Como conheci o meu marido? O Tinder e outros segredos que levaram a casamento

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Já tínhamos falado sobre isto antes. Como conheci o meu marido?

É verdade, eu e o Pedro cruzamos-nos na internet. digo que nos cruzámos porque falámos muito pouco de forma virtual. foi uma sorte. é aquilo que repetimos muitas vezes. mas acho que nisso, seja na internet, seja na vida real, num jantar de amigos comuns ou no local de trabalho, é uma questão de oportunidade e momento. e conseguir tudo isso, é uma sorte.

Mas agora conto-vos tudo com mais pormenor. Neste vídeo poderão encontrar todos os detalhes da história de amor que levou ao meu casamento com o Pedro. Na verdade, a nossa história de amor começou com o mais básico dos engates. Mas se quiserem saber onde estávamos quando nos entrámos? Porque é que eu nunca encontraria o meu homem no Tinder? E até, o que é o Tinder? A explicação está toda no vídeo.

Mas fica aqui a explicação mais básica.

Ora bem, então o Tinder serve para encontros, exactamente como esperamos que eles sejam. Com segundas e terceiras intenções, todas colocadas como primeiras. Como conheci o meu marido por aqui, digo que também serve para encontrar amores e maridos.

A aplicação está muitíssimo bem pensada. Não tenham receio porque é mesmo simples e intuitiva. Em jeito de mostruário passam várias fotos de homens (ou mulheres) escolhidos de acordo com a idade e distância (ou seja, as pessoas que ali estão têm um smartphone ou um tablet). Ou gostamos ou rejeitamos, como tudo na vida, cruz ou coração. Quando duas pessoas gostam uma da outra, It’s a Match! E, depois disto, conversas virtuais ou daquelas que passam para o mundo real. É como se sentirem melhor e preferirem.

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Depois de saberem como conheci o meu marido….

Fica uma espécie de manual de etiqueta para se saberem comportar no Tinder.

10 Comentários
  1. […] post Como conheci o meu marido? O Tinder e outros segredos que levaram a casamento appeared first on dias … Ver artigo completo no […]

  2. Ana says

    Adorei! Gosto muito desse humor irónico, que tens! Mas isso do Tinder não é assim um bocado perigoso? Beijinhos

  3. Ana Maria says

    Já sabemos como conheceu o seu marido.
    Já sabemos como “provocou” o parto da sua menina.
    Já sabemos como nasceu.

    O que é que guarda para si, Catarina? 🙁

    (não se deixe enredar na malha dos likes e shares… a Catarina não, por favor…)

    1. Ana says

      @Ana Maria
      Acredita mesmo que sabermos essas pequenas coisas é sinónimo de que sabemos tudo e a Catarina não guarda nada para ela e para o círculo pessoal que tem?

      Acho que a Catarina faz muito bem em partilhar estas experiências, torna-las mais reais, mais humanas, sem vergonha nem preconceito. Conhecer um grande amor no Tinder, sexo na gravidez, sexo no pós-parto, ter uma família diferentes com 3 meios-irmãos, como lida com o cansaço … nada disto deve ser motivo de vergonha.

      Catarina, parabéns por partilhares a tua experiência de uma forma tão natural! Obrigada por tentares mudar estas mentes fundamentalistas que te visitam.

    2. Catarina Beato says

      Ana Maria, acredite que não sabe tudo. Sabe apenas aquilo que eu não me importo que as pessoas sabiam é que sirvam para desmistificar os assuntos. Só isso.

      1. Ana Maria says

        @ Ana, não sou fundamentalista – também não me conhece nem sabe tudo sobre mim 🙂
        Leio a Catarina desde os tempos do header de calções, os textos dela fazem parte do meu crescimento, chorei quando li que chorava e sorri quando li que sorria. E aquilo que a Catarina tentou fazer com a Sónia Morais Santos, mudar a vida de uma pessoa/família, e que deu reportagem no NM (penso eu, já não tenho a certeza) foi fonte de inspiração para eu própria entrar numa associação que hoje muda os dias e as noites (mais as noites) das pessoas.
        Comprei o Provo-te, porque tempos antes lhe tinha pedido que voltasse a escrever histórias de amor.
        Por isso – pelo facto de acompanhar este espaço há tanto tempo – posso dizer que, da forma como eu olho para este espaço, os textos mudaram. Tornaram-se mais expositivos, não sei. E, porque já comentei antes, pensei que agora também o pudesse fazer.

        @Catarina, eu sei que não sei tudo 🙂
        Mas isto de ler os caracteres dos outros às vezes faz-nos criar amizades por pessoas que não conhecemos na verdade, e sentir saudade do tempo em que já passou.

        1. Catarina Beato says

          Ana Maria, pode (podes) sempre. Eu percebo essa sensação de exposição principalmente pelas fotos mas – e porque também me defendo – garanto que não. Não se sabe mais, talvez veja mais.

          Beijinho

  4. Calra says

    Catarina a sério que casaste 1 mês e meio depois de se conhecerem? Uau, que coragem!! 😀

  5. […] para encontros. o A. não tinha visto a reportagem mas ontem viu o programa e esta manhã repetia: onde encontraste o Pedro? como se fosse uma […]

  6. Marta says

    Para quem está de fora acha sempre que histórias destas não vão dar em nada, que essas histórias só resultam no mundo da ficção. mas às vezes podemos conhecer a “nossa cara metade” ou o testo da nossa panela (como gosto mais de dizer) da forma mais estranha e impensável e ainda assim resultar.
    eu conheci o meu marido através de telemóvel, ah tinham amigos em comum e trocaram números estão a pensar, não nada disso, eu marquei um número de telefone igual ao meu mudando apenas o último digito e dei um toque, recebi resposta do outro lado, e passaram-se 19 anos desde esse toque. e a cada dia que passa sinto que ele é o meu porto de abrigo, encontrei-o da forma menos convencional mas isso pouco importa, o que importa é que nos encontramos.
    e não continuamos com o mesmo número de telefone mas ainda é igual apenas com o último digito diferente 🙂

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