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alimentação dos bebés com 1 ano, descomplicar e outras soluções práticas

Há muitas teorias sobre a diversificação alimentar e a introdução de novos alimentos. Eu sigo aquilo que a pediatra me indicou. Apesar da Maria Luzia, assim como todos cá em casa, termos médico de família no nosso centro de saúde, há algumas questões mais técnicas que gosto de conversar com uma pediatra. Nisto da alimentação acho que cada pessoa deve seguir aquilo em que acredita, ou a pessoa em quem confia.
Independentemente das várias correntes, a alimentação dos bebés com 1 ano, mais mês, já é igual ao resto da família. Obviamente que estamos a pensar que a família come de forma equilibrada: sopa, proteína (seja vegetal ou animal de acordo com cada família), legumes, fruta, cereais, leguminosas.
Acredito que, seja para pequenos ou grandes, mas considerando que os pequenos, para além das questões nutricionais estão a educar o paladar, é importante apostar em alimentos frescos, sazonais e menos processados possíveis.
 
Mas também é preciso descomplicar a alimentação dos bebés
 

 
Na correria do dia à dia também é preciso descomplicar. Para isso devemos encontrar soluções práticas que nos facilitem a vida.
Hoje falo-vos novamente dos produtos da Nutribén, desta vez aqueles que estão indicados para esta fase da Maria Luiza (mais de 12 meses).

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O que levar na mala para uma semana de férias de verão?

quando temos miúdos deixamos de fazer apenas uma mala para as férias. temos de pensar naquilo que nos faz falta a nós, mulheres e mães, mas ainda temos de pensar – com mais força – naquilo que faz falta aos nossos filhos. no meu caso são 3. e, sejamos realistas, 3 é um número que exige uma gestão e organização tramadas – grande vénia a quem tem 4, 5 e por aí a adiante.
vamos assumir que nas férias não temos máquina de lavar roupa por perto! por isso a ideia é levar, maioritariamente, aquela que possa ser facilmente lavada à mão – tendo sempre uma opção extra, claro. quanto mais pequenas as peças, melhor. no caso da roupa de bebé isto torna-se mas fácil.
nota seguinte: não ir demasiado carregada, mas também não levar coisas a menos. esta é a parte difícil, mas com planeamento é possível. eu tenho uma lista. e partilho a preciosidade:
– 8 bodies – de manga curta ou mesmo sem manga, servem para tudo: para estar protegido na praia e mesmo para dormir. se acharem demasiado, sugiro então menos bodies e 3 pijamas frescos.
– 3 pijamas – para quem tem bebés e não gosta tanto de bodies como eu (a Maria Luiza dorme quase sempre assim) ou para quem tem miúdos mais pequenos que já vestem roupa com várias peças.
para os mais bebés os bodies são muito práticos.

viver saudável

Mulheres: o direito a ser mais do que reprodutoras!

mulheres

Homens e Mulheres são seres multidimensionais que merecem olhar para si mesmos e serem olhados pelos outros precisamente enquanto tal. Encerramos em nós inúmeras potencialidades que continuam a desafiar limites. É importante não nos reduzirmos nem nos deixarmos reduzir apenas a parcelas da nossa existência.
Enquanto Psicóloga Clínica e mulher confronto-me frequentemente com relatos e situações de invasão da privacidade e liberdade individual. Numa temática em particular, este trespassar dos limites pode revelar-se particularmente doloroso e desafiante: a questão de ter filhos.
Tenho acompanhado diversas mulheres em idade fértil que se confrontam com batalhas para conseguir engravidar, umas mais bem sucedidas do que outras. Outras mulheres enfrentam outro tipo de batalha: afirmar sem vergonhas que não querem ter filhos, independentemente de estarem numa relação amorosa ou não. Parecem-nos realidades muito distintas, ainda que ambas se toquem num mesmo aspecto: o sofrimento causado pela intolerância em seu redor.
Histórias reais
Diana – a luta por um sonho de maternidade adiado
Vou falar-vos da Diana (nome alterado), que tem 33 anos e luta há cinco anos para conseguir engravidar.

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a Maria Luiza brinca com tampas. e isso não é perigoso?

tampas

no post em que partilhei 10 factos nos 10 meses da Maria Luiza falei sobre um dos seus fascínios: as tampas. recebi várias mensagens a alertar para os perigos desta brincadeira – e algumas até a chamar-me irresponsável.
é verdade, a Maria Luiza brinca com tampas. quase sempre agarradas às garrafas mas às vezes soltas. tendo consciência de que aquele objecto cabe na boca da miúda só o faz quando estamos a olhar permanentemente para ela. imaginemos este cenário: estamos no restaurante e ela pega numa tampa pousada em cima da mesa, nessa altura eu deixo enquanto estou a observar, dizendo de forma firme “não” quando leva a tampa à boca. se tiver que atender o telemóvel ou enviar uma mensagem – sabendo que isto são realidades que me tiram a atenção – tiro-lhe a tampa da mão.
na minha opinião proteger as crianças de tudo o que é perigoso, é ainda mais perigoso.
dou outro exemplo: em minha casa há fichas que não estão protegidas. estão em locais onde a Maria Luiza não está habitualmente. na salinha onde trabalho posso deixar a miúda no chão a brincar sem estar a olhar permanentemente para ela. se a deixar gatinhar pelo corredor estou a olhar para ela e direi “não” quando a vir fazer alguma coisa errada.

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6 motivos que estão a impedir os miúdos de fazerem a sesta

sesta

há algumas horas [ou minutos, vá] em que Maria Luiza dorme. é nestes espaços de tempo que aproveito para trabalhar, responder a emails, tratar de assuntos da casa ou para fazer uma sesta também. nos primeiro meses foi difícil encontrar a rotina perfeita para ela – que não fosse contra a rotina de todos os que já cá estávamos em casa – mas agora as coisas estão muito melhores, mais calmas e mais estáveis.
no outro dia estava no computador e encontrei um artigo da Pure Wow que quero partilhar convosco, mães e pais de filhos que desesperam com o sono dos filhos. vamos conhecer seis razões [existirão mais mil] pelas quais os miúdos não dormem a sesta e algumas dicas para melhorar a situação. 
atenção: não esquecer que tudo isto são coisas normais de bebés e crianças. e a partilha em apenas como objectivo dar algumas ideias para que todos saiam a ganhar.
 
1. Problema: ansiedade de separação
Solução: rituais. o ser humano vive de hábitos, mais ou menos organizados. assim como nós temos [ou tentamos] ter uma rotina para dormir à noite, os bebés também precisam disto. ou seja: mantenham o ritual que antecede a sesta sempre igual, curto, doce e consistente. exemplos: um livro, uma música, as luzes apagadas e uma frase, como “boa noite”. obviamente que nem todas funcionam com bebés, mas algumas sim!
 
2.

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