não pode parar. Quem tem filhos sabe isso, quem não tem filhos aceita isso. Aceitar alguém com filhos significa acolher uma bagagem, um passado, que tem rosto, voz, birras, pai ou mãe. É uma bagagem visível e incontornável. Não ter filhos e ter uma relação com alguém que os tem é uma forma de amor especial. Porque, sejamos realistas, amar um filho que não é nosso, como se fosse, não é como nos filmes. Este post não tem carácter auto biográfico (surgiu numa conversa que tive ontem a propósito de uma história de amor). É apenas isso, uma homenagem.

Comentários (49)

  • E acredita que por muito que se ame, há quem não aguente. Sei de um caso próximo que o amor não aguentou 🙂 e não foi por filhos, mas sim porque a pessoa em questão tinha gatos.

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  • Não tenho filhos, mas sem dúvida que isso é um acto de amor 🙂 é aceitar o outro com tudo aquilo que ele tem!

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  • É muito mais difícil aceitar que o outro não pode ir jantar fora ou não pode ir ao cinema espontaneamente porque tem filhos… ou passar uma manhã inteira na cama ou tantas outras coisas. É muito mais fácil encontrar alguém que também tenha filhos. Por outro lado também é difícil gerir "os filhos de uns e os filhos dos outros". É preciso gostar muito e acima de tudo querer muito que tudo funcione.

    http://osmeusosteusosnossos.blogs.sapo.pt/

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  • Esta é uma linda homenagem! Eu vivo uma linda história de AMOR com o Homem mais maravilhoso do mundo, que me aceitou na Sua vida com uma filha de 2 Anos (e leia-se que na altura, não tinha um feitio nada fácil). A nossa História já faz 10 anos e vamos a caminho do 2º filho em comum!!! A minha filha nunca foi um impedimento para o nosso Amor porque o meu Amor tem um coração do tamanho do MUNDO!!!

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  • Eu não diria melhor!
    Pela parte que me toca, enquanto "pessoa sem filhos que se apaixonou por uma pessoa com filhos":
    Obrigada Catarina,
    é uma bonita homenagem 🙂

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  • Eu com 21 anos, apaixonei-me pelo "meu" Pê, com 20 anos, mas já com um filho de dois anos na altura. Passados três (quase quase quatro) anos, estamos mais felizes que nunca. Engoli e continuo a engolir muitos sapos, mas faz parte. É saber aceitar que filho é filho, ponto final.

    Beijinhos*

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  • Eu tenho o exemplo em casa. Sou mãe solteira de uma menina, hoje com 7 anos, e conheci um homem como nenhum outro, uma pessoa que mudou a minha perspectiva, a visão do meu ser. Nunca escondi nada do que era e aceitou-me com todos os defeitos e qualidades que tenho. Estamos juntos faz agora 3 anos e tanto eu como a minha filhota passámos a ser as suas princesas e já temos uma terceira a caminho 🙂

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  • Eu tendo uma filha, apaixonei-me por um homem sem filhos e fui abençoadamente correspondida…hoje temos mais um filho, de ambos e somos muito felizes! 😉
    O Amor precisa ser muito, muito forte, pois quando assim é move montanhas!! 😉

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  • A minha experiência é com filhos já adultos e, ao contrário do que se possa pensar, não fica mais fácil.
    No entanto, a escolha de um caminho a dois não é mais do que aceitarmos o que o outro é por inteiro, por isso se amo, se cuido, se construo lado a lado, aceito e aprendo, muito.
    Obrigada Catarina!

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  • Eu faço parte da estatística de uma mãe com uma bebé (fiquei assim, só com ela, ainda grávida), agora tem 3 anos, e as dualidades do que é ter alguém na nossa vida e a forma como esse alguém encara a nossa situação.

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    • És a Brown Eyes que conheci há uns largos anos no blog justme-cutepoeticgirl? Saudades de falar contigo!

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  • Olá 🙂
    Tenho lido o blog em silêncio…
    Hoje tive que comentar porque senti muito este post.
    Sou casada com uma pessoa que tinha um filho pequeno quando nos conhecemos e, felizmente, correu tudo bem. Estamos juntos há muitos anos (13) e deste amor nasceu o nosso filho em conjunto que hoje tem 7 anos e que se dá muito bem com o irmão (da parte do pai).
    Até breve.

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  • Quanto mais o meu filho cresce, mais difícil me parece que isso venha acontecer comigo. É que deve ser muito mais fácil um homem encontrar empatia com uma criança pequena, do que com um rapaz adolescente. E ainda me faltam uns anos de adolescência pela frente…

    Mas é bonita, e completamente justa, a homenagem.

