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Quais são as melhores cidades para viver em família?

melhores cidades para viver

Adoro Portugal, adoro viver em Lisboa, mas também adoro viajar. Acho mesmo que poupar para passear fora do País é um investimento com benefícios maravilhosos. A nossa última viagem foi a Londres, onde passámos o Natal em família. Esta quinta conto-vos tudo ao pormenor, com muitas dicas práticas e sugestões de sítios para passear.
Em novembro de 2017 a Homeday divulgou um ranking com as 100 melhores cidades para viver em família. Nos critérios foram avaliados aspetos (numa escala de 1 a 10) como a segurança, o custo de vida, a poluição, o sistema de educação, transportes, poluição, a existência de espaços verdes, o emprego ou a felicidade dos habitantes.
Como é que se realizou esta investigação? A plataforma perguntou a centenas de pais quais é que são os fatores mais importantes para criar uma criança na cidade. Descobriram, por exemplo, que a capacidade para comprar uma casa o acesso a bons sistemas de ensino estão no topo das prioridades. A partir daqui, determinaram as principais categorias para o estudo, com as quais analisaram milhares de cidades do mundo. Assim seleccionaram as 100 melhores.
Partilho convosco os 10 melhores deste índice por dois motivos: podem estar a pensar em mudar-se e podem estar à procura de um destino urbano de férias, mas que seja “family friendly”.

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5 dicas para aguentar os miúdos nas férias do Natal

férias de natal

Não há aulas. Os miúdos estão de férias. Há um misto de emoções entre a vontade de estar com os miúdos sem a logística do dia a dia e a realidades dos factos. Primeiro nem todos os pais têm férias quando os miúdos não têm escola. Segundo, muitas horas seguidos com crianças exigem gestão e criatividade. Ou arriscamo-nos a ver o lado negro da força.
Para os pais que trabalham fora de casa, a solução imediata passa por deixá-los com os avós, tios ou em atividades da escola [que é logo a primeira dica]. Mas, até para os fins de semana e feriados,  ficam 5 dicas práticas para passar pelas férias de Natal com o menor sofrimento possível – e aproveitar da melhor forma o tempo com a família.
 
1. Escola
Regra número um: para os miúdos que já andam na escola, é deixá-los lá sempre que estiver aberta nas férias. Toda a gente ganha: nós, pais, saúde e tempo para as nossas tarefas e eles, crianças cheias de energia, brincam com miúdos da idade deles, cansam-se, divertem-se e escusam de estar fechados o dia todo em casa. Por cá fazemos um 50/50. O Afonso faz um 50/50, vai os primeiros dias à escola e depois fica em casa (aproveitar para ir ver o pai e matar saudades das avós).
 
2. Dormir
Dormimos muito! Acordamos o mais tarde possível – o que não significa que seja, de facto, tarde, mas é mais do que o normal.

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12 coisas a evitar depois de noites sem dormir por culpa dos nossos bebés

noites sem dormir

Atenção que não me estou a queixar do cansaço!!!! Mas que ando cheia de sono, ando (abriu a época da tosse e eu tenho uma relação complicada com este barulho, talvez pelos sustos que apanhei com o Gonçalo – que tem asma – e há um ano com a Maria Luiza). Falávamos de sono. Encontrei este artigo no “Metro” e achei fenomenal. Dedico-o a todas as mães que têm filhos que não dormem e que não deixam dormir. Dedico-o a quem entra frequentemente em modo zombie irritado com carências graves de memória a curto prazo, fruto da falta de sono e consequente cansaço excessivo. Uma espécie de manual de sobrevivência para ler com a o sensor de ironia ligado, com tudo aquilo que devemos parar de tentar fazer depois daquelas noites em branco, sem dormir – por culpa do bebé ou crianças pequenas.
Foi escrito em tom de brincadeira mas eu acho que deve ser tudo levado muito a sério!
 
1. Sair de casa. Há pessoas na rua e é possível que falem connosco.
 
2. Cozinhar. Nada de forno, nada de fogão, facas, frigideiras, panelas ou refogados. Fiquem-se pelas torradas, que é como quem diz, uma fatia de pão com manteiga [toda a manteiga que quiserem] chega.
 
3. Ir ao parque [ou a qualquer outro sítio com crianças]. No parque há bebés que dormiram a noite toda.

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O que levo na mala do bebé quando saio com a Maria Luiza no inverno?

meias quentinhas

Dezembro: já há frio e ainda bem! Queremos Outono com aspecto de Outono. Como diziam umas velhinhas que viviam ao pé de mim em Almada: “desde que o homem foi à Lua que o tempo ficou todo estragado”.
Mas quando as temperaturas baixam e se fazem sentir diferenças bruscas, é sempre bom andar prevenida e evitar possíveis desastres (tipo a família toda doente). Quem tem famílias grandes sabe que este problema é agravado pela sequência terrível quando todos conseguem apanhar o mesmo mas em sequência.
Hoje vamos falar de passeios e daquilo que anda comigo quando saio com a Maria Luiza (para o Afonso também ainda levo algumas coisas).  Roupa, higiene e distracções. São os três elementos que devem compor a mochila de quem tem filhos pequenos. Com o frio, convém que haja sempre agasalhos extra (tipo gorro, camisola ou casaco). Serve para a Maria Luiza e para o Afonso, não queremos correr o risco que eles apanhem frio e fiquem doentes. Uma dica: meias secas, não ocupam espaço e fazem a diferença depois de uma chuvada ou de uma brincadeira no parque num dia frio.
Independentemente da estação, levo fraldas (quem tem miúdos maiorzinhos pode levar uma muda de cuecas), toalhitas e brinquedos leves e fáceis de transportar que podem ser uma grande ajuda para os distrair.

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perguntar a quem sabe: falar sobre o amor com o Dr. José Gameiro

josé gameiro

Como vos dizia no Instagram, se há coisa que me faz feliz é aprender com quem sabe mais do que eu. Neste caso, falo do Dr. José Gameiro, autor de um dos meus livros preferidos. Chama-se “Talvez para Sempre” é da Matéria Prima e é um dos que está na minha mesa de cabeceira. Entre as frases, a escrita ou a história, é absolutamente maravilhoso. Aconselho vivamente.
Passei uma manhã muito especial e sinto-me uma privilegiada por ter tido a oportunidade de ter uma conversa tão boa. Ainda por cima quando se trata de um tema que me diz tanto. Para quem não sabe, além de autor, o Dr. José Gameiro é psiquiatra, membro fundador do Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar e é especializado em terapia de casal há mais de 30 anos. São mais de 3 décadas a escutar homens e mulheres que se debatem com problemas e atravessam períodos complicados nas relações. São centenas e centenas de histórias, são muitas horas de análise. Muito tempo dedicado ao amor, ao desaparecimento dele, à compreensão do impacto que a vida familiar tem no casal [sobretudo, quando há famílias cada vez mais complexas e ramificadas], à infidelidade e às diferenças entre homens, mulheres e pessoas, no geral.
Falámos um pouco sobre todos estes temas. Durou uma manhã, mas por mim tinha ficado ali o dia todo.  A conversa foi tão boa que decidi parti-la em dois vídeos.

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