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o meu diário viver saudável

gravidez. que creme tenho usado?

podia começar já com a conversa de que a idade torna as gravidezes mais conscientes mas vou um bocadinho atrás.
confesso: nem sequer me lembro se pus algum creme durante a gravidez do G.. mas passaram 14 anos. engordei, emagreci, passei por outra gravidez e voltei ao peso dos 16 anos. na gravidez do A. pus um creme hidratante qualquer. mas os 90 quilos não perdoaram [fiquei com duas estrias muito marcadas abaixo do umbigo].
assim que soube que estava grávida [mais velha e mais consciente] pensei que, desta vez, tinha que ter mais cuidado. para além da idade e da consciência esta gravidez trouxe-me – assim quase da noite para o dia, todo o peito que já não tinha [quando emagreci fiquei sem maminhas] e essa era mesmo uma emergência [já agora que voltem a ficar minúsculas mas com boa pele].
agora podem perceber porque tenho falado tanto na marca ISDIN. foi o meu médico que me falou no Velastisa Antiestrias [que já me tinha sido recomendado na farmácia].
comprei e tenho gostado muito. o Velastisa Antiestrias da ISDIN, para além de hidratar, é um potenciador de elasticidade pois tem centelha asiática, óleo de rosa mosqueta e outros ingredientes que conferem mais resistência à pele.

o meu diário viver saudável

gravidez. treinar ou não?

já sabia que, quando partilhasse vídeos a treinar, surgiriam as críticas. parei durante o primeiro trimestre porque o meu corpo pediu que parasse. recomecei os treinos às 11 semanas no Holmes Place, com a PT Inês Cardoso. reaprendi a encontrar o meu ponto de equilíbrio e as minhas limitações. acordei os músculos e faço treino específico para uma gravidez forte e tranquila. para além disso comecei a caminhar [cerca de 10km] dia sim, dia não.
durante as primeiras semanas seria impossível treinar porque os enjoos e as quebras de tensão não deixavam. e eu respeitei o corpo. em Janeiro treinava 6 vezes por semanas e estava a morrer de saudades do crossfit. ontem regressei: com calma, sem exercícios com impacto e com pesos limitados. treino com autorização médicas mas, e principalmente, com total consciência do corpo.
cada pessoa sabe de si e do seu corpo. na minha opinião, e dos médicos que me seguem  o que faz mal à mãe e ao bebé será uma alteração radical no estilo de vida da mãe. o meu corpo estava habituado a treinar e continuará a treinar com as devidas adaptações porque sinto necessidades delas. podem dizer-me: correr não faz mal mas se sinto desconforto a correr, não o faço. podem dizer-me nadar é que faz bem e eu posso partilhar uns estudos sobre as infecções vaginais em piscinas.

dieta das princesas viver saudável

atenção: comi bolachas e eram boas!

atenção, atenção: comi bolachas e eram boas!

quem me lê sabe [e quem já foi aos meus workshops ainda mais saberá] que um dos alimentos que cortei radicalmente da minha alimentação quando emagreci foram as bolachas. porquê? porque eu não sei comer duas ou três bolachas. porque aquela coisa crocante e saborosa me dá vontade de comer todas as bolachas que tiver disponíveis. a conquista do equilíbrio na alimentação passa também por conseguir comer sem esses ataques de compulsão mas, e principalmente, neste tipo de alimentos, passa por fazer as escolhas certas.
 
agora confesso-vos o meu problema: quando fiquei grávida [e terrivelmente enjoada] o meu corpo só pedia os alimentos que conhecia de outras gravidezes, ou seja, aquilo que comia antes de ter mudado a minha alimentação. quando acordava já tonta e cheia de vontade de voltar a deitar-me para não vomitar a única coisa que me apetecia era uma bolacha.
mesmo com as hormonas aos saltos e cheia de vontade de comer coisas que já não comia, não perco o hábito de ler os rótulos e de avaliar os ingredientes e a composição nutricional. 
num destes dias, lembrei-me que tinha na despensa umas bolachas novas – Nutrifibra da Proalimentar, que tinha recebido. na embalagem das bolachas integrais diz que são ricas em fibra, com 96% de cereais e 55% de cereais integrais. mas é preciso ler mesmo tudo.

dieta das princesas viver saudável

grávida. vamos falar do peso?

depois de emagrecer 15 quilos e sentir-me bem com o meu corpo tinha [tenho] medo de perder tudo isso. não posso generalizar porque cada corpo é um corpo e cada gravidez é uma história única mas – para mim, a gravidez é um desafio.
primeiro: nesta gravidez percebi que os “desejos” não são caprichos tontos, são mesmo vontades desesperadas em que apenas consegues imaginar comer determinado alimento.
segundo: estar enjoada e apetecer um pastel de natal, dá – em teoria, direito a comer três ou quatro. porque uma pessoa está grávida e não pode estar sem comer. porque o açúcar ainda é visto como uma forma de energia fácil e é disso que precisamos quando não conseguimos comer nada. porque há um grilo da consciência que, durante a gravidez, insiste em dizer “podes tudo”,
terceiro: chega de parvoíces! se somos aquilo que comemos maior ainda é a responsabilidade de estar a alimentar um ser em desenvolvimento.
 
aqui temos as três etapas porque passei desde que me senti grávida. acrescentemos que, por indicação médica, nas primeiras semanas, passei de treinar seis vezes por semana para não fazer coisa nenhuma.
a terceira etapa chegou depois da última consulta – há menos de quatro semanas, quando, para além de ver o meu peso em números assustadores, tive permissão para voltar a treinar.

viver mais com menos viver saudável

festas do nascer do sol? vamos a isso!

Ainda não seriam sete da manhã, a hora a que acordo todos os dias, quando li uma notícia sobre a última moda na capital da África do Sul: às cinco da manhã – num local secreto comunicado apenas aos participantes – realizam-se as Secret Sunrise.
São festas para dar continuidade a uma noite de exageros? Não! São sessões de ioga e dança para começar um dia de trabalho. Para estas pessoas, às sete da manhã, a hora a que acordo todos os dias, uma boa parte do dia está cumprida e ainda falta um dia inteiro.
Apesar de ser apologista de que cada pessoa deve respeitar o seu ritmo e a sua produtividade, defendo até que as empresas deveriam ter isso em consideração e permitir que as horas de trabalho fossem cumpridas em diferentes manchas horárias, de acordo com cada pessoa Não tenho dúvidas de que o ser humano foi naturalmente feito para acordar com o nascer do sol e adormecer quando já não há luz natural. E, dessa forma, trabalhar muito mais em dias de verão e fazer uma espécie de hibernação em dias escuros de inverno. Reconhecemos, na maioria, que o nosso humor concorda com esta ideia.
Eu assumo alguma inveja destas pessoas madrugadoras porque, quando consigo acordar antes das sete, treinar, adiantar contactos, terminar ou começar trabalho – ou apenas preparar as marmitas e os pequenos-almoços com calma – o dia corre muito melhor.

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