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maternidade o meu diário

Lista dos momentos mais românticos que já passei com o meu homem

lista

já tinha este post escrito e agendado quando encontrei este texto da Catarina. e pensei: pronto, pelo menos não somos os únicos! esta é uma lista verdadeiramente importante. desde que a Maria Luiza nasceu, e nos tornamos uma enorme família de seis mais dois cães, que o tempo que temos como casal, assim tipo sozinhos, é reduzido, bastante reduzido. até podia dizer que é quase nada mas, ainda assim, vamos tentando umas horas para os nosso encontros românticos, tipo:
– ir ao supermercado às compras porque não há nada em casa;
– ir às finanças porque surgiu um problema inadiável;
– ir à oficina fazer uma coisa rápida e ficar a ouvir o Pedro falar com o senhor horas sem fim (sobre a excelente compra que fez há uns meses e que vive na oficina em vez de viver connosco);
– ir rapar o cabelo porque o homem não se safou dos piolhos;
– levantar encomendas nos correios;
– aspirar o carro (porque eu sinto que há piolhos em todos o lado);
– almoçar fora e começar a mostrar vídeos da miúda um ao outro.
isto tem tudo para dar asneira Pedro!
calma! já fomos duas vezes ao motel porque quando a babysitter fica não temos casa. pode ser que nos safemos. e fiquei a pensar que esta lista dá um vídeo maravilhoso. vou tratar disso! atenção que 2ª feira há vídeo novo.

o meu diário

Como conheci o meu marido? O Tinder e outros segredos que levaram a casamento

conheci o meu marido

como conheci o meu marido?
neste vídeo poderão encontrar todos os pormenores da história de amor que levou ao meu casamento com o Pedro. na verdade o nossa história de amor começou com o mais básico dos engates. mas se quiserem saber onde estávamos quando nos entrámos? porque é que eu nunca encontraria o meu homem no Tinder? e até, o que é o Tinder? têm que ver o vídeo.

maternidade

ainda temos hipótese?

há uns dias fomos almoçar só os dois. os rapazes estavam com os pais e a nossa menina ficou com a minha mãe. são apenas duas horas mas o primeiro pensamento é “vamos aproveitar!”, assim tipo adolescentes no primeiro dia de férias [acabo de ter uma memória muito forte dos primeiros dias de férias quando a escola era o meu principal – e único – motivo de preocupações]. estávamos a acabar de almoçar e demos por nós a mostrar fotografias da miúda um ao outro. brinquei: “caramba, isto já deu o que tinha a dar”. porque seria isso, em teoria, que diria a uma casal que aproveitasse a ausência da bebé para falar nela. e depois, de forma mais séria, pensei que a nossa vida mudou muito pouco desde que a Maria Luiza nasceu.
não nego que tenho falta de momentos em que possa não pensar. mas, a bem da verdade, não tenho disso desde que trabalho em casa. tenho saudades de passar uma manhã na cama com o Pedro, era raro mas era muito bom. agora só conseguimos 15 minutos mas sabe-nos por muitas horas. gostava de dormir mais mas nunca dormi muito bem, com ou sem filhos. queria treinar em horas certas mas os meus dias já eram caóticos. eu e o Pedro continuamos a fazer o que gostamos [pronto, menos sair à noite]. e estamos apaixonados, um pelo outro, e por esta sensação de família tão boa.

amor

sobre puns, diarreias, neuras e amor [isso tudo]

Puns

nos meus tempos de terapia falávamos muito nisto: esta minha ideia de que as relações eram perfeitas, sem puns nem idas à casa de banho, sem dias menos bons e os maus nem pensar. aqui, neste estranho mundo das coisas em que pensamos, construi essa barreira. o outro podia estar doente, preocupado, com cheiro de final do dia, ou uma neura impossível de aturar. eu existia – também, para apoiar. aqui, neste estranho mundo das coisas em que pensamos, eu não podia nada disso, apenas o melhor de mim. caso contrário, que interesse teriam em mim? atenção, em defesa dos meus amores passados, que guardo em gavetas cheirosas e arrumados com muito carinho, nunca me fizeram sentir isso. eu construí essa ideia e esse enorme muro que afastava as pessoas do meu mundo mais íntimo.
não mudei. continuo a ser uma insegura perante um vómito ou uma diarreia. continuo a não perceber porque raio alguém gosta de mim nos dias em que sou apenas uma chata. não mudei mas uma coisa mudou: eu sei que a vida com o Pedro existe mesmo nos dias maus e menos bons, naqueles em que me sinto a menos interessante e atraente das criaturas. é o Pedro que procuro mesmo quando me dói a barriga ou não me apetece dizer nada. é o Pedro que quero nas noites em que só me apetece dormir. é o Pedro porque sou apaixonada nas manhãs à pressa, cheios de sono e mau humor.

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