Maternidade

O lugar que a família ocupa – #AFAMILIAPRIMEIRO

O lugar que a família ocupa - #AFAMILIAPRIMEIRO

Conhecem o hastag #AFAMILIAPRIMEIRO?

O Afonso e o Gonçalo passam os dias na escola, enquanto Maria Luiza anda comigo para quase todo o lado. Depende dos dias, mas quando o Pedro está eu não estou e vice-versa. Às vezes o Pedro está fora. Eu trabalho muito a partir de casa, mas também entro e saio, entre reuniões e tarefas variadas. Parar e aproveitar (mas aproveitar a sério) momentos em família, entre a logística dos dias, escapa-nos muito facilmente.

Estamos todos, sem estar. É demasiado fácil que isso aconteça. Quantos de nós (mães e pais) vamos dormir e percebemos que não parámos. Mas todos os momentos em família são únicos e irrepetíveis, com pormenores que não têm fim.

Hoje é Dia da Família #AFAMILIAPRIMEIRO.

Sabem que não ligo a dias, mas é um primeiro passo para estabelecermos esse compromisso: 5 ou 10 minutos, meia hora ou três horas, vamos parar tudo o que estamos a fazer, vamos olhar uns para os outros e aproveitar a companhia de quem mais valorizamos na vida. A família primeiro.

Não tem de ser um momento perfeito, com mesas bem-postas e roupas bonitas. Porque quando se trata de estarmos com as nossas pessoas esse conceito não existe e essas exigências não têm lugar. Estar em família é sobre bom. Seja ao pequeno-almoço, ao almoço, antes ou depois da hora do caos ou depois do jantar, antes de dormir. Seja todos na cama ou à mesa a conversar, a ler uma história, no sofá a ver um filme ou no chão da sala entretidos com um jogo. Seja até a preparar a tal sandes de queijo.

Sigam a sugestão da Limiano: celebrem este dia com quem mais gostam! E partilhem com #AFAMILIAPRIMEIRO

Fico à espera das vossas partilhas no Instagram. Quem viu a Maria Luiza a deliciar-se com fatias de queijo, de boca aberta?

Comentários (2)

  • […] Estamos todos, sem estar. É demasiado fácil que isso aconteça. Quantos de nós (mães e pais) vamos dormir e percebemos que não parámos. … Ver artigo completo no Blog […]

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  • Acho que a Maria Luiza se deliciou incomparavelmente mais com as fatias de queijo ao fechar a boca do que com ela aberta.
    Pelo menos eu; queijo ou qualquer outro indelével prazer gastronómico, tenho sempre muita dificuldade em engolir de boca aberta.
    🙂

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