Maternidade

arrumar a casa. [a vida resolve-se sozinha mas a casa não V]

e agora: arrumar a casa. confesso que esta foi a minha fase preferida e, não fosse a vontade que tinha de mudar, podia estar muitos meses na fase das arrumações. confesso, arrumar é mesmo das coisas que mais gosto de fazer. depois da violência da mudança, é bom ver os objectos nos seus lugares, ver a casa a ganhar a nossa vida. a tornar-se nossa. para mim escolher, vender, trocar e dar é um processo fácil e libertador.

 

a Maria deu uma enorme ajuda e deixa as dicas desta fase da arrumação.

 

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“A casa da Catarina era fácil, ou melhor, tinha uma base quase perfeita para se construir uma casa onde uma família de cinco [sete, vá] estivesse confortavelmente. Os tectos altos, o chão em tábua corrida, as portas de madeira. A luz, invejável por sinal e a divisão de quartos e interligação entre eles.

O desafio passou mais pela implementação dos, hábitos e acima de tudo tralhas de duas pessoas que se iam juntar pela primeira vez num só espaço. A ideia principal que nunca deve ser esquecida numa mudança, é a selecção.
– O que é essencial para o dia a dia;
– O que é emocionalmente importante;
– O que anda connosco há anos mas que nunca saí da caixa…(e que deve saltar fora assim que possível) ou que possam vir a ter algum uso na nova casa (peças antigas por exemplo).

 

Neste caso, e ainda bem, a Catarina e o Pedro tinham muitas peças giras, que podemos usar como elementos chave nas divisões.
Acima de tudo eram coisas com história, não exactamente antigas ou de design mas peças que lhes diziam alguma coisa.
Encontramos-nos, falamos, rimos, trocamos ideias.
O resultado é o que se vê, uma casa sincera, vivida e muito especial.”

Maria Matos, decoradora

 

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