Vida Saudável

Protetor solar. 4 regras que não podem mesmo falhar no creme dos miúdos (crescidos *)

Protetor solar. 4 regras que não podem mesmo falhar no creme dos miúdos

Repetimos a rotina de todos os anos: fazer a mochila para o mês de praia com a escola. E assim, em jeito de preparação vou pondo de lado o que irá connosco para as férias. Tudo coisas boas. Pior será quando regressarmos e a casa se encher de areia (pelo menos voltaremos com a força de um bronzeado saudável). Ah, areia (assim mesmo, em modo suspiro). Essas micro pedrinhas maravilhosas que tão confortável e maravilhosamente nos recebem na praia e que tão dolorosa e cruelmente nos transformam as crianças em croquetes permanentes, sujam o carro e, logo depois, deixam um rasto que vai do corredor até ao tapete do banho. Como acabar com esta praga? Escolher um protetor solar que, não só cria um escudo entre a pele dos miúdos e o sol, como não deixa que a areia se cole à pele.

Com a chegada do sol e do calor (finalmente), chega também a altura de começar a preparar o saco de praia. Além do chapéu de sol, das toalhas e de uma almofada confortável, o mais importante será sempre proteger a nossa pele das queimaduras solares, mas sobretudo a dos miúdos, que é tão mais frágil e sensível.

Aqui ficam os quatro critérios mais importantes.

Tem de ser de confiança

Aqui há várias coisas a considerar na compra do protetor solar. Primeiro, o produto tem de ser testado sob o controlo pediátrico para garantirmos que, não só protege de forma eficiente, como é feito para as crianças, que têm uma pele diferente e mais sensível. Somamos a isto a eficiência da protecção: não só deve proteger contra os UVB, como também deve proteger como os UVA, que são os que penetram mais profundamente na pele. O fator deve, claro, 50+ de forma a que perdure e funcione como armadura contra os malefícios da exposição solar na praia.

Tem de sobreviver à praia

A forma de estar na praia de um adulto e de uma criança são diferentes. Nós vamos da toalha para a água e da água para a toalha. Estamos deitados, sentados ou de pé, sem grande atividade, exceto quando andamos a correr atrás delas. Mas os miúdos não. Correm, saltam, rebolam e vão mil vezes à água. Nascem assim mais dois critérios importantes. Primeiro, o protetor solar tem de ser resistente à água para não andarmos constantemente a besuntá-los. Segundo, e muito muito importante: ter tecnologia antiareia, que faz com que a areia não se cole à pele permitindo, assim, que se transformem em croquetes momentâneos sem passarem pelo processo de mutação completo, evitando também as devidas consequências para o corpo (porque a proteção solar pode sair com a areia, para além de arranhar e dificultar a reposição de creme), para a higiene do carro e da casa.

Tem de ser prático

Se o protetor solar estiver à venda no supermercado, excelente. Escusamos de fazer piscinas em farmácias. Além disso, e muito importante, deve ser de aplicação fácil para ser mais rápido e ser menos penosa a tarefa, para nós e para eles que estão mortos por ir correr e brincar.

Adaptado à pele das crianças

Já referi no primeiro ponto, mas reforço: a pele das crianças é diferente. A nossa está mais enrijecida, mas a deles não. É muito nova, mais fina e mais frágil. O creme deve ir ao encontro destas características. E se for para peles sensíveis, melhor ainda porque nenhuns cuidados são demasiados neste campo.

Dica importante: eu já escolhi o meu creme deste ano e, obviamente, cumpre com todas as regras de que vos falo aqui. É o novo Ambre Solaire Bruma Antiareia para Crianças. Como todos os outros produtos desta marca, foi testada sob controlo pediátrico e tem ainda uma parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro há mais de 17 anos. É para a pele sensível dos miúdos, com protecção muito alta 50+ contra UVB e UVA, que não deixa a pele colar à areia por causa da tecnologia antiareia, é resistente à água e é super prático.

 

 

* escrevo para os miúdos mais crescidos – a partir dos 2 anos (mas vou escrever também sobre bebés).

 

 

E já que falamos de protetor solar e praia, 5 jogos para fazer com os miúdos na praia.

Comentários (3)

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  • Falta o mais importante, Catarina, que até aos 2 anos deve ser mineral!!!

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