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  • Toma lá um abracinho [só] por estas palavras

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  • Eu casei-me há dois meses com o meu namorado que já tinha um filho com 8 anos. Infelizmente, o meu (agora) marido tem de trabalhar fora, e eu muitas vezes fico com o pequenino para ele não sentir tanto a ausência do pai e para ajudar a equilibrar a família. Agora decidimos que chegou a nossa altura de ter o nosso filho. Acredito que é uma bonita história de união. Fico contente por ter retratado este exemplo no blog, não é fácil, mas é bonito quando resulta, correr bem. Já agora muitos parabéns pelo blog, estou "viciada". Andreia

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  • Minha querida Catarina, já conheces um pouco da minha história (Vanessa e António), e no teu post revi muito daquilo que não se consegue muitas vezes colocar em palavras. De todos os comentários deixados, ainda existe uma minoria ou seja mulher sem filhos que se apaixonou por um homem com dois filhos. É um amor próprio e muito especial muito dificil de caracterizar e muito pouco referenciado e descrito de uma forma tão doce como fizeste. Obrigada pela homenagem, a minha história é feliz!

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  • Sempre fui das que disse, "nunca irei estar com alguém que tenha filhos", pela boca morre o peixe.

    Há uns anos apaixonei-me por alguém com um filho e quando nos apaixonamos o ter um filho não é um impedimento, pelo contrário foi uma mais valia. Não temos o caminho facilitado porque existe uma mãe, que muitas vezes não quer que exista outra presença feminina na vida do filho, mas foi uma experiência maravilhosa.

    A nossa relação teve um fim, mas ainda hoje me lembro muitas vezes do filho dele e sonho com ele, felizmente mantive alguns contactos e sei que ele está bem, provavelmente não se lembrará de mim, pois era pequenino. Mas guardarei sempre no meu coração aquele pequeno amor que foi tão grande.

    Nada impede o amor, quando é verdadeiro <3

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    • Por momentos, pensei estar a ler a minha própria história. Curioso como, sendo cada um de nós únicos, nunca somos os únicos… Obrigada.

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  • É a minha realidade, não tenho filhos, mas tenho uma linda história de amor com um homem que tem um filho e que eu trato como filho do coração ! É uma linda homenagem, parabéns.

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  • Aplausos. Um bem haja a quem reconhece o valos às madrastas e padrastos. <3

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  • <3

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  • Também sou uma princesa. Porque ele me disse que sim e eu acreditei. Como acreditei que os meus três filhos seriam os príncipes dele. Sabe, ele, o meu amor, que não vamos ter filhos comuns e que, a não ser que me deixe, não terá filhos biológicos. Aceitou-o com alguma tristeza (é difícil aceitar que não haverá ninguém com o nome e o sangue dele, no futuro), mas com a certeza de que ser pai (e filho) é só uma questão de amor. Os nossos dias não são todos perfeitos, longe disso. Como não seriam numa família dita convencional. Mas são cheios de amor e de aceitação. Uns pelos outros, uns nos outros. Beijinhos!

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  • Cá em casa vieram dois apêndices. Mais tarde tive um meu. É dificil aceitar, mas aceita-se. Por amor.

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  • O amor aos filhos dos outros somos nós que decidimos dar… Até porque não é a nossa cara metade filho de alguém também?
    Amar alguém que já tem um filho será assim tão complicado? E os casais que decidem adotar? Não estão eles a dar amor a filhos que, por acaso, são de outros?
    Tenho um caso próximo de um casal com um filho só dela, cujo amor, carinho e sustento da criança é maioritariamente dado pelo "padrasto", uma vez que o pai gosta de chutar para canto a responsabilidade…
    Não vejo questão, nem problema, nestes casos. Como já foi dito num dos comentários anteriores: "Nada impede o amor, quando é verdadeiro"…
    Bom fim de semana!

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  • Obrigada pela homenagem, senti que me era dirigida e isso teve um sabor especial. Parece que o valor vai sempre para quem é pai/mãe, enquanto quem acolhe os filhos dos outros é raramente reconhecido. A mim custou-me aceitar 2 adolescentes (ainda custa). É uma decisão pessoal, mas por muito que se pense no assunto só o dia a dia nos mostra o que realmente pode ser. É dificil, mas possivel, só por Amor.

