Dieta das Princesas

O que mudava no meu casamento?

Casamento civil

Fotografar vestida de noiva (viram o post?), num momento cheio de pormenores, levou à inevitável pergunta: preferias que o teu casamento, o dito casamento civil, tivesse sido assim? A resposta imediata é: não!

No entanto existem aqui alguns “mas”. Não queria o meu casamento diferente mas entendi o encanto de um vestido.

Não trocaria as minhas calças de ganga mas é de facto único. Senti a magia de preparares tudo para te reencontrares na cerimónia. Não trocaria a calma de ter estado sempre com o Pedro mas aquele suspense faz sentido.

Agora vem o único “mas” que faria mesmo diferente. Quando casas na conservatória, num casamento civil, estás dependente da sorte de te calhar alguém que diga algumas coisas mais ou menos bonitas. Mesmo com toda a sorte do mundo aquela pessoas conhece zero da tua vida para além dos nomes, moradas e questões jurídicas.

Já conhecia a figura do celebrador mas nunca tinha assistido a nenhum casamento e muito menos vivido a experiência.

A Your Wedding Celebrant falou connosco cerca de 50 minutos via Skype. Uma pequena parte daquilo que acontece com os noivos e noivas com quem trabalham.

Teres à tua frente alguém que quer tornar aquele momento único faz tudo o sentindo. Eu, que sou quase sempre uma durona que não chora, comovi-me. Bastante. As palavras certas, os rituais, o cuidado, fazem toda a diferença.

Se voltasse atrás mudaria apenas isso: queria um celebrante. O momento será sempre único mas merece isso.

 

Vejam tudo sobre o “nosso casamento” na página da The Wedding Wonderland. Serve para casamento civil, religioso, para todas as pessoas.

Comentários (6)

  • Ola!
    Acho que todas as mulheres no fundo pensam em um dia se casarem, com muito ou pouco glamour ou muitas ou poucas pessoas mas pensam e eu nunca tinha pensado realmente no casamento por civil que por norma vem primeiro certo?
    Este post fez-me pensar melhor sobre isso e conhecer « your wedding planer ».
    Beijinhos 😘

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  • Adorei conhecer a tua opinião acerca deste tema!!

    Novo post: https://abpmartinsdreamwithme.blogspot.pt/2018/02/dream-trip-ultimo-dia-em-roma-ootd-68.html

    Beijinhos ♥

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  • Nao,as pessoas quando dão entrada de um casamento na conservatoria é que decidem se querem um casamento civil ou catolico ou até mesmo religioso (desde que o ministro do culto da religiao pela qual pretendem casar esteja devidamente creditado pelas autoridades portuguesas. O que os nubentes têm que perceber é que se optam por um casamento civil há todo um normativo legal que é preciso seguir – nomeadamente noçao de casamento, explicação dos direitos e deveres conjugais e aceitaçao um do outro enquanto marido e mulher. Tudo o resto…ou seja a magia do que pode ser a cerimonia vai depender da imaginação dos noivos

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  • Seja…porque acrescentam momentos musicais, leituras especiais, discursos dos amigos…dos nubentes. Não há nenhum funcionário que se oponha a tal. E claro há sempre alguns funcionários da conservatória com a sensibilidade para acrescentarem algumas palavras extras a todo o “palavreado legal”. Mas acima de tudo, são os noivos que fazem a cerimónia. 🙂

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  • Poooooxa, Catarinaaaa!! Não acredito nisso! Queria renovar os votos com o meu marido agora só por causa dessa dica. Em 2015 fizemos a nossa festa de casamento e o meu problema quase até o fim era o de querer uma cerimônia mas já nos termos casado na conservatória, e não termos nenhuma religião para pedir que nos dissessem meia dúzia de coisas bonitas. Ali já faltando apenas dois meses um amigo querido se dispôs a vir do Brasil para celebrar o nosso casamento. Foi maravilhoso pq senti isso de ele nos conhecer e falar para nós, de verdade. Maaaassss, teria antes me poupado do stress na organização e convidado o rapaz apenas para testemunhar o nosso amor, sem mais aborrecimentos.
    Sabes que tenho raiva da tua barriga chapada pós maternidade (lol) mas gosto mto de vir aqui ler as coisinhas que escreves, né. Parece até que sabes o que eu sinto.

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  • […] E aqui fica uma imagem do casamento de verdade. De calças de ganga. Ao qual não mudava nada (quase nada e explico o que mudava neste post). […]

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