Maternidade

4 jogos que podemos fazer com os miúdos enquanto estamos deitadas

jogos ideais

Choquem-se. Eu não gosto de brincar com os meus filhos. Demorei muito tempo a ser capaz de admiti-lo, mas é verdade e não há nada mais libertador do que sermos sinceros connosco mesmos. Adoro dar mimo, adoro ler para eles e sou excelente para arrumar — até porque não consigo lidar com a desarrumação. E adoro jogos (daqueles que são jogos ideais porque eu dou as indicações e eles fazem).

Ora, para pais que, como eu, não são dotados de paciência, fascinem-se como eu com este artigo que encontrei no “Cup of Jo“, onde ela dá quatro exemplos — hilariantes, mas provavelmente eficientes — de quatro brincadeiras para fazer com os miúdos, que não exigem muito de nós, tanto que nos possibilitam de nos mantermos na posição horizontal, leia-se, deitados. E, por vezes, em silêncio absoluto.

 

1. O que é que está no meu rabo?

Há jogos muito simples: ficamos deitados de barriga para baixo e os miúdos põem no nosso rabo diferentes objetos, que temos de tentar adivinhar quais são, ao estilo do jogo “Quem é Quem?”. É cor de rosa? Preto? É um animal? É um instrumento para a casa? Nada mais simples. Até somos capazes de nos divertir todos.

 

2. Médico examina um paciente que está tão mal que nem sequer se pode mexer ou falar

É deixá-los examinar-nos, mas com todo o cuidado do mundo, porque estamos muito mal. Tão mal que não convém sequer que falemos ou que nos mexamos muito. Mais um que entra no grupo dos jogos maravilha.

 

3. Aula de arte 

Pode aproveitar-se o contexto anterior para propor isto: desafiar os miúdos a desenharem uma mulher que está em repouso. Quanto mais ao pormenor for, melhor.

 

4. Treino do ninja

Objetivo: os miúdos têm de passar por nós de forma a que nós não consigamos notar que eles estão a andar. Se fizerem barulho, têm de começar tudo de novo. Grande desafio. Eles vão adorar. Nós também.

 

E, depois dos jogos ideais, como conseguir pô-los a arrumar a casa? Falo sobre isso aqui.

Comentários (3)

  • a honestidade por vezes não é bem aceite, mas eu cá acho que é um mal necessário. identifico-me portanto, achei as brincadeiras alternativas bem ao meu gosto 🙂

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  • Adorei a ideia!

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  • Sou Mãe de primeira viagem aos 39 anos… curiosa com tudo o que vai acontecer. Lendo os seus conselhos, desabafos, parece mais fácil. Obrigada Catarina.

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