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Como escolhi as janelas: é simples mas exige perguntas!

como escolhi as janelas

Retomo a conversa da semana passada sobre a casa nova.  Hoje explico como escolhi as janelas.

Fui pedindo muitos contactos no Instagram e avisei que não iria partilhar todos porque fazer publicidade a algo que não conheço não faz sentido (imaginem que falava de uma empresa de construção que depois enganava alguém). Nesta aventura não há publicidade. Há algumas parcerias que pedi às marcas que contratei para que ficasse tudo registado. Eu e o Pedro queremos fazer um filme com a história da casa. As empresas e contactos que vos for deixando são as pessoas com quem estou mesmo a trabalhar (e a quem pago, caro leitor que achou que eu estava à espera de construir uma casa de borla. Era bom, era!). Estou cá para dizer bem e dizer o menos bom (espero que não seja necessário!). Assim quem estiver a pensar fazer o mesmo tem aqui um guia. Tipo, eu faço os (meus) Descobrimentos e vocês têm o caminho facilitado. Pronto, na verdade ninguém descobre nada (nem os portugueses descobriram o Brasil porque já lá existiam pessoas) mas podemos ter essa ilusão.

 

Construir uma casa de raiz dá imenso trabalho. Nem sei quantas pessoas já me disseram “no que te foste meter”. Isto é como tudo: depende das expectativas. Eu acredito que temos que apreciar o processo (ou o caminho) antes do resultado final.  Até ver continuo a sentir-me assim: ansiosa por cada pormenor.

Prometo responder às perguntas que me vão fazendo. Por exemplo: porque decidi por chão radiante? Mas voltemos a como escolhi as janelas.

Eu tenho um objectivo importante nesta vida: reduzir custos fixos, nomeadamente a conta da luz. Isto depois de alguns sustos (na carteira) em resultado de querer uma casa confortável no inverno. Uma casa pode ter todas as condições em termos de climatização mas se as janelas forem más esqueçam todo o investimento. Para o Pedro a questão fundamental é sempre segurança.

Investiguei, “googlei” e falei com uma amiga. Foi assim que fui parar ao showroom da MyWindow. E fiz todas as perguntas que possam imaginar. “Simples ou duplas?” Sabia lá que existiam triplas. “Alumínio ou PVC?” Nunca imaginei que as coisas podiam estar conjugadas e garantir a parte do isolamento (desempenho energético superior, classificadas com classe A+) e da estética (são tão lindas) ao mesmo tempo. Janelas triplas, com vidros de segurança e exactamente na cor que eu queria!

Agora que já me tinha apaixonado por umas janelas (se isso é possível) a pergunta mais difícil. Isto é tudo muito bonito mas se as janelas ficam mal instaladas e não isolam? Toda a montagem e instalação dos produtos é feita com base nas boas práticas da montagem, sem improvisos e sem danificarem a casa — o chão e as paredes são sempre protegidos e com separação de resíduos pelo bem do ambiente. A My Window é mesmo a primeira empresa portuguesa certificada pelo IFT Rosenheim – Institut für Fenstertechnik, organismo independente alemão de eleição na certificação de portas de exterior, janelas e fachadas.

Fica o resumo de como escolhi as janelas e o contacto:

1. São eficientes, protegendo de correntes de ar, humidade e grandes diferenças de temperatura.

2. Têm isolamento acústico superior, ou seja, protegem do barulho da rua.

3. São seguras, ou seja, não são fáceis de abrir, protegendo-nos de possíveis tentativas de roubo. Além disso, através do reforço de mecanismos de segurança, permitem criar uma protecção para que as crianças não as abram acidentalmente.

4. Protegem do sol, mediante o tipo de estore escolhido.

5. São bonitas. Aspeto muito importante para gostarmos do nossa casa.

5. São amigas da poupança, porque garantem uma redução até 75% dos gastos com energia para climatização.

6. A My Window é a primeira empresa portuguesa certificada pelo IFT Rosenheim – Institut für Fenstertechnik, organismo independente alemão de eleição na certificação de portas de exterior, janelas e fachadas.

 

My Window
212 319 630/962 917 260

Morada
Av. dos Moinhos, 12B
Alfragide, Lisboa

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