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maternidade o meu diário

Lista dos momentos mais românticos que já passei com o meu homem

lista

já tinha este post escrito e agendado quando encontrei este texto da Catarina. e pensei: pronto, pelo menos não somos os únicos! esta é uma lista verdadeiramente importante. desde que a Maria Luiza nasceu, e nos tornamos uma enorme família de seis mais dois cães, que o tempo que temos como casal, assim tipo sozinhos, é reduzido, bastante reduzido. até podia dizer que é quase nada mas, ainda assim, vamos tentando umas horas para os nosso encontros românticos, tipo:
– ir ao supermercado às compras porque não há nada em casa;
– ir às finanças porque surgiu um problema inadiável;
– ir à oficina fazer uma coisa rápida e ficar a ouvir o Pedro falar com o senhor horas sem fim (sobre a excelente compra que fez há uns meses e que vive na oficina em vez de viver connosco);
– ir rapar o cabelo porque o homem não se safou dos piolhos;
– levantar encomendas nos correios;
– aspirar o carro (porque eu sinto que há piolhos em todos o lado);
– almoçar fora e começar a mostrar vídeos da miúda um ao outro.
isto tem tudo para dar asneira Pedro!
calma! já fomos duas vezes ao motel porque quando a babysitter fica não temos casa. pode ser que nos safemos. e fiquei a pensar que esta lista dá um vídeo maravilhoso. vou tratar disso! atenção que 2ª feira há vídeo novo.

viver saudável

Mulheres: o direito a ser mais do que reprodutoras!

mulheres

Homens e Mulheres são seres multidimensionais que merecem olhar para si mesmos e serem olhados pelos outros precisamente enquanto tal. Encerramos em nós inúmeras potencialidades que continuam a desafiar limites. É importante não nos reduzirmos nem nos deixarmos reduzir apenas a parcelas da nossa existência.
Enquanto Psicóloga Clínica e mulher confronto-me frequentemente com relatos e situações de invasão da privacidade e liberdade individual. Numa temática em particular, este trespassar dos limites pode revelar-se particularmente doloroso e desafiante: a questão de ter filhos.
Tenho acompanhado diversas mulheres em idade fértil que se confrontam com batalhas para conseguir engravidar, umas mais bem sucedidas do que outras. Outras mulheres enfrentam outro tipo de batalha: afirmar sem vergonhas que não querem ter filhos, independentemente de estarem numa relação amorosa ou não. Parecem-nos realidades muito distintas, ainda que ambas se toquem num mesmo aspecto: o sofrimento causado pela intolerância em seu redor.
Histórias reais
Diana – a luta por um sonho de maternidade adiado
Vou falar-vos da Diana (nome alterado), que tem 33 anos e luta há cinco anos para conseguir engravidar.

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quem é que mais gosta de alimentar os bebés?

alimentar os bebés

Quem é que mais gosta de alimentar os bebés? A resposta é fácil!

Este vídeo já tem algumas semanas. É assim que percebemos como os nossos bebés crescem depressa. Apesar das semanas que já se passaram a verdade é absoluta cá em casa e mantêm-se: ninguém gosta tanto de ver a Maria Luiza comer como a avó! A minha mãe tem sido assim como todos os netos e com o Afonso introdução alimentar fez-se mesmo numas férias com ela. A nossa miúda gosta de comer, muito mais que os irmãos, e simplifica a tarefa.
Mas simplificar é também a minha palavra de ordem nisto dos filhos. E ter uma papa rápida e fácil de preparar dá sempre jeito – principalmente nas primeiras vezes em que ficou com a avó e sabíamos que a Maria Luiza comia de certeza.

A papa do vídeo é a Nutribén 8 cereais e mel com leite adaptado, uma papa láctea sendo necessário adicionar apenas água.

maternidade

queridas mães de bebés – e crianças pequenas – que acordam várias vezes à noite…

alimentar os bebés

esta manhã depois de me lamentar, na mensagem matinal à minha mãe, que estava cheia de sono, ela respondeu:
– temos que fazer alguma coisa! – referindo-se aos acordares da Maria Luíza
aquilo enervou-me. sendo a minha boa disposição inversamente proporcional ao sono que tenho aquilo enervou-me muito. e lembrei-me quando, aos 24 anos, acabadinha de ser mãe do G. acreditava que toda a gente sabia mais do que eu e que tinham todos uma solução milagrosa para tudo. a minha mãe referia-se à sua preocupação com meu cansaço e não a nenhuma atitude em relação à bebé. eu demorei umas quantas mensagens – ainda zangada – a perceber isso. as zangas com a minha mãe na idade adulta são muito curtas – primeiro porque já nos conhecemos e segundo porque lhe sou muito grata.
voltemos ao sono. este que me presenteou com uma neura memorável. o sono é uma merda. não é por acaso que manter alguém acordado é uma das técnicas de tortura mais eficazes. uma pessoa com sono fica desesperada e passa a acreditar seja no que for que lhe dê a menor esperança de poder dormir. e nós, mães de bebés que não dormem a noite toda – nem perto disso -, passamos a sentir que somos as únicas neste mundo. e nós, mães de bebés que não dormem a noite toda, começamos a acreditar que estamos a fazer qualquer coisa errada.

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para a minha mãe e avós dos meus filhos…

 
tenho muita sorte, minha mãe. não é novidade, já o sei há muitos anos, sei-o desde que me lembro de ser gente. sempre tive um orgulho desmedido em ter-te como mãe. mesmo quando era uma adolescente parva e implicante. tenho muita sorte. e sou profundamente grata por isso. confirmei-o há quase 15 anos quando me levaste para o hospital para que nascesse o teu primeiro neto – apesar de ter sido obrigada a acordar-te para me levares ao hospital porque dormias profundamente. tive a certeza mais que absoluta quase, há quase seis anos, entraste a correr na sala de partos e me desta mão com muita força para que o Afonso nascesse. agradeço todos os dias em que te vejo ser avó – no amor infinito que tens pelos teus netos. e agradeço outra vez na forma como és avó dos meus filhos, protegendo-me como mãe e enquanto minha mãe.
 
obrigada minha mãe. e obrigada avó. amo-te [no plural: amamos-te].

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