Vida Saudável

Mindfulness. “O tempo é o novo luxo dos tempos modernos”

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Já aqui falei no blogue nesta difícil tarefa que é viver a vida mais devagar. A Francisca, do Fox & June (têm mesmo de visitar o site, que é óptimo) tem razão. O tempo é mesmo o novo luxo dos tempos modernos. É este motivo infeliz que leva a que o mindfulness ocupe um lugar cada vez mais importante. É sobre isto que falamos hoje, neste texto que não é meu, mas que quero que leiam, porque é maravilhoso e nos mostra o essencial que é pararmos de correr contra o tempo para sermos conscientes de tudo o que está à nossa volta, o que também ajuda nesta também difícil tarefa que é agradecer — e de que falo no livro “Ser Feliz Todos os Dias.”

 


Não sentem que andamos todos cada vez mais acelerados? Que as tecnologias, que vieram para nos facilitar a vida em muitos aspectos, só nos deixam mais atarefados? Que em vez de aproveitar o tempo que nos sobra, tentamos fazer o máximo de coisas?Para não ter a sensação de culpa por estar simplesmente meia hora sem fazer nada.

O tempo é o novo luxo dos tempos modernos.

Quando andamos a correr contra o tempo, ainda por cima sem a sensação de realização, é preciso saber ouvir a nossa intuição e parar. Corrigir a rota ou simplesmente começar do zero.

Quando decidi sair de um trabalho estável um dos meus objectivos era simplesmente este: ter tempo.

Desde que decidi “mudar de vida”, e apesar de muitas vezes ainda me sentir sem certezas, não houve um único momento em que me tivesse arrependido, porque senti que o mais precioso que tinha ganho era tempo. E isso, digam o que disserem, não tem preço.

Tempo para fazer o que gosto; tempo para explorar, descobrir, experimentar, sonhar; tempo para errar e voltar ao início; tempo para mim; tempo para a família e para os amigos; tempo para simplesmente viver – e não ter aquela sensação de olhar para as semanas a fugir entre os dedos e coisas a acumularem-se sem fim na lista de intenções. Isso, pelo menos neste momento da minha vida, já ninguém me tira, e sei que me trouxe muitas coisas positivas.

Acho que não foi por acaso que, no meio deste processo e nesta altura da minha vida, descobri o mindfulness. Já tinha ouvido falar bastante e até já tinha feito um curso de introdução à meditação budista, mas nunca tinha aprofundado muito mais sobre o tema. Esporadicamente meditava e usava algumas apps que me ajudavam (por exemplo, Headspace). Mas quando descobri este curso de oito semanas, baseado no MBSR (Mindful Based Stress Reduction), no Centro Upaya, fiquei mesmo entusiasmada. Duas horas e meia por semana, durante oito semanas, que me ajudaram muito e que me deram novas ferramentas, auto-conhecimento e, sobretudo, me trouxeram mais tranquilidade e bem-estar.

 

O QUE É O MINDFULNESS?

Algumas pessoas a quem falo disto ainda ficam a olhar para mim. “Mind-quê?” – “isso é alguma seita?”

Percebo que o termo possa não ser familiar, mas o Mindfulness (em português, qualquer coisa como ‘Atenção Plena’) mais não é do que a capacidade de nos focarmos no momento presente, observando os pensamentos, sem fazer qualquer julgamento.

Isto pode ser feito, por exemplo, através da simples observação da nossa respiração.

E EM QUE É QUE ISTO NOS PODE AJUDAR?

(…)

Leiam o resto do texto da Francisca no Fox & June.

E já que falamos em mindfulness, fica aqui a história do professor de yoga mais querido de Lisboa, o Pedro Barbosa que nos espera sempre de manhã no jardim da Estrela.

Comentários (2)

  • […] Já aqui falei no blogue nesta difícil tarefa que é viver a vida mais devagar. A Francisca, do Fox & June (têm mesmo de visitar o site, que é óptimo) tem razão. O tempo é mesmo o novo luxo dos tempos modernos. É este motivo infeliz que leva a que o mindfulness ocupe um lugar cada vez mais importante. É sobre isto que falamos hoje, neste texto que não é meu, mas que quero que leiam, porque é maravilhoso e nos mostra o essencial que é pararmos de correr contra o tempo para sermos conscientes de tudo o que … Ver artigo completo no Blog […]

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  • Isso é alguma seita? Ahahah!! Já me perguntaram o mesmo! 🙂

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