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Perguntar a quem sabe: só tenho resultados se contar calorias?

contar calorias

Hoje o Nuno Martins do Online Coaching – um serviço que acompanha, motiva e ajuda pessoas a atingirem os seus objetivos – fala-nos sobre peso, sobre alimentação e sobre ter uma consciência real daquilo que comemos, ou seja, sobre uma noção realista de quanta energia estamos a consumir sempre que ingerimos um alimento. Contar calorias pode parecer excessivo, mas pode também ser uma boa ferramenta para ajudar a atingir objetivos. O principal é saber utilizar esta táctica de forma correta, sem obsessões ou fundamentalismos. Ele explica tudo!
 
Como falámos na publicação anterior, ser flexível não implica que uma pessoa conte calorias. Por outro lado, uma pessoa que conte calorias também não é obrigatoriamente flexível.

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O que vamos comer em 2018? 9 grandes tendências na alimentação

O que vamos comer em 2018? 9 grandes tendências na alimentação

Hoje falamos de alimentação (para não variar muito, já que comer é uma das minhas actividades  preferidas). A multinacional americana Whole Foods – que comercializa produtos naturais e orgânicos e é apenas umas das lojas que mais gosto no mundo inteiro (quando vou a Londres passo mais tempo dentro de Whole Foods do que em museus) – já avançou com aquelas que vão ser as grandes tendências da alimentação para 2018. Ou seja, conta-nos o que vamos comer no próximo ano.
Tudo coisas boas: maior transparência relativamente à industria de produção alimentar mais sabores vindos do Médio Oriente, bem como soluções cada vez mais avançadas para quem tem um regime vegan!
Não esperem pelo novo ano para começar a aplicar estas tendências. Fica a dica: aproveitem e experimentem.
 
O que vamos comer em 2018

Mais sabores florais

Há anos que várias estrelas da gastronomia utilizam pétalas comestíveis. 2018 vai ser um ano de inspiração floral, em que se vão adicionar cada vez mais flores e pétalas inteiras em pratos para dar-lhes sabores botânicos. De bebidas a lanches, esta tendência vai, subtilmente, dar um sabor e cheiro doce e fresco.
Novas formas de criar alimentos crocantes
Os snacks crocantes mantêm-se mas ganham novas formas através de tecnologias que geram um produto tufado, seco e estaladiço.

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alimentação dos bebés com 1 ano, descomplicar e outras soluções práticas

Há muitas teorias sobre a diversificação alimentar e a introdução de novos alimentos. Eu sigo aquilo que a pediatra me indicou. Apesar da Maria Luzia, assim como todos cá em casa, termos médico de família no nosso centro de saúde, há algumas questões mais técnicas que gosto de conversar com uma pediatra. Nisto da alimentação acho que cada pessoa deve seguir aquilo em que acredita, ou a pessoa em quem confia.
Independentemente das várias correntes, a alimentação dos bebés com 1 ano, mais mês, já é igual ao resto da família. Obviamente que estamos a pensar que a família come de forma equilibrada: sopa, proteína (seja vegetal ou animal de acordo com cada família), legumes, fruta, cereais, leguminosas.
Acredito que, seja para pequenos ou grandes, mas considerando que os pequenos, para além das questões nutricionais estão a educar o paladar, é importante apostar em alimentos frescos, sazonais e menos processados possíveis.
 
Mas também é preciso descomplicar a alimentação dos bebés
 

 
Na correria do dia à dia também é preciso descomplicar. Para isso devemos encontrar soluções práticas que nos facilitem a vida.
Hoje falo-vos novamente dos produtos da Nutribén, desta vez aqueles que estão indicados para esta fase da Maria Luiza (mais de 12 meses).

o meu diário viver saudável

voltamos a falar de alimentação. e podem bater-me porque como açúcar.

voltamos a falar de alimentação

eu sei que ter um blog é uma forma de exposição. e que quando nos expomos recebemos coisas boas (que são felizmente muitas e mesmo muito boas, e acho que as pessoas que me enviam mensagens de carinho nem imaginam como são importantes para mim). e quando nos expomos recebemos coisas menos boas. eu já disse isto antes: nunca gosto de críticas. sou uma pessoa normal e preferia que nunca dissessem mal de mim. até vos podia dizer que me é indiferente mas nunca é.
face às críticas há duas hipóteses. as críticas em que reconheço razão custam mais quando leio  mas depois são construtivas. as críticas que não compreendo enervam-me. umas mais, outras menos. e hoje voltamos a falar de alimentação.
nos últimos tempos a alimentação tornou-se um tema fracturante e cheio de fundamentalismos variados. assumo que, neste espaço a culpa até seja minha porque há quatro anos (já passaram quatro anos…) mudei a minha alimentação e partilhei essa fase aqui no blog.
quando perdi 15 quilos não me tornei fundamentalista mas tive que ser rígida. quando queremos perder peso temos que ser rígidos. isso aprendi. aliás aprendi muita coisa nestes quatro anos. e a principal é que a vida dá imensas voltas. poderia ir disto para uma conversa existencialista e poética mas é mais simples.

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comer bem e ser feliz: tartes com sabor a verão

guardei esta receita da  Márcia, do Compassionate Cuisine, há alguns anos. achei bom partilhar aqui no blogue agora porque me lembra o verão, o calor e as férias!
chamou-lhe mesmo tartes com sabor a verão! é uma sobremesa alegre, que podem fazer de duas formas: ou em tarteletes ou uma tarte grande. a massa é feita de raiz, tem frutas boas, e o recheio é muito simples: leva leite de coco e um adoçante natural. e prova que é mesmo possível comer sobremesas, sem prejudicar a saúde.
apenas uma chamada de atenção: tudo o que é em excesso faz mal, até receitas mais equilibradas e controladas.

Ingredientes para a massa da tarte
(faz 6 a 8 tarteletes ou 1 tarte média)
¾ chávena (90g) de farinha de trigo
¼ chávena (30g) de farinha de trigo integral
4 colheres de sopa de óleo vegetal não refinado (à vossa escolha)
1 chávena (120g) de amêndoa moída
4 a 5 colheres de sopa (60-75ml) de água fria
¼ colher de chá de sal
Modo de preparação
Pré-aquecer o forno a 175ºC (350ºF).
Numa tigela média, misturar a farinha, óleo, sal e a amêndoa moída. Misturar bem, e adicionar a água. Se a massa ainda assim estiver muito seca, adicionar mais 1 colher de chá de água. Dividir a massa pelas tarteletes ou colocar na forma da tarte. Com os dedos, pressionar a massa contra o rebordo, para formar a crosta.

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