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o meu diário

o que ando a ler? (com jeitinho chego a presidente!)

Hoje é dia de vídeo novo no youtube! Estava com dúvidas relativamente ao tema para a abertura do ano e decidi que íamos começar com livros. Porque ano novo significa vida nova e quem sabe sabe se um dia não chego a Presidente da República (ou, pelo menos da Junta). É isso: deixo-vos sugestões de leitura, com os 7 livros que me têm estado a acompanhar nos últimos tempos, uns para os miúdos, outros para adultos.
Há receitas, histórias de amor, histórias de Lisboa, de reis e rainhas [sou grande fã] ou ainda sobre casas [para quem não sabe, tenho uma pancada por casas e por isso é que existe a rubrica voyeurismo imobiliário].
Maria Luiza já começa a ser uma interveniente usual no canal e desta vez não falha.

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livros para crianças. o que não falta na mala para as férias

a fotografia foi tirada na biblioteca de Ferreira do Alentejo (viram no Instagram?). fomos lá duas vezes durante estas férias, descobrir livros novos e ler em voz alta. nada contra os computadores, os tablets, os jogos e os vídeos (antes pelo contrário, foi a prenda do Afonso pelos seus seis anos), mas os livros são insubstituíveis.
quando eu era miúda devorava livros. vivia dentro deles e viva as histórias que eles me contavam muito intensamente. acho que este – a viagem a outros mundos e a criatividade – é um dos elementos que torna a leitura tão importante. e isto aplica-se a adultos e crianças. além disso, podem ser um elo de ligação, seja na partilha daquilo que cada um lê, seja quando lemos ou ouvimos ler em voz alta. posso juntar este facto às coisas que não sabem sobre mim: a minha mãe leu-me à hora de deitar até eu sair de casa, com 19 anos. não era todas as noites mas pedia-lhe muitas vezes.
livros para crianças são brinquedos eternos. brinquedos pedagógicos, brinquedos criativos. brinquedos que nunca passam de moda e que nunca perdem a validade ou valor. e poucas coisas são tão fortes como as palavras. desde que somos pequeninos.
nas férias há (ainda) tempo para isto. para ler em conjunto, para lerem sozinhos. na praia, em casa, durante o dia ou à noite.

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fim de semana indoor: ver o “Capitão Cuecas” no cinema

ver o "Capitão Cuecas" no cinema [sugestão de fim de semana indoor]

cá em casa temos a colecção inteira dos livros “As Aventuras do Capitão Cuecas”, escritos pelo autor americano Dav Pilkey. os miúdos adoram e, como vos tenho estado a dizer nos últimos dias, acho que é mesmo importante pô-los a ler!
passados 16 anos do lançamento da primeira história do Capitão Cuecas, eis que chega o filme! [se nunca leram os livros, aproveitem a Feira do Livro que já começou]
a trama do filme é baseada no primeiro livro da colecção [ao todo, são mais de dez]: tudo começa no dia em os grandes amigos George e Harold – que passam os dias a criar histórias em banda desenhada e a planear partidas – hipnotizam, acidentalmente, o diretor da escola, que passa a acreditar que é um dos super-heróis criados pelos dois colegas – o Capitão Cuecas, uma personagem que luta pela justiça vestindo apenas umas cuecas e uma capa. tudo piora no dia em que a escola recebe um professor novo, que é afinal um cientista louco que procura vingança. os dois amigos e o Capitão Cuecas unem-se para travá-lo.
“Capitão Cuecas – o Filme” estreou esta quinta-feira. o filme é para miúdos, mas sejamos honestos: todos os adultos divertem-se a ver este tipo de filme de fantasia.

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sobre os livros na infância, sobre a feira do livro [e feliz dia da criança]

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a infância mergulhada no meio de livros. devorava-os. sentia as histórias como se fossem reais. vivia dentro delas: apaixonava-me por personagens, queria ser como elas, ter a vida delas. li toda a banda desenhada do Petzi, todos os livros do Colégio das Quatro Torres [o meu sonho era viver num colégio interno], li muito a Alice Vieira e depois o Triângulo Jota. os livros eram o meu mundo mágico. tudo era incrível.
hoje é tudo diferente. numa altura em que os computadores, telemóveis, tablets, internet e aplicações de jogos são as formas de entretenimento preferidas dos miúdos, nunca foi tão urgente incutir-lhes o gosto pela leitura [nunca obrigar mas sim de estimular].  uma vez enraizado, este hábito é capaz de perdurar uma vida inteira. e poucos hábitos são tão bons para a cabeça.
infelizmente sobra-me pouco tempo e pouca capacidade de concentração para ler. entre o trabalho, os miúdos e a casa é difícil. mas se há um hábito que faço por ter sempre, é o de ler histórias com os miúdos. acredito mesmo que os livros assumem um papel de grande importância na infância.

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sugestões: livros que valem a pena [agora só para os adultos]

sugestões de consumo: livros que valem a pena [agora só para os adultos]

já falámos de livros giros para ler aos miúdos antes de dormir e de livros obrigatórios para mães. hoje deixamos os filhos de lado, e focamo-nos só em nós. é isso: continuamos a falar de livros, mas desta vez só a pensar nos adultos. para ler depois da hora do caos, já na cama, nos transportes a caminho do trabalho ou ao fim de semana, quando há mais tempo.
ler é uma atividade quase terapêutica que nos ajuda a concentrar, a relaxar e a entrar numa espécie de outra dimensão [às vezes é preciso]. escolhi a ficção, porque nos ajudam a conhecer outras pessoas e a entrar nas suas vidas. de autores clássicos portugueses, à fantasia dos sul americanos, à história da China narrada na primeira pessoa ou ainda à mais demorada leitura russa.

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