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maternidade viver saudável

vamos falar de contracepção.

falar sobre filhos é importante mas falar sobre contracepção também. existem muito métodos disponíveis e, falo por mim, nem eu tinha noção das inúmeras opções. cada caso é um caso e cada pessoa [mais mulheres porque a maioria das opções são para elas] tem a sua preferência [e as suas limitações físicas]. 
no site www.contracepcao.pt podem ter acesso a todos os métodos contraceptivos e às perguntas mais frequentes sobre os mesmos.
Adesivo
Método contracetivo de utilização semanal. É um método de contraceção constituído por um adesivo fino e impregnado de hormonas que são continuamente transferidas através da pele para a corrente sanguínea. Estas hormonas são idênticas às que se encontram presentes na pílula contracetiva combinada – progestagénio e estrogénio. Tem eficácia de 99%. Existem algumas opções no mercado, um mais pequeno, transparente, redondo e com baixa dosagem.
Anel
É um contracetivo hormonal combinado, de administração por via vaginal. É um anel flexível, suave e transparente com 5 cm de diâmetro, que contém duas hormonas: estrogénio e progestagénio [entram em circulação através da absorção feito nos vasos sanguíneos existentes na vagina].

maternidade

culpemos as hormonas…. I

comovo-me imenso com as coisas que os meus filhos grandes dizem sobre este que cresce dentro de mim. não sendo naturalmente “maricas” posso culpar as hormonas. o G. é muito doce e protector – queria muito mais um irmão e tem sido, assim como foi quando fiquei grávida do A. um enorme apoio. o A. é mais independente, mais bruto, e só dá mimo quando quer [na verdade o A. é igual a mim].
o A. foi-se adaptando à ideia de um bebé até que, num destes domingos, quando voltou de casa do pai, disse-me:
-eu estive a pensar e esta banheira não tem protecção para o bebé. temos que comprar uma para ele.
-pois não.
-temos que comprar uma.
-pois temos.
-e estive a pensar… o bebé pode dormir comigo?
-porquê meu amor?
-quero dar-lhe beijos e cantar-lhe canções.

maternidade o meu diário

“mais um filho? sua irresponsável.”

“E ainda pensa em ter outro filho. Muito bem. Grande gestora.” Agradeço a preocupação desta leitora face à minha crónica da semana – sobre as angústias da instabilidade – mas tenho duas más notícias para lhe dar. Primeiro que tudo, confirmando a sua teoria de má gestão da economia doméstica: já não são planos, estou mesmo grávida. Imagine a loucura! Segundo, sem pretensões, a melhor empresa do ano – e concordando em absoluto com a Rita Ferro Alvim para quem “uma família é como uma empresa” – , afirmo-lhe: gerir é muito mais que fazer contas.
Pensei (pensámos) antes da decisão de tentar ter este filho. Poderia dizer “bastante” mas estaria a mentir. Pesámos os prós e os contras, que é como quem diz, as certezas e as dificuldades. Criar filhos custa dinheiro. É uma verdade inquestionável. Criar filhos pode custar muito ou pouco dinheiro, dependendo das opções de cada família. Mas tem sempre subjacente a preocupação de uma poupança para alguma eventualidade.
Quando pensei (pensámos) em ter mais um filho, o dinheiro não estava no topo das nossas preocupações. E explico porquê. Apesar das minhas limitadas capacidades de gestão e da minha assumida angústia perante a instabilidade, tenho poupanças.

maternidade o meu diário

ainda sobre estas [quase] 14 semanas

tento tomar nota de tudo, tipo diário de bordo, nesta gravidez. ajuda a acalmar uma ansiedade que eu nem sabia existir. a idade traz-nos serenidade mas também nos torna mais conscientes.
houve um momento em que passámos a desejar um filho. fazia sentido. adiávamos a viagem à Austrália e esses sonhos de adultos independentes. adiávamos a recuperação de uma autocaravana e muitos quilómetros na estrada com ondas e caracteres. ou talvez não adiássemos nada disso e conseguíssemos conciliar tudo noutros formatos. e os fins de semana em que não há miúdos? em que relaxamos porque sei que estão com os melhores pais do mundo? logo vemos, organizamos as coisas, depois cresce. e o dinheiro, caramba que isto não anda numa fase assim tão boa, como fazemos? esticamos, pedimos ajuda, usamos o que já existe. houve um momento em que passámos a desejar um filho nosso. mais um filho nosso.

esta é a parte romântica – fica bem com a fotografia. depois posso juntar os enjoos que me levaram à cama, quebras de tensão incapacitadoras, desejos de comida completamente “ao lado” e crises de intestino nada bonitas -sequer, de referir. como dizem os livros às 11 semanas tudo começou a melhorar e, com excepção das quebras de tensão [antes baixa que alta] às 12 semanas voltei a ver a luz.
o G.

maternidade o meu diário

querido diário…. 14 semanas (começa o diário de uma gravidez)

começa o diário de uma gravidez.

custou-me tanto não escrever aqui desde o instante em que vi o teste de gravidez positivo. mas dizem que devemos esperar até ter a certeza que está tudo bem e foi assim que fiz. mas o que se escreve num diário quando não podemos contar aquilo que de mais importante acontece na nossa vida?
são quase 14 semanas de uma criatura pequenina e perfeitinha. esperei pelas medições importantes e respirei de alívio. depois vimos cada pedacinho: os pés, os braços, as pernas esticadas e dobradas, a mãozinha na boca, o nariz igual ao meu e ao dos irmãos. estou infinitamente feliz. estamos infinitamente felizes.
e agora, de regresso em pleno a este espaço que é o meu diário, poderei contar as minhas alegrias e angústias.
estou infinitamente feliz. mas, acima de tudo, assim no plural, estamos infinitamente felizes.
 
começa o diário de uma gravidez.

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