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miúdos na internet: 9 cuidados que os pais podem ter

miúdos na internet: 9 cuidados que os pais podem ter

Escusado será dizer que a internet revolucionou o mundo, criou e alterou comportamentos. Que foi impulsionadora de mudanças profundas nas estruturas da sociedade. A internet está em todo o lado: em casa, no trabalho, na escola, até nos espaços públicos. Os miúdos crescem com ela, como nós crescemos com a televisão.
Crianças de 7 anos (ou menos!) anos dominam a internet e as tecnologias como (ou melhor que)  gente crescida. Sabem instalar aplicações, tirar fotografias, fazer vídeos, carregar ficheiros para plataformas, publicar e partilhar conteúdos. Dominam a linguagem e os símbolos. Sabem tudo.
Mas falta-lhes uma característica essencial para uma utilização consciente: não serem crianças. São um grupo vulnerável, mais frágil que não sabe distinguir bem aquilo que é seguro e não é.
Isolá-las deste universo não é uma alternativa e não é sequer bom porque significa mantê-las numa bolha. Mas sabemos que a internet tem um lado perverso. Por isso, é importante precaver, prevenir e garantir que a utilização é o mais segura e controlada possível.
1. Os pais devem conhecer todas as passwords
A privacidade é um conceito muito bonito, mas não é compatível com internet e crianças. Conhecer as passwords é uma forma de prevenir, de proteger, de segurança. Porque ninguém está livre de nada e aqui o controlo é essencial.
2.

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incomoda-me expor os meus filhos na internet?

soube por uma leitora (obrigada pela mensagem) que a Maria Luiza tinha sido referida no programa “Passadeira Vermelha” a propósito do tema “expor ou não expor os filhos/as crianças na internet”. acho que nunca falei deste tema aqui no blog, embora tenho falado imenso enquanto participei no “Não Faz Sentido” na Sic Mulher.
eu acho que em tudo aquilo que envolve os filhos, considerando pais sensatos e responsáveis, cada um sabe de si. os argumentos que possa ter para que não me incomode mostrar a Maria Luiza são tão válidos como as razões que levam outros pais a não querer que os seus filhos apareçam nas redes sociais.
posto isto, porque é que não me incomoda expor os meus filhos na internet? (porque por muito que não goste da palavra exposição é a única apropriada.)
por partes, a afirmação não pode ser generalizada. os meus filhos têm vontade própria em relação à sua imagem e, a partir do momento em que a expressam, eu respeito-a. o Afonso adora aparecer, o Gonçalo detesta. a Maria Luiza não fala. assim sendo, de uma forma muito natural, aparece. tenho os meus limites, as coisa com que me sinto bem, não gosto de nudez, por exemplo. no dia em a Maria Luiza disser que não quer aparecer, não aparece.

maternidade

sempre ligados….

hoje estive no programa Faz Sentido, na Sic Mulher, a propósito do livro #Geração Cordão – A Geração Que Não Desliga! da psicóloga Ivone Patrão.
A tecnologia passou a controlar as nossas vidas? Conseguirão os nossos jovens algum dia desligar? Como pais, que modelos estamos a passar? E a escola, qual o papel a desenvolver? O mundo mudou! Todos estamos mais ligados! E é esta ligação que está na base da Geração Cordão. Desta geração fazem parte os jovens que não conseguem desligar nem por um segundo: estão sempre online, comunicam online, passam horas imersos nas redes sociais com os amigos ou em jogos online, completamente alheios ao resto do mundo. Até que ponto será saudável? Como pais estaremos a agir bem? Como devemos gerir esta vontade de estar sempre conectado? Quando dizer que já chega? Estaremos nós a dar o melhor exemplo aos nossos filhos? O que podem as escolas e as comunidades fazer para melhor gerir a tecnologia na vida dos jovens?

cá em casa tenho três filhos em idades completamente diferentes:
– um adolescente que, se puder está sempre com o telemóvel como prolongamento do braço
– um miúdo de 5 anos que quer ser youtuber quando for grande, aprendeu a ler aos 4 anos, que em vez de dizer “a bola é minha” diz “assim sais do meu canal”.

o meu diário

“conheceste o teu marido na internet?”

ontem fui ao programa Grande Tarde falar da minha história de amor. o convite surgiu a propósito de uma grande reportagem da jornalista Raquel Marinho – Tu que buscas companhia – sobre as novas aplicações para encontros. o A. não tinha visto a reportagem mas ontem viu o programa e esta manhã repetia: onde encontraste o Pedro? como se fosse uma piada.
é verdade, eu e o Pedro cruzamos-nos na internet. digo que nos cruzámos porque falámos muito pouco de forma virtual. foi uma sorte. é aquilo que repetimos muitas vezes. mas acho que nisso, seja na internet, seja na vida real, num jantar de amigos comuns ou no local de trabalho, é uma questão de oportunidade e momento. e conseguir tudo isso, é uma sorte.
fica o link de ontem, eu tenho alguma dificuldade em aceitar o tamanho das minhas bochechas 🙂 mas a declaração do Pedro valeu todas as caras tontas que fiz para tentar controlar a emoção.

o meu diário

Oh, tão produtivos que nós somos!

Eu não tenho nada contra as redes sociais, antes pelo contrário. Sou uma utilizadora ativa, permitem-me estar em contacto com amigos que estão longe e ir sabendo as novidades do mundo de forma mais simples. Mas, para algumas supostas notícias, era verdadeiramente dispensáveis. E a sua partilha – e a facilidade com que é possível carregar no botão “share” — pior ainda.
As redes sociais, cada uma à sua maneira, podem ser uma forma de facilitar a comunicação desde que usadas da forma correta. O que é, na minha opinião, usar as redes sociais de forma correta? Primeiro, e antes de qualquer outra coisa, ter consciência de que na internet não existe privacidade, por muitas definições e opções em que cliquemos. Segundo, e isto serve para tudo o resto, usar cada rede de acordo com os seus objetivos profissionais, convívio, encontros, com o mesmo respeito com que tratamos estes assuntos na vida real.
Apesar de reconhecer as vantagens também vejo que os espaços virtuais de exposição – nesta falsa proteção ou máscara que é um ecrã de computador – agravaram o nosso espírito crítico e maldizente.
Existe uma quantidade de tomadas de posição radicais que, se existissem nas ruas, por exemplo pelo direito as 35 horas semanais de trabalho, já nem trabalhávamos 25.

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