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Perguntar a quem sabe: só tenho resultados se contar calorias?

contar calorias

Hoje o Nuno Martins do Online Coaching – um serviço que acompanha, motiva e ajuda pessoas a atingirem os seus objetivos – fala-nos sobre peso, sobre alimentação e sobre ter uma consciência real daquilo que comemos, ou seja, sobre uma noção realista de quanta energia estamos a consumir sempre que ingerimos um alimento. Contar calorias pode parecer excessivo, mas pode também ser uma boa ferramenta para ajudar a atingir objetivos. O principal é saber utilizar esta táctica de forma correta, sem obsessões ou fundamentalismos. Ele explica tudo!
 
Como falámos na publicação anterior, ser flexível não implica que uma pessoa conte calorias. Por outro lado, uma pessoa que conte calorias também não é obrigatoriamente flexível.

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Dia Mundial da Alimentação: onde está o equilíbrio?

custa falar de outro assunto que não sejam os fogos mas ontem foi o Dia Mundial da Alimentação e eu não queria deixar passar sem dizer algumas coisas.
há quatro anos a minha vida mudou. por esta altura enfrentava os meus fantasmas e descobria o poder dos alimentos. há quatro anos por esta altura tomava consciência que alimentar-me à base de cereais de pequeno almoço e leite a todas as refeições, intercalado com pão e nutella não era uma forma saudável de viver. há quatro ano aprendi que somos mesmo aquilo que comemos.
há quatro anos achei que nunca mais comeria cereais de pequeno almoço e leite a todas as refeições, intercalado com pão e nutella. nunca mais.
aprendi muito nestes quatro anos. aprendo todos os dias. e não tenho qualquer dúvida que o mais importante que aprendi chama-se consciência alimentar. há dias em que ainda como cereais de pequeno almoço e leite a todas as refeições, intercalado com pão e nutella. sei que, apesar de me alimentar as birras, as neuras e as ansiedades durante dez minutos, não alimentam mais nada. aprendi a conhecer os nutrientes. aprendi que existi equilíbrio.
há quatro anos fiquei ligeiramente fundamentalista. não me arrependo. foi uma fase e foi fundamental.

maternidade o meu diário

sempre à procura do equilíbrio

A minha filha fez quatro meses. Olho para ela e penso como ainda é pequenina. Não é novidade, foi igual com os meus filhos rapazes. E é nesta altura que volto a fazer contas à vida para poder ficar em casa até ela crescer e não me parecer tão pequena para ir para a escola. Também já sei que vai sempre parecer pequenina mas isso é outra conversa.
Nesta altura a minha mãe dirá:
– Tu foste para a escola tinhas três meses!
É verdade. Fui com três meses porque a licença era essa e a minha mãe tinha mesmo que ir trabalhar. Não existia alternativa. E correu tudo bem na mesma. E eu sei, sei mesmo, que a maioria das pessoas nem sequer podem perder tempo com estes pensamentos.
A minha alternativa existe porque posso trabalhar em casa e isso é um enorme privilégio mesmo quando os fins de semana se misturam nos outros dias e não existe uma porta para fechar e dizer: “até amanhã trabalho”. Mas esta alternativa exige fazer contas à vida. Sejamos realistas, com um bebé em casa a capacidade de produção é muito reduzida e, se trabalho menos, recebo menos. Mas, mesmo trabalhando menos, (este ano) pago o mesmo à Segurança Social, ao senhorio da casa onde vivo, nas contas da luz e da água, e no supermercado até pago mais porque trabalhar em casa dá fome e amamentar também, o que me transforma numa máquina de comer.

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