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infantário: “infectário” ou alívio?

estamos quase a entrar no novo ciclo letivo. a esta hora muitos pais estão a preparar-se para viver uma nova fase com os miúdos.
a entrada no infantário, seja o primeiro ou segundo ou décimo quarto filho, mistura vários sentimentos. sentimos medo por eles. temos receio que não se adaptem, que alguma coisa lhes aconteça. sentimos insegurança, quer seja pela escolha do local ou porque temos de entregar o nosso filho aos cuidados de outra pessoa, quase sempre desconhecida. sentimos angústia, sobretudo quando eles choram, nos primeiros dias. mas também sentimos alívio por termos mais tempo para nos dedicarmos a outras coisas. e por sentirmos alívio, sentimos culpa. é um ciclo confuso – mais para umas pessoas, do que para outra, mas é também um ciclo normal.
já passei por esta fase duas vezes: primeiro com o Gonçalo e depois com o Afonso. foram dois casos diferentes: quando tive o Gonçalo trabalhava fora de casa. com o Afonso já geria o meu tempo e fazia do meu quarto a minha secretária. o Gonçalo foi para a escola com meses, o Afonso tinha quase 3 anos. realidades diferentes, com coisas boas e dificuldades diferentes.
ficam algumas dicas. aquelas que seguirei quando chegar a vez da Maria Luiza.
 
⦁ como escolher a escola?
esta é a primeira decisão.

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quem já tem tudo preparado para o primeiro dia de aulas?

quem já tem tudo preparado

eu já disse mas repito: adoro o regresso às aulas. é a emoção dos recomeços, dos cadernos brancos, das coisas novas! voltam a ver os amigos, conhecem ou reencontram professores, abrem os livros novos. todos os anos, há novos primeiros dias de escola. e são sempre especiais.
 

 
o primeiro dia é o primeiro dia, é um novo ciclo e para o assinalar é bom dar-lhes uma roupa especial – para se sentirem felizes a ir para a escola, seguros e alegres.
estilo: início em grande!
 

 
porque poupar no orçamento familiar é importante, lembro-vos que, a H&M está com uma campanha de 20% de desconto em todo o departamento de criança, caso comprem 40€ ou mais – começou a 4 e termina a 17 de setembro.
 
mas esta é também a altura para o regresso às rotinas normais, às arrumações dos roupeiros e à constatação que cresceram imenso durante o Verão e precisam de roupa nova. aproveitem a campanha para as compras necessárias para o outono e inverno.

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já estamos no espírito do regresso às aulas?

espírito do regresso às aulas

estamos quase em Setembro! já estamos no espírito do regresso às aulas?
venha o mês de todas as contradições: a tristeza porque as férias acaba, e o alívio porque a escola recomeça, as saudades dos dias na praia e as saudades dos colegas (para eles) e as saudades de tempo sem filhos (para nós), a falta do calor e vontade que o calor alívio, as saudades dos pés descalços e a vontade de comprar botas (falo por mim), o desespero pelo mês de todos os gastos e a vontade de ir às compras.
 
e ficam as sugestões para o ano lectivo quase a começar. para verem mais basta clicarem nas peças da imagem.

maternidade viver mais com menos

regresso às aulas [dicas de poupança]

Acaba o mês de Agosto, aproxima-se Setembro, e o tema é o maior lugar comum da época mas é inevitável: vou escrever-vos sobre o regresso às aulas, ou seja, sobre o apelo consumista do material escolar e sobre a tentativa (necessária ainda que difícil) de poupar nesta altura do ano.
Importante referir que faço parte ido grupo de pessoas que fica encantada com tudo o que sejam canetas, cadernos, post-its e restantes artigos de papelaria. Enquanto andava na escola era conhecida pelos meus apontamentos organizadas e imaculados e pela minha agenda irrepreensivelmente escrita com canetas de todas as cores. Hoje em dia sou um bocadinho mais caótica mas não prescindo da agenda nem das canetas coloridas (podia ir mais longe e explicar-vos que só escrevo com canetas de determinadas espessuras mas depois corria o risco de parecer ligeiramente paranóica).
Apesar do meu fascínio pelo mundo dos consumíveis ser enorme, o meu orçamento no final de Agosto é minúsculo. A conjugação destes dois factos obriga-me a alguns princípios: 
 

As malas da escola devem durar pelo menos quatro anos. Não ceder a desejos estranho que impliquem modas passageiras e optar por uma mochila neutra e resistente. Isto serve para o estojo também.
Nem sempre o material escolar mais barato significa poupança.

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pensar a escola: primeiro mudava as condições dos pais

É sempre a mesma conversa: bom mesmo era se não existissem trabalhos de casa, nem testes, nem exames. O ideal era andar na escola apenas a meio tempo. Já sei, já sei, na Finlândia é que é! Brincam muito mais do que estudam e não são obrigados a nada.
Se sou a favor dos trabalhos de casa? Sim, se forem um desafio para a criança testar aquilo que já sabe fora da sala de aula. Os trabalhos de casa não são uma tarefa dos pais, nem uma folha para entregar e ter 100% para mostrar que se sabe. Os trabalhos de casa são um exercício de autonomia e, se não houve capacidade ou tempo para serem feitos, deve ser essa a informação que a criança transmite ao professor. O problema não está nos trabalhos de casa mas na forma como são encarados.
Se sou a favor de exames? Sim, se forem um momento de avaliação imparcial e uma aprendizagem sobre a gestão da ansiedade e o stress de um momento solene. Não será assim pela nossa vida fora? Sou contra que os exames determinem uma nota final porque há imensos fatores que avaliam um aluno e não apenas um exame. Aliás, até a entrada para o ensino superior, quando já somos mais crescidos, deveria passar por um conversa e análise de percurso. Somos muito mais do que a nota de um exame.
Se era bom que as crianças pudessem andar na escola apenas metade do dia? Era perfeito.

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