Vida Saudável

Oeiras. Correr à beira-mar e comer bem em família

oeiras

Já se tornou um ritual todos os anos. Quem me segue sabe que a corrida me salvou. Poupou-me horas e dinheiro em terapia, porque me ajudou a arrumar tudo o que estava desarrumado na minha cabeça. Já não corro da mesma forma, mas nem grávida faltei. Adoro fazer a Marginal à Noite, a corrida de oito quilómetros que começa junto à Praia de Santo Amaro, em Oeiras, e que acontece sempre junto ao mar.

Vida Saudável

Obrigatório ver e repetir: eu sou bonita ou i feel pretty

i feel pretty

Fui ver o filme I Feel Pretty. Podia ser apenas um filme cómico ou uma comédia romântica. Iria sem qualquer preconceito porque sou fã de filmes leves, daqueles só para entreter ao domingo à tarde. Mas já sabia ao que ia, culpa da Maria (vale a pena seguir o blog).  Só não imaginei que chorasse. E muito menos que fosse exactamente o filme que precisava de ver neste domingo.
Não vou escrever sobre o filme.

Relações

Divórcio. “Qualquer projeto de vida tem legitimidade para falhar”

Carolina Jacques. "Qualquer projeto de vida tem legitimidade para falhar"

Escreveu a Carolina Jacques
“Tal como há seis anos, sentámo‐nos lado a lado. Mas em posições invertidas. Desta vez fiquei à direita. A vida a ser irónica outra vez? Fruto do acaso, possivelmente… Demos o sim. Mas desta vez não foi à união. Foi ao fim dela. Com um nó na garganta e as mãos húmidas… Não por não querer dar este passo… Mas por ver finalmente a coisa acabada.

Maternidade

O que faz os vossos miúdos sorrirem?

miúdos sorrirem

O que faz os meus miúdos sorrirem? Maria Luiza sorri muito com o Afonso a dançar, com o banho com o pai, com aquele instante em que percebe que vai mamar para adormecer, com o pato do Pocoyo e a andar solta na rua. Afonso sorri muito com os disparates do Pedro, com os abraços do Gonçalo, com os vídeos preferidos, com qualquer unboxing, seja o que for, com preferência para tecnologias mesmo que seja apenas um cabo.

Relações

Quem me dera que a vida se resolvesse mesmo sozinha…

Quem me dera que a vida se resolvesse mesmo sozinha

Recebo muitas (mas assim mesmo muitas) mensagens de pessoas que dizem “quem me dera que a vida se resolvesse mesmo sozinha”. Assim tipo: quem me dera fechar os olhos e só acordar quando tu estivesse resolvido. Eu respondo (eu tento responder sempre a quem me manda mensagens e e-mails, mesmo que em certas alturas demore um pouco mais).

Maternidade

Pais à maneira Dinamarquesa? Se nós formos felizes, os nossos filhos também vão ser

pais à maneira dinamarquesa

A Francisca do Fox & June tem razão. Dizem que os dinamarqueses são o povo mais feliz do mundo. No livro “Pais à Maneira Dinamarquesa”, ficamos a saber como é que os dinamarqueses educam os filhos. Não sei se os dinamarqueses são o mais felizes mas sei que temos muito a aprender com eles em termos de educação. São práticos e acreditam muito nos valores da autonomia.
Não há fórmulas miraculosos.

Relações

Pequeno mas importante esclarecimento

importante esclarecimento

A propósito deste post recebi algumas mensagens dizendo que estava a desprezar a relação, por exemplo, com um filho adoptivo, ou o papel de uma verdadeira madrasta ou seja, alguém que cuida um filho que já não tem mãe. Importa fazer um importante esclarecimento.
Não podendo falar daquilo porque nunca passei, tenho a certeza (nunca absoluta) que:
 
Um filho adoptivo é um filho nosso.

Tendências

7 melhores contas de decoração para seguir no Instagram

Contas de decoração para seguir no Instagram (e encontrar inspiração)

Há muito tempo que não falávamos de voyeurismo imobiliário. Por isso, hoje o post é sobre as melhores contas de decoração para seguir no Instagram.
Adoro casas e todos os pormenores que as compõem. Acho mesmo que uma casa arrumada e bonita é meio caminho andado para uma cabeça organizada e feliz. Talvez venha daí o meu síndrome de arrumatice-aguda, que me invade quase sempre quando estou exausta.

Relações

Os meus, os teus, os nossos

amar os filhos dos outros

Este mês escrevi para a revista Parentalidade + sobre os nossos filhos, sobre os filhos de quem amamos e sobre amar os filhos dos outros, que — desculpem a verdade — vai ser sempre diferente, da mesma forma que aquilo que sentem por nós não será nunca igual ao que sentem pelo pai e pela mãe.
Sem preconceitos, tabus ou meias palavras digo: não faz mal não amar os filhos dos outros como amamos os nossos.