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5 dicas para aguentar os miúdos nas férias do Natal

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Não há aulas. Os miúdos estão de férias. Há um misto de emoções entre a vontade de estar com os miúdos sem a logística do dia a dia e a realidades dos factos. Primeiro nem todos os pais têm férias quando os miúdos não têm escola. Segundo, muitas horas seguidos com crianças exigem gestão e criatividade. Ou arriscamo-nos a ver o lado negro da força.
Para os pais que trabalham fora de casa, a solução imediata passa por deixá-los com os avós, tios ou em atividades da escola [que é logo a primeira dica]. Mas, até para os fins de semana e feriados,  ficam 5 dicas práticas para passar pelas férias de Natal com o menor sofrimento possível – e aproveitar da melhor forma o tempo com a família.
 
1. Escola
Regra número um: para os miúdos que já andam na escola, é deixá-los lá sempre que estiver aberta nas férias. Toda a gente ganha: nós, pais, saúde e tempo para as nossas tarefas e eles, crianças cheias de energia, brincam com miúdos da idade deles, cansam-se, divertem-se e escusam de estar fechados o dia todo em casa. Por cá fazemos um 50/50. O Afonso faz um 50/50, vai os primeiros dias à escola e depois fica em casa (aproveitar para ir ver o pai e matar saudades das avós).
 
2. Dormir
Dormimos muito! Acordamos o mais tarde possível – o que não significa que seja, de facto, tarde, mas é mais do que o normal.

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miúdos na internet: 9 cuidados que os pais podem ter

miúdos na internet: 9 cuidados que os pais podem ter

Escusado será dizer que a internet revolucionou o mundo, criou e alterou comportamentos. Que foi impulsionadora de mudanças profundas nas estruturas da sociedade. A internet está em todo o lado: em casa, no trabalho, na escola, até nos espaços públicos. Os miúdos crescem com ela, como nós crescemos com a televisão.
Crianças de 7 anos (ou menos!) anos dominam a internet e as tecnologias como (ou melhor que)  gente crescida. Sabem instalar aplicações, tirar fotografias, fazer vídeos, carregar ficheiros para plataformas, publicar e partilhar conteúdos. Dominam a linguagem e os símbolos. Sabem tudo.
Mas falta-lhes uma característica essencial para uma utilização consciente: não serem crianças. São um grupo vulnerável, mais frágil que não sabe distinguir bem aquilo que é seguro e não é.
Isolá-las deste universo não é uma alternativa e não é sequer bom porque significa mantê-las numa bolha. Mas sabemos que a internet tem um lado perverso. Por isso, é importante precaver, prevenir e garantir que a utilização é o mais segura e controlada possível.
1. Os pais devem conhecer todas as passwords
A privacidade é um conceito muito bonito, mas não é compatível com internet e crianças. Conhecer as passwords é uma forma de prevenir, de proteger, de segurança. Porque ninguém está livre de nada e aqui o controlo é essencial.
2.

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5 dicas para a lancheira dos miúdos

1. Deixe-os os escolher aquilo que querem levar. Exige compromisso, conversa e realismo mas também aumenta a autonomia, responsabilidade e capacidade de decisão.
 
2. Quem prepara a lancheira são os miúdos! Ainda neste processo de conquista de autonomia e novas capacidades deixe que sejam os miúdos a preparar a lancheira. Por exemplo, ponha os iogurtes nas prateleira mais baixas do frigorífico e escolham coisas que possam ser eles a preparar.
 

3. Equilíbrio. Os miúdos podem querer açúcar e mais açúcar e isso não poder ser! Mas se quiserem escolher um dia para levar um guloseima não vem mal ao mundo. Da mesma forma que podem levar alguma menos habitual e perceberem que é excelente. Seja como for, lembre-se e lembre-os que são miúdos a comer em tempo limitado, que sejam coisas fáceis de comer.
 
4. Lista de ideias. Para que possamos cumprir todos os pontos anteriores convém ir tomando nota das ideias para os lanches. Assim também facilita na hora de ir às compras.
 
5. E agora ideias: palitos de cenoura e pepino com um queijinho, peça de fruta e frutos secos (numa caixinha toda bonita), iogurte líquido como Yoco, que agora tem menos 30% de açúcares, e sandes de manteiga de amendoim ou uma barrinha de cereais feita em casa com a ajuda dos miúdos, peça de fruta e iogurte líquido.

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6 dicas para melhorar a vida com filhos

7 dicas para melhorar a vida com filhos

Nisto da gestão de uma casa com miúdos todos os conselhos que facilitam a comunicação e eficiência dos dias são bem-vindos. Encontrei este artigo no blogue “Cup of Jo” e acho que tem umas boas dicas que facilitam a vida dos pais e melhoram toda a logística da vida com filhos pequenos (e grandes). Porque independentemente de termos, um, dois, três, quatro ou cinco filhos, há sempre coisas novas para aprender. A autora do blogue pediu conselhos a várias amigas. Eu deixo-vos aqueles que achei mais giros!
 
1. Quando caem: perguntar-lhes “magoaste-te ou só te assustaste?” e começar logo a contar uma história de quando um tio, avô, primo ou irmão caiu quando era mais novo. distraem-se e esquecem-se logo que caíram!
 
2. Quando andam de avião: na altura em que estiverem a comprar viagens de avião, certifiquem-se de que há um lugar isolado do resto da família. Assim, um dos pais vai com os miúdos e o outro pode ir sozinho. A ideia é irem alternando a responsabilidade e manterem a sanidade mental. também abre a possibilidade a ir alterando os vizinhos que chateiam.
 
3. Quando há confusão à mesa: quando estão todos a falar demasiado alto, ninguém está a ouvir nada e queremos falar (ou simplesmente acalmar), começar uma frase por “já alguma vez vos contei a história…”.

 
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6 dicas essenciais para controlar as birras dos miúdos

o Gonçalo era um anjo. o Afonso atirava-se para o chão e fazia daquelas cenas dramáticas que tiram qualquer pessoa do sério. a Maria Luiza ainda é pequena e eu sei que cada filho é uma descoberta mas eu acredito que a experiência há-de servir para alguma coisa. pronto, eu tenho alguma esperança que sirva!
atenção! os conselhos que vos dou neste post são o que funcionam cá em casa, comigo. aliás, têm-me dado jeito em muitas outras situações da vida, quer seja com os pais, namorados, familiares, irmãos. porque isto das birras servem para crianças e crescidos. utilizem!
 
Controlar as birras em 6 passos!
1.  Sobre a voz. gritos só geram gritos. Isto aprendi com a minha querida mãe-professora que nunca levantava a voz enquanto dava aulas. Se o miúdo está a chorar, não vale a pena começar a gritar por cima. toda a gente se enerva. ninguém se acalma.
 
2. Sobre a postura. A voz não deve levantar mas podemos comunicar através da postura do nosso corpo e da forma como olhamos. Ser firme.
 
3. Sobre consequências. Devemos pensar nas consequências daquilo que estamos a impor perante uma birra, não só para eles, mas também para nós. Quando o Gonçalo era miúdo proibi-o de ver televisão durante cinco dias e não correu bem (não cedi, mas foi um inferno). Devemos ser razoáveis e realista naquilo que impomos.

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