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dieta das princesas viver mais com menos

Porto [mais que] sentido I *

podem ler este post a ouvir esta música.
 
regressei ao Porto. na verdade, como já confidenciei muitas vezes, era capaz de viver naquela cidade. fomos em excursão na madrugada de sábado e chegámos à guest house My Ribeira antes das 10h. o lugar é especial e a cidade estava especialmente bonita e cheia de sol. fomos estrear o novo espaço do My Ribeira, uma cozinha [bar] absolutamente linda.

foram três workshops [Papas Real no sábado e no domingo, e o almoço vegetarino especial de Natal com a Isabel no sábado] cheios de coisas boas e de pessoas lindas.
o workshop vegetariano especial Natal em Lisboa será no dia 19 de Dezembro às 11h30 e ainda há vagas [papasreal@gmail.com].
 

 
foi muito bom. apesar de me ter custa o pouco tempo que tive para aproveitar a cidade, voltei com o coração cheio. tivemos tempo para rir muito, para passear, para ver a vista mais bonita do Porto, para passear na marginal [apesar do passo acelerado]. voltarei ao Porto assim que puder [digo sempre que sem workshops mas depois volto atrás porque também me sabe bem todo o carinho que recebo].
 

 
obrigada ao My Ribeira, por ser um lugar tão especial [quem estiver a pensar ir visitar ao Porto tome nota desta guest house].

maternidade o meu diário viver mais com menos

Londres, o fim-de-semana [II] e bom dia!

Londres, o fim-de-semana [II]

depois de um sábado cheio de chuva, domingo e segunda-feira foram dias perfeitos para passear. ser fotografada em ambiente de viagem, em que estou completamente descontraída, tem um resultado bastante interessante: estou quase sempre de trombas [é a minha cara de todos os dias] e consigo ver-me adolescente de 14 anos [não porque estou nova mas porque reconheço a minha imagem, aquele estar feliz sereno que não envolve nenhum sorriso].
 

 
voltámos a optar pelo bilhete de metro diário para conseguirmos ir a todos os sítios que queríamos. foi preciso muita racionalidade para não voltarmos ao Borough Market e repetirmos o menu do dia anterior. começamos o dia numa feira de velharias sugerida na TimeOut London e  seguimos para Camden. o passeio que mais gosto, atravessar o Regents Park e subir a Primrose Hill.
 

 
em Camden Market estava muita gente [demasiada, na verdade]. comemos comida asiática e mexicana mas não ficámos satisfeitos e fomos ao meu Whole Foods preferido, ali perto. tentámos ir até à Regents Street mas o cenário em termos de densidade populacional era idêntico. passeámos sem destino e entrámos em todas as lojas que nos apeteceu. já estava escuro quando conhecemos a Susana, ficámos a ouvi-la cantar.

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arrumar a casa. [a vida resolve-se sozinha mas a casa não V]

e agora: arrumar a casa. confesso que esta foi a minha fase preferida e, não fosse a vontade que tinha de mudar, podia estar muitos meses na fase das arrumações. confesso, arrumar é mesmo das coisas que mais gosto de fazer. depois da violência da mudança, é bom ver os objectos nos seus lugares, ver a casa a ganhar a nossa vida. a tornar-se nossa. para mim escolher, vender, trocar e dar é um processo fácil e libertador.
 
a Maria deu uma enorme ajuda e deixa as dicas desta fase da arrumação.
 

“A casa da Catarina era fácil, ou melhor, tinha uma base quase perfeita para se construir uma casa onde uma família de cinco [sete, vá] estivesse confortavelmente. Os tectos altos, o chão em tábua corrida, as portas de madeira. A luz, invejável por sinal e a divisão de quartos e interligação entre eles.
O desafio passou mais pela implementação dos, hábitos e acima de tudo tralhas de duas pessoas que se iam juntar pela primeira vez num só espaço. A ideia principal que nunca deve ser esquecida numa mudança, é a selecção.
– O que é essencial para o dia a dia;
– O que é emocionalmente importante;
– O que anda connosco há anos mas que nunca saí da caixa…(e que deve saltar fora assim que possível) ou que possam vir a ter algum uso na nova casa (peças antigas por exemplo).

maternidade viver mais com menos

reciclar [a vida resolve-se sozinha mas a casa não IV]

numa das primeiras viagens que fiz com o Pedro comprámos duas cadeiras em segunda mão – muito velinhas mas que, para nós, tiveram um enorme simbolismo. assim que arrendamos [e não alugámos, obrigada à leitora pela correcção] a casa deixámos as cadeiras na sala vazia.

eu, confesso, gosto de destralhar. gosto de arrumar, separar, dar, vender e trocar. os meus amigos brincam que sou a rainha-do-OLX [publicidade à parte]. o Pedro gosta de guardar e aproveitar, adora objectos antigos. eu, sem perder o meu lado prático e arrumado, durante esta mudança de casa fui ganhando o gosto por este mundo-com-histórias. o escadote antigo que se tornou a mesa de cabeceira mais bonita do mundo, depois de pintado de branco. as nossas cadeiras agora com cores lindas.
é possível ser mesmo minimalista e guardar objectos especiais? tenho a certeza que sim e, nesta casa, isso também significou poupança e momentos de partilha importantes.
não tenho dicas práticas porque sou uma aprendiz nesta arte de reciclar mas tenho a certeza que fiquei convertida [desde que seja pouca coisa!].
 
 
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