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  • Finalmente!! Leio um post de alguém que menciona uma caso tão real nos dias de hoje e dá o seu devido valor.
    Leio este post com um brilho nos olhos e um sorriso nos lábios! Eu estou nesta posição, a pessoa com quem estou há dois anos trouxe-me duas princesas que adoro incondicionalmente. Leio imensos blogues mas ainda não encontrei nenhum que fale apenas e só de uma BOADRASTA 🙂 Não tenho filhos "meus" e trato as Princesas como se fossem minhas. Há um Mãe (que felizmente é impecável), faço questão que as miudas nunca se esqueçam que Pai e Mãe há so um e que eu sou a Amiga Grande que elas têm.
    Por vezes não é facil mas compensa e muito.

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  • cada vez acontece mais mas nem por isso se torna 'visível', 'falado'. Já dei por mim a procurar coisas para ler sobre o quão delicado e complexo pode ser encontrar o nosso papel nestas famílias. Que bom ver alguém 'de fora' a reconhecer, a dar valor… 🙂

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  • Apaixonei-me por ele já com uma criança. O relacionamento com a mãe estaria mais do que resolvido, eu não era a namorada seguinte ao casamento e tudo deveria estar tranquilo … até à altura de ir buscar/ pôr a criança porque não me era ‘permitido’ estar na mesma rua e era deixada no café mais próximo ou no meio da rua.

    Acho importante que se exponha o que cada um passa para não se achar que o amor vence tudo e que se engolem sapos. Nunca fui assistir a nada que envolva a criança, por vezes há torneios escolares, festas de aniversário onde nunca fui convidada, vai só o pai ( e muitas vezes a mãe, algo que não consigo perceber pois são coisas entre pai e filhos e a mãe não deveria participar ). Tenho muita dificuldade em me relacionar com a criança pois estou só 2 dias de 15 em 15 dias e ela tem muita dificuldade de comunicar e dá muito pouco espaço. É extremamente mimada pois a mãe queria à viva força ser mãe e resolveu engravidar para salvar o casamento que acabou 4 meses depois da criança nascer.

    Sou constantemente acusada de não me envolver mais com ela e sinceramente criei anticorpos, não em relação à criança, mas a tudo o que a rodeia. Deixei de pensar em ter filhos com o meu namorado e penso várias vezes em me separar pelas humilhações que fui passando. A verdade é que o amo e não sei o que fazer. Tenho uma visão mais cínica e acho que o amor só não basta. Mais díficil do que nos separarmos é amarmos alguém que nos coloca barreiras e caixas por relações mal resolvidas e porque, no fundo, tem problemas de consciência. Ele não vive sem mim mas destrata-me e eu permito porque o amo. 99% dos problemas do nosso relacionamento derivam de tudo o que envolve a criança e nunca há um entedimento do que eu me tenho que sujeitar sejam as birras, o querer dormir na cama com o pai porque foi criado esse hábito, o combinar coisas só com a criança sem me envolver mas querer que eu imponha a presença. Agradeço por este breve texto, infelizmente é curto para exprimir o que passam as ‘ madrastas / padrastos ‘ que na minha opinião têm a tarefa mais ingrata no meio de tudo.

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    • Olá Maria Catarina,

      Identifiquei-me imenso com o que escreveu. Gostava de comentar consigo em privado. Aqui está o meu e-mail: anajp2001@gmail.com

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      • Obrigada pela homenagem. De facto Amor não basta embora seja o pilar destas relações que se não forem bem cimentadadas com muita psicologia e quantas vezes mais paciência do que as relações “naturais”. São sobretudo relações que precisam de tempo…muito tempo para construir o que os ” pais naturais” têm logo desde a nascença. O sucesso varia da predisposição de cada familia para ser feliz juntinhos ” até que a morte nos separe”.
        Fica o pensamento:” Apesar dos nossos desentendimentos só espero que saibas que podes contar comigo quando precisares de um “aconchego” pois eu não vou a lado nenhum … Pois estarei sempre no teu coração assim como tu no meu”

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    • Como eu a comprrendo…

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    • Como eu a compreendo. ..

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    • Parabéns, Maria Catarina, por expor o lado menos cor de rosa das coisas. Estão sempre a querer impingir a imagem de perfeição e isso só serve para deitar abaixo quem vive a realidade.

