Relações

recordar o nosso casamento

Gosto de ver e rever estas fotografias. O nosso casamento não foi o dia mais feliz das nossas vidas. Mas foi inesquecível e foi exactamente como queríamos que fosse.

E quando me perguntam se não foi rápido demais, responderei que foi à velocidade que os dois desejámos porque não queiramos ser namorados mas sim marido e mulher.

 

 

Há dois anos eu estava terrivelmente cansada. Tinha deixado de acreditar na minha história, tentando não achar que a culpa das coisas não resultarem era minha e deste jeito meio mandão, meio bruto, meio controlador. Estar sozinha é uma forma feliz de existir. Pode aliás ser a forma mais feliz de existir. Mas sem culpa, sem remorsos, sem vazio. Há dois anos, depois de muitas raivas, muitas lágrimas, muitas angústias. Estava sozinha e serena. E eu acho que estar serena é a base para ser feliz. E também acredito que foi essa serenidade que me permitiu receber o Pedro.

Sobre tudo o que me ensinaste no nosso ano de casamento

Neste ano aprendi a deixar que me levasses os sacos e que me conduzisses. Afinal posso ser camionista bruta mas carente e sensível. Desculpa mas não sabia… Neste ano descobri que me falta o ar quando não sei, por milésimos de segundos onde pus a aliança. E eu, que nunca me imaginei a usar um anel. Neste ano descobri que viver contigo é muito melhor que viver sozinha. Não me assusta viver sem ti, mas, se não te importares, gostava de viver contigo para sempre. Também aprendi que, por muito que alguns dos teus defeitos me enervem, são demasiado irrelevantes para perder muito tempo amuada com isso.

 

Já sabem como é que conheci o Pedro? Conto-vos tudo (ou quase). Também podem descobrir no youtube se estamos em sintonia. É bom vídeo (pelo menos é divertido)!

 

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