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33 lições que aprendi em… [vá aqui são 39 anos]

33 lições

encontrei esta lista de 33 lições do Gustavo Tanaka, no Medium, e adorei. identifiquei-me com a maioria. há coisas que mudam mesmo, quer seja em relação às prioridades, à forma como olhamos para os outros, para o trabalho, para os fracassos,  para o nosso corpo e para tudo aquilo que nos rodeia.
para lerem e pensarem naquelas que forem mais importantes para vocês. e mudarem aquilo que valer a pena. Setembro tem sabor a ano novo, por isso é uma boa altura para fazer resoluções. 
aqui fica:
 
1 —  Abrir mão do controlo
A vida já me mostrou várias vezes que eu não controlo tudo. Não sou eu que escolho como e quando  é que as coisas vão acontecer. Isto fez com que eu aprendesse a confiar na existência de uma inteligência maior que move todas as peças e que sabe quando e como é que as coisas devem acontecer. sabem aquele frase: a vida resolve-se sozinha? é isto: aceitar que às vezes temos mesmo que estar quietos.
 
2- Respeitar os mais velhos
Existe uma ordem na vida. E nessa ordem, temos que honrar quem chegou antes. Até podemos saber muitas coisas, até podemos ter estudado muito, mas a verdade é que vivemos menos do que quem é mais velho. E nenhum conhecimento vale mais do que a vivência. Devemos aprender com os mais velhos e ensinar os mais novos.

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se tenho saudades do blog como era há doze anos?

tenho saudades

há doze anos. e doze anos são uma vida. aliás em doze anos cabem vidas infinitas. há doze anos as caixas de comentários deste blog eram um mundo e tinham vida própria. eu tenho saudades. tantas. assim como tenho saudades do Chiado quando a redacção ainda cheirava a fumo dos cigarros queimados à velocidade dos caracteres em hora de fecho. já sei, já sei, eu tenho saudades de tudo. e tenho mesmo. uma leitora dizia-me que tinha saudade do blog antes da publicidade. eu também sinto falta dos blogues como eram há doze anos. antes do facebook. tenho saudades das caixas de comentários cheios de conversas boas. hoje em dia as caixas de comentários enchem-se apenas em posts polémicos. e tenho saudades de escrever no blog quando era lida por poucas pessoas. tenho saudades de escrever tudo sem medir as palavras.
mas [o mas que muda tudo] doze anos é muito tempo. nestes doze anos fui jornalista, trabalhei em comunicação, estive desempregada e editei três livros. nestes doze anos juntei dois filhos ao meu filho agora grande. em doze anos ganhei muitos leitores, mesmo muitos. eu gosto muito que me leiam ou escreveria as minhas memórias num caderno de papel. em dez anos fui aceitando parcerias comerciais porque me permitem trabalhar através de casa e estar mais presente na vida dos meus filhos.

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viver a vida mais devagar…

vida mais devagar

eu ainda não sei como se faz isso de viver a vida mais devagar mas estou a tentar todos os dias. às vezes queixo-me de “falta de tempo” para me sentar ao computador e acabar um texto mas não é bem assim. eu tenho tempo mas tento geri-lo da forma que acredito ser a melhor e, respeitando estas prioridades, às vezes faltam-me horas para me sentar a escrever.
um dos meus grandes objectivos de vida é abrandar – não gosto de estrangeirismos mas gosto da palavra “slow”. tenho uma espécie de compromisso comigo de organizar os meus dias para não andar sempre a correr [tendo o enorme privilégio de trabalhar em casa posso ser a fazer essa planificação]. há muitas coisas que não aceito porque sei que significam não ter tempo de qualidade em família. os finais de dia são dos meus filhos: servem para estudar, conversar, brincar, dar jantares e banhos. às 21h depois dos mais novos adormecerem tenho visto uma série com o Gonçalo e não prescindo desse momento. e se depois disso perceber que preciso de adormecer prometi que não me levanto para ir fazer outras coisas e deixo o corpo descansar. no meio dos horários caóticos do Pedro tentamos que o tempo em que está seja de qualidade, a dois, a três ou com todos. gostamos de brincar aos turistas e almoçar no meio da cidade.

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sobre acreditar, ou deixar de acreditar.

sobre acreditar

queria ter escrito ontem mas a verdade é que entre os putos, o sono e a necessidade de estar com o Pedro, mesmo que pouco tempo mas sem pensar em mais nada, não deixaram muito tempo para ligar o computador. mas este post estava a meio, com os carácteres alinhados e vontade de ser escrito.
fez ontem dois anos que conheci o Pedro. há dois anos [e um dia], depois de uma manhã de neura, escondida debaixo do edredon e com o meu telemóvel novo “morto” numa caixa de arroz, fui a pé até ao Príncipe Real. encontrei dois amigos que tinham feito esta tábua com a frase “a vida resolve-se sozinha”. gozámos com os direitos de autor e com os livros de auto ajuda. fomos beber um imperial com mais amigos e a neura foi passando. estava entre gargalhadas nessa tarde quente de Maio, depois de uma manhã de neura, com um telemóvel antigo mas que funcionava, quando recebi um pedido de amizade no facebook. o rapaz era giro, espreitei todas as fotos e aceitei. na verdade aceitei-o para a vida [mas só uns dias depois].
 sei que neste exacto momento há muitas miúdas [somos miúdas para sempre, tenhamos 20, 40 ou 70 anos] que deixaram de acreditar na sua história de amor. algumas acham que deixaram de acreditar no amor romântico assim mesmo, na sua plenitude e totalidade, outras deixaram de acreditar que sejam merecedoras da sua história.

maternidade o meu diário

diário de um detox [ou tentativa]

querido diário [será mais queridas leitoras]
escrevo-vos um pouco [vá, muito!] angustiada e aproveitando os últimos minutos de internet.
meu explico….
estamos nos Açores. vim com a família mais próxima em jeito de festa de aniversário, retiro e tempo em família. como sei que a minha mãe detesta que eu esteja sempre agarrada ao telemóvel, e como eu [mãe] detesto que o meu adolescente esteja sempre agarrado ao telemóvel, prometi que deixava o aparelho-do-vício em casa. ou seja, estou aqui quando acordo e quando regressamos. enchi-me de moral e impus as mesmas regras ao meu filho.
para mim é perfeito porque telemóvel é também sinónimo de trabalho e eu preciso mesmo de descansar mas confesso [e quem diz a verdade não merece castigo] que são 9h aqui e eu já estou com uma certa taquicardia porque vou largar o “bicho”.
vá Catarina, concentra-te em ser o exemplo!
meu dou notícias.

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