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maternidade

a maravilhosa contradição de ser avó

li este artigo. leiam porque está maravilhoso – ainda que seja um exagero e possamos deixar mesmo alguns recados. passo a exemplificar.
a minha mãe – a minha querida e doce mãe sem qual a vida não teria a leveza que tem, não é só pelo que é directamente para mim mas também pela avó que é – era uma fundamentalista na questão da alimentação. o cenário era de tal forma que o meu pai tinha que comprar-me bolos às escondidas – mas falamos de um ou dois por ano. a avó dos meus filhos tem uma gaveta cheia de chocolates à disposição dos netos. falamos da mesma pessoa.
a avó dos meus filhos faz longos discursos contra a fast food e acha que é o máximo levá-los e obrigá-los a comer sopa antes das batatas fritas. no entanto, a mesma pessoa explica-me que os sumos quando dizem naturais – aqueles de pacote – não têm açúcar.
a minha mãe, quando eu levava um teste com 90% perguntava-me porque não tinha tido 100%. a avó dos meus filhos puxa-me a camisola quando o neto traz um 50% porque “coitadinho”.
a minha mãe explicava-me tudo sobre a vida desde sempre porque – obviamente – compreendia. a avó dos meus filhos, quando me vê zangada com o meu adolescente, explica-me que “o menino ainda não entende certas coisas”.

maternidade o meu diário

para a minha mãe e avós dos meus filhos…

 
tenho muita sorte, minha mãe. não é novidade, já o sei há muitos anos, sei-o desde que me lembro de ser gente. sempre tive um orgulho desmedido em ter-te como mãe. mesmo quando era uma adolescente parva e implicante. tenho muita sorte. e sou profundamente grata por isso. confirmei-o há quase 15 anos quando me levaste para o hospital para que nascesse o teu primeiro neto – apesar de ter sido obrigada a acordar-te para me levares ao hospital porque dormias profundamente. tive a certeza mais que absoluta quase, há quase seis anos, entraste a correr na sala de partos e me desta mão com muita força para que o Afonso nascesse. agradeço todos os dias em que te vejo ser avó – no amor infinito que tens pelos teus netos. e agradeço outra vez na forma como és avó dos meus filhos, protegendo-me como mãe e enquanto minha mãe.
 
obrigada minha mãe. e obrigada avó. amo-te [no plural: amamos-te].

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não quero saber se sou uma mãe perfeita…

não quero saber

escrevi esta frase, assim solta, como se resumisse tudo aquilo que sinto nisto de ter filhos. ser mãe é a minha espécie de bolha, o meu lado mais animal. ser mãe é aquilo que me obriga a parar. eu não quero saber se sou boa mãe. quero apenas que os meus filhos sejam felizes. e se fizer tudo mal feito mas resultar é isso que me interessa. e conto-vos um segredo. às vezes minto. quando sei que me vão criticar digo aquilo que querem ouvir: que já dorme sozinha e a noite toda, que comem sempre sopa e fruta, que nunca comem com o telemóvel ao pé…
eu não quero saber se sou boa mãe. mas quero – todos os dias – saber se estou a fazer o possível para ter filhos felizes. hoje e para o futuro.
 
“acreditamos que não existem mães perfeitas, apenas mães reais”, como diz Baby Dove.

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dia da mãe: oferecer um SPA com a nova linha da Douglas

oferecer

sugestões para oferecer? e atenção que dia da mãe são todos os dias!
todos os corpos precisam de miminhos por isso deixo-vos uma sugestão: a linha Home SPA da Douglas!
o nome diz tudo. no fundo, é criar um ambiente de SPA, sem ter de sair de casa [e a um preço bastante mais acessível]. há produtos para o banho, para depois do banho e ainda outros para completar o imaginário zen. cremes para o corpo, sais para o banho, sabonetes, óleos, cremes para as mãos, gel de banho, loções, velas e aromas. todos prometem hidratação intensa e todos prometem proporcionar um momento sem stress ou ansiedade. as mães agradecem e prometem partilhar com os pais.
há vários aromas nestes produtos exclusivos da Douglas para oferecer: Asia, Ayurveda, Amazonia e Hawaii.

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“não existem mães perfeitas, apenas mães reais”

mães perfeitas

“não existem mães perfeitas, apenas mães reais”
Ter três filhos com tanta diferença de idade é um desafio e um alívio.
Porquê um desafio? Porque todos precisam de coisas diferentes ao mesmo tempo. São etapas distintas. Porquê um alívio? Porque tenho quem me ajude [mesmo que para isso tenha que pedir, fazer chantagens e pagar tempo de babysitting].
São quase sempre fáceis os finais de dia porque quando o adolescente estuda , o Afonso brinca com a irmã, enquanto dou banho ao Afonso o Gonçalo pega na Maria Luiza, e muitas vezes a última sesta da Maria Luiza acontece enquanto preparo o jantar dos irmãos. Eu gostava de ser um polvo cheio de braços, ou uma mãe com ementas semanais e o jantar saudável já preparado em caixinhas de vidro meticulosamente arrumadas no frigorífico. Não sou. Mas encho-os de beijos. E rimos. E dançamos. E lemos histórias na cama depois de lavar os dentes.

 
Os filhos são todos diferentes. Nós também. E ainda bem, não é?
Hoje falo-vos da Baby Dove, uma marca de cuidados para bebé, que diz isso mesmo: “acreditamos que não existem mães perfeitas, apenas mães reais”. E repito: ainda bem.

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