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dieta das princesas

Como usar saias de tule [ao estilo princesa desportiva]

como usar saias de tule [ao estilo princesa desportiva]

A Catarina Beato é fã de saias de tule e em sua honra aqui seguem umas dicas e exemplos de como usar esta peça tendência ao seu estilo.
Este tipo de saia farfalhuda compõe um típico look de bailarina ou de princesa, mas as misturas de estilos e influências são o que está mais na moda. Por isso, nada mais fácil do que apostar no mix para desconstruir a meninice da saia de tule.
Para se transformarem numa princesa desportiva, basta conjugar a saia com uma sweater. Podem ainda acrescentar um blusão de cabedal ou de ganga – a mistura de materiais diferentes nunca é demais. De saltos, sabrinas, botas ou ténis, acrescentem o calçado que entenderem, de acordo com o efeito que pretenderem – mais a puxar o feminino ou o desportivo e casual.

maternidade o meu diário

“a menina” ou dias de uma princesa

é trombuda como eu. tem um choro engraçado em que parece queixar-se zangada: ai, ai, ai. chora sempre com os olhos fechados e chora muito alto. adora a alcofa e odeia o ovo. adora o banho e detesta o frio quando sai. adora mamar mas não gosta de fazer da mama chucha. é absoluta fã de Frank Sinatra. e sossega com o som do aspirador/secador. quando tem sono põe-se sempre na mesma posição [desde o primeiro dia]: aquela mão fechada encostada à bochecha, exactamente onde estava a minha placenta enquanto estava na barriga. chamo-lhe “a menina” nessa expressão meia foleira que só me recorda como o meu pai sempre me tratou. é a nossa gorda, a trombuda, “a menina”.

maternidade o meu diário

dias de uma princesa [2]

escolhi esta foto da Maria Luiza porque é um dos seus quatro estado. Maria Luiza dorme, mama, chora e fica a olhar para o mundo. também faz muito xixi e cocó mas isso é durante qualquer um dos estados descritos.
eu – talvez ao contrário da maioria das pessoas – acho que os recém nascidos dão pouco trabalho. para mim agitação começa quando aprendem a gatinhar e é terrível na fase em que acham que andam mas só caem.
mas tenho a certeza que só posso fazer esta afirmação porque a miúda é o meu terceiro filho. lembro-me perfeitamente como o choro do G. me desorientava, entrava na cabeça e parecia que me desfazia o cérebro aos bocadinhos. lembro-me principalmente da angústia que sentia quando o ouvia a chorar.
o A. nasceu e existia o G. que durante oito anos tinha sido filho único. por força das circunstâncias habituei-me a fazer tudo em casa com um recém nascido ao pé de mim. estava sozinha e não existiam alternativas. o choro do A. nunca foi desesperado como o do G. recém nascido mas eu também não desesperava quando o ouvia.
o choro que mais me custa é aquele que a mama não consegue calar. com o A. isso nunca acontecia. a mama acalmava tudo. já a Maria Luiza, como princesa que é, se estiver cheia de leite não mama mais. e se estiver com cólicas também escuso de tentar dar mama. e chora.

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dias de uma princesa [I]

quando há mais de 11 anos chamei ao meu blog “dias de uma princesa” brincava com o facto do meu filho [na altura único e com três anos, hoje adolescente] me tratar dessa forma carinhosa – “princesa”. assim ficou apesar de estar longe de me sentir princesa. eu, meia camionista, assim abrutalhada, mãe de dois rapazes, e um blog com um nome tão cor-de-rosa.
repeti muito vezes, mesmo já grávida da Maria Luiza, que era mãe-de-rapazes. queria a minha menina [assim como escrevi nesta carta] mas existe uma diferença entre querer e enfrentar essa realidade.
no parto chorei sem lágrimas e chamei-lhe “minha menina”. mas confesso que só percebi a realidade quando lhe mudei a primeira fralda. caramba, tinha mesmo uma menina.
hoje, quando procurava um título para falar sobre os nossos dias, sorri ao pensar que agora já fazia sentido. finalmente posso falar dos dias desta princesa [a única, na verdade].
não vos vou dizer se a miúda dorme bem e se chora muito ou pouco até porque isto é como a história de não contarmos os nosso sonhos: quando dizemos que um bebé dorme bem ele passa a dormir mal nesse mesmo dia. a nosso Maria Luiza mama muito, acorda as vezes necessárias para o muito que mama e chora o normal para um recém nascido que não conhece o significa de palavra como “calma” ou “espera”.

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uma tarde especial: festa! :)

recebi imensos comentários a esta questão do “sim ou não a esta festa para o bebé que está para chegar” e as mais diversas opiniões.  já vos tinha dito que não queria um “baby shower” mas que não resisti à ideia da Maria Modista.
o lanche e a decoração linda ficaram a cargo da Menta Dourada. o bolo foi feito pela Joana da Cake Cake Cake. o bolo foi uma verdadeira desgraça pelo simples facto que comi por mim, pela miúda e pelos meus dois outros filhos também [e por mais uns quantos que nem tenho]. que loucura! bolo de canela com recheio de mascarpone e doce de ovos.
 

 
agradeço imenso a paciência da professora Teresa que nos acompanhou durante a tarde. e aos meus amigos que, para além de terem ocupado uma tarde quentíssima de verão, foram alunos dedicados.

como felizmente não falta nada à Maria Luíza –  defendo que devemos comprar o mínimo e ir comprando de acordo com as necessidades – decidimos fazer um fato de banho para a grávida [ou seja, eu decidi pedir que me fizessem um fato de banho], um fofo e uma touca para a miúda. escolhi o tecido mais menina-menina-menina que havia. depois mostro-vos o resultado.

a foto em que o Pedro aparece está desfocada porque fui eu que tirei. todos os outros registos foram feitos pelo Pedro, que conseguiu estar presente antes de ir trabalhar.

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