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  • Seria tudo mais fácil se os ex maridos/ex mulheres deixassem de usar os filhos como arma de arremesso para prejudicar o casal.
    Vivo com o meu companheiro há 3 anos, apaixonamo-nos há 3 anos e ambos temos filhos de um casamento que não deu certo, a minha filha tem 5 e a filha dele tem 12.
    Estou com a menina aos fins de semana de quinze em quinze dias, e tenho a dizer que no fim de semana em que estamos todos é muito difícil e desgastante emocionalmente, pois a menina vem formatada para desestabilizar e provocar mau estar.Tem uma educação e valores completamente opostos a nós. Já tentei de tudo para ignorar certos comportamentos e provocações, mas a partir do momento em que desestabiliza a minha filha não consigo ignorar. Agora pergunto, se me divorciei, e uns dos motivos foi porque não queria que a minha filha crescesse num ambiente tenso com discusões e instabilidades emocionais, etc etc, será que é justo para a minha filha estar a viver este ambiente de quinze em quinze dias?
    É triste esta realidade mas não tive a sorte da Catarina nem de outros casais em que toda a dinâmica com os nossos filhos e filhos dos ex funciona sem pôr em causa a relação.
    Amo o meu companheiro mas tenho consciência que a nossa relação seria comprometida se a filha dele estivesse mais tempo connosco.

    Catarina , já sigo o seu blog há 6 anos e e tenho o seu primeiro livro!! É uma inspiração, PARABÉNS!!

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  • Eu tinha dois filhos e o meu marido não tinha nenhum. É um homem extraordinário que trata os meus filhos como se fossem dele. Hoje já temos uma filha juntos. Somos os 5 muito felizes e não existem diferenças entre os nossos filhos.

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  • Com 40 anos resolvi casar pela segunda vez, na altura com o meu filho já com 11 anos hoje o meu filho tem um segundo pai , maior parte das vezes o pai que ele não têm. O meu marido não tem filhos e também não vamos ter, mas graças a deus encontro em casa uma familia.
    Tentei varias vezes que o pai verdadeiro com a actual esposa fizessem parte da vida do meu filho infelizmente não foi possível…. agora já nem me chateio com isso o importante é a criança sentir que tem uma familia.
    Bjnhos

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  • Verdade…não sendo obviamente fácil, é possível, na medida em que amar não tem medida.
    Tive o privilégio de receber esta benção… Um amor que me aceitou com os meus dois filhos (5 anos e 1ano e meio)…ainda antes de poder viver o que quer que fosse, percebeu que o meu nome se pronunciava no plural, e que o nós não se referia a dois mas a quatro. Por tudo isto, e por sentir que os ama como se do seu sangue fossem, eu o amo…muito! E fruto deste amor, vem um acréscimo à palavra nós…
    Obrigada pela homenagem…

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  • 💚❤

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  • Sem dúvidas, o que dizes é uma grande verdade. Nem sempre é fácil, mas o amor, se for verdadeiro vence tudo. No meu caso, tenho 25 anos. Conheci uma mulher fantástica, pela qual me apaixonei. Devo dizer que temos uma pequena diferença de idades. Ela tem 42 anos, ou seja, quase 17 anos. Ela tem duas filhas. A mais nova tem 12 aninhos, a mais velhinha tem 16. Hoje já faz mais de dois anos que estamos juntos e AMO a vida que tenho. Eu e as minhas três princesas. E somos felizes assim os quatro 🙂

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  • Quando eu e o meu namorado nos apaixonámos, o filho dele ainda não tinha nascido. Ele e uma amiga “colorida” descobriram que ela estava grávida quando já tinham deixado de estar juntos dessa forma. Foi muito duro para ele e para ela, pois nunca formaram um casal. Ela quis ter o bebé e o meu namorado apoiou-a em tudo. Quando o conheci, o bebé ainda não tinha nascido. Foi uma altura muito complicada e penso que nos unimos mais por isso.
    Ele foi sempre o mais sincero comigo e talvez tenha sido o carácter dele que me fez ainda gostar mais da pessoa que ele é.
    Assumimos a nossa relação uns meses depois do bebé ter nascido. Tivemos sempre o apoio da minha família (foram espectaculares, tenho a maior sorte do mundo) e da família dele. A mãe do bebé fez questão de me conhecer e hoje damo-nos bem. Ela sabe que estou aqui para tudo, assim como o meu namorado. Sem dúvida alguma que também tive muita sorte com ela. Nem toda a gente age da forma que ela sempre agiu comigo e admiro-a bastante por isso e muito mais.
    Não sou mãe e sei que é um amor que não se pode medir. Contudo, o que sinto pelo filho dele deve ser o mais perto de amor de mãe que pode existir. Amo o pai e amo o filho. Já não existem um sem o outro para mim. Sei que, acima de tudo, estará o filho dele – e eu sou a primeira pessoa a torcer para que assim seja.

