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o meu diário

33 lições que aprendi em… [vá aqui são 39 anos]

33 lições

encontrei esta lista de 33 lições do Gustavo Tanaka, no Medium, e adorei. identifiquei-me com a maioria. há coisas que mudam mesmo, quer seja em relação às prioridades, à forma como olhamos para os outros, para o trabalho, para os fracassos,  para o nosso corpo e para tudo aquilo que nos rodeia.
para lerem e pensarem naquelas que forem mais importantes para vocês. e mudarem aquilo que valer a pena. Setembro tem sabor a ano novo, por isso é uma boa altura para fazer resoluções. 
aqui fica:
 
1 —  Abrir mão do controlo
A vida já me mostrou várias vezes que eu não controlo tudo. Não sou eu que escolho como e quando  é que as coisas vão acontecer. Isto fez com que eu aprendesse a confiar na existência de uma inteligência maior que move todas as peças e que sabe quando e como é que as coisas devem acontecer. sabem aquele frase: a vida resolve-se sozinha? é isto: aceitar que às vezes temos mesmo que estar quietos.
 
2- Respeitar os mais velhos
Existe uma ordem na vida. E nessa ordem, temos que honrar quem chegou antes. Até podemos saber muitas coisas, até podemos ter estudado muito, mas a verdade é que vivemos menos do que quem é mais velho. E nenhum conhecimento vale mais do que a vivência. Devemos aprender com os mais velhos e ensinar os mais novos.

dieta das princesas

oito factos sobre mim – mais oito porque chegou o mês oito

oito factos

1. depois do aniversário do Afonso – que será dia 5, passei o mês de Agosto de 2016 à espera da Maria Luiza. meti na cabeça que ela nascia no mesmo mês que o Afonso e assim aconteceu mas mesmo no último dia. ou seja, fez-me a vontade mas mostrou que quem manda é ela.
 
2. sempre disse que pais que gostam dos filhos fazem tudo para que eles não nasçam em Agosto porque é um problema organizar festas de anos. depois de ter tido dois filhos neste mês confirmo que festas de aniversário com amigos é missão impossível (pelo menos enquanto são pequenos porque depois acho que podem fazer coisas bastante divertidas por estarem em tempo de férias).
 
3. tirei a carta de condução a 31 de Julho de 1996. tinha 18 anos e fiz várias vezes aquela piada do “depois entra a gosto”. ainda não não sei muito bem como é que passei à primeira porque era um verdadeiro desastre nas aulas de tão nervosa que ficava. o exame de condução era em Setúbal, mesmo ao pé do estádio do Vitória, razão pela qual, durante uns anos afirmei ser do Vitória de Setúbal.
 
4. adorei o filme “Aquele querido mês de Agosto”.
 
5. adoro feiras. adoro as festas de cada terra em Agosto. adoro cheiro a farturas, carróceis, e as luzes e os barulhos dos carrinhos de choque.

o meu diário

sobre acreditar, ou deixar de acreditar.

sobre acreditar

queria ter escrito ontem mas a verdade é que entre os putos, o sono e a necessidade de estar com o Pedro, mesmo que pouco tempo mas sem pensar em mais nada, não deixaram muito tempo para ligar o computador. mas este post estava a meio, com os carácteres alinhados e vontade de ser escrito.
fez ontem dois anos que conheci o Pedro. há dois anos [e um dia], depois de uma manhã de neura, escondida debaixo do edredon e com o meu telemóvel novo “morto” numa caixa de arroz, fui a pé até ao Príncipe Real. encontrei dois amigos que tinham feito esta tábua com a frase “a vida resolve-se sozinha”. gozámos com os direitos de autor e com os livros de auto ajuda. fomos beber um imperial com mais amigos e a neura foi passando. estava entre gargalhadas nessa tarde quente de Maio, depois de uma manhã de neura, com um telemóvel antigo mas que funcionava, quando recebi um pedido de amizade no facebook. o rapaz era giro, espreitei todas as fotos e aceitei. na verdade aceitei-o para a vida [mas só uns dias depois].
 sei que neste exacto momento há muitas miúdas [somos miúdas para sempre, tenhamos 20, 40 ou 70 anos] que deixaram de acreditar na sua história de amor. algumas acham que deixaram de acreditar no amor romântico assim mesmo, na sua plenitude e totalidade, outras deixaram de acreditar que sejam merecedoras da sua história.

viver saudável

como o melhor na nossa vida pode ser o que corre menos bem

Não correu como esperado? ainda bem!
A vida será o bem mais precioso que temos e ao mesmo tempo consegue também constituir o maior dos desafios. Todas as coisas vivas são imperfeitas, ainda assim persistimos em busca de uma vida perfeita, com uma juventude eterna, sem fim. Procuramos pelos lados cor-de-rosa, querendo colocar de lado o que dói, o que é feio, o que é efémero. Mas tudo é finito, todos os seres vivos, mais cedo ou mais tarde, conhecem um fim.
Mas se o corpo físico desaparece, a experiência e a memória ficam, e essas sim, nunca morrem. O ser humano terá muitos defeitos, mas certamente consegue em alguns momentos viver de forma plena, com todos os sentidos ativos, retirando o máximo partido de cada segundo. E quando vivemos assim, sintonizados connosco e com tudo aquilo que nos habita, permitimo-nos a errar, mudar de direção, alterar a perspectiva, actualizar valores e objectivos. Cometer erros é uma parte essencial da nossa vida; não só podemos aprender com eles, como nos aproximam de nosso verdadeiro Eu. Em alguns momentos aceitar esta parte da vida humana pode tornar-se particularmente desafiante. Aprender com os nossos erros pode constituir uma tarefa verdadeiramente olímpica. Aceitar o que não controlamos e focarmo-nos no que está no nosso campo de acção, sem culpas nem ressentimentos, é um desafio.

maternidade o meu diário

a minha rede (quem me protege nas quedas e na vida)

minha rede

tenha a mania que faço tudo sozinha mas é só mesmo mania porque, mesmo podendo fazer tudo sem ajuda, a vida é muito mais fácil quando construímos uma rede – não precisa de ser grande basta ser forte e constante (deve ser isso que sentem os trapezistas).
a rede que construí permite que a vida seja mais leve mesmo quando a logística parece demasiado pesada. a minha mãe que vai buscar os miúdos sempre que a logística dela permite. a tia Li que vai buscar o A. e comer gelados ao final do dia. os pais dos amigos do G. que desenrascam boleias e almoço depois de manhãs de estudo. os pais dos meus filhos com que nunca estabeleci rotinas rígidas. a Ana que faz comida, vem-me buscar e trata daquilo que falta para os workshops quando a minha memória não permite mais. os amigos que são família e a quem podemos pedir ajuda, a quem podemos pedir colo para os nossos para que voltemos a ter duas mãos.
a rede que construí também passa pelos serviços que me permitem simplificar. seja o restaurante onde vou buscar comida quando não há tempo ou paciência (agora muito menos porque o Pedro cozinha e faz sopas maravilhosas), o lugar onde vou treinar e onde posso levar a miúda comigo (e às vezes enquanto eu treino alguém tem que abanar o carrinho).

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