    Esta não é uma história típica mas é a minha. Sinto-me sortuda, estou a assistir ao crescimento de um ser maravilhoso, traquinas e que me enche o coração de alegria e de amor.

    Obrigada pelo texto! Um grande beijinho

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  • É possivel se houver companheirismo amizade e muito amor. Quando conheci o meu atual marido o meu filho tinha 6 anos, o meu marido também tem um filho de outra relação que infelizmente não o vê muitas vezes,porque muitas pessoas adultas que se portam como crianças e não pensam nos filhos, estão sempre a arranjar confusões, nomeadamente a ex mulher do meu marido.Mesmo vivendo com essa tristeza ele tem sido um segundo pai para o meu nais velho, e o meu filho o respeita muito mesmo! Passados 3 anos tive o nosso filhote em comum, e somis uma verdadeura família, co os altos e baixos normais. Antes de cknhecer o meu marido,as relacoes que rentei ter nem passavam muito do primeiro encontro, seria muito dificil por na vida do meu filho um homem incapaz de pensar em nós 2 como parte da sua familia.

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  • Olá!
    É reconfortante saber que não estamos sozinhas.
    No meu caso, conheci o meu marido quando a ex dele estava grávida e nunca foi fácil. Primeiro porque nem ele sabia se era o pai da criança ou não é só a viemos a conhecer quando ela já tinha um ano. Ao início mesmo sem ter a certeza o meu marido acompanha a ex nas consultas e nas ecos e isso custava-me horrores porque a nossa relação ainda era muito fresca e a ex dele era (e continua a ser) uma peste! Não foi fácil para mim aceitar e não pela criança mas sim por saber que vinham aí muitas dores de cabeça pela frente devido à mãe da menina mas decidi assumir e aceitar. É tudo ficou mais fácil depois de ter sido mãe e de ver o amor que une a minha filha e a irmã. Hoje não nos imagino sem ela apesar de continuar a não ser fácil, ela é uma bênção na nossa vida e completa a nossa família. Acho injusta a palavra madrasta e padrasto pois o que somos é amor, tem de ser amor para aceitar e temos de ter amor para abraçar o que não é nosso.
    Obrigada Catarina, sem dúvida que o amor mesmo não vencendo tudo é sempre mais forte.

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  • Que perfeito!!!!

    Tenho apenas 20 anos e tenho um relacionamento com um rapaz 10 anos mais velho que eu e com (dois) filhos pequenos, confesso plenamente que não é nada facil lidar com a situação. Mas o amor é o que importa e quero que ele seja o pai do meu filho também (porque não??!! rsrs)

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  • Que perfeito!!!!

    Tenho apenas 20 anos e tenho um relacionamento com um rapaz 10 anos mais velho que eu e com (dois) filhos pequenos, confesso plenamente que não é nada facil lidar com a situação. Mas o amor é o que importa e quero que ele seja o pai do meu filho também (porque não??!! rsrs)

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  • Tenho uma menina de 4 estou separada quase há 2. É muito complicado ter alguém. Fico com medos , receios que acabam por estragar tudo. O tempo do casal não é igual e a rotina é rápida. Também admiro quem aceita e ama os filhos dos outros. Talvez um dia consiga ultrapassar e apareça alguém que me aceite e ame.

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  • Olá , tenho uma menina de 5 anos e o meu companheiro um filho de 9, estamos juntos há dois anos e pensamos em ter um bebé juntos.
    A nossa relação entre os 4 é boa , tensa por vezes mas faz parte, birras de irmãos mas super tranquilo e vejo que os meninos apoiam se entre si.
    Os fantasmas do passado aparecem as vezes, não vou negar e adorava que não existissem “EXS”,mas existem e temos de lidar com isso.
    O que mais me irrita é quando a mãe do filho do meu companheiro ou o meu ex marido refilam por eu ou ele estarmos no carro aquando da entrega das crianças. Mas nós vivemos a nossa vida não a condicionamos por meras implicâncias… Faço de conta que essa pessoa nem existe.
    Quando há AMOR e união superasse tudo…
    Bonito post

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  • […] 5. “Homenagem às pessoas sem filhos que se apaixonaram por pessoas com filhos“ […]

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  • […] E por falar sobre amar os filhos dos outros, fica aqui uma homenagem a quem, sem filhos, ama quem os tem. […]

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  • […] aqui fica a homenagem às pessoas sem filhos que casam com quem tem filhos e aceitam a bagagem nestas novas […]

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