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como se explica a um filho: não, não comprei prenda de natal

como se explica a um filho

Está assumida e explicada a minha relação com o Natal: não detesto, não adoro, mas não consigo estabelecer uma ligação. Exactamente por isto não faço questão que os meus filhos, os meus rapazes, passem comigo estes dias. Se existe escolha – vicissitudes dos filhos de pais que não vivem juntos – então estejam onde a festa for mais animada e natalícia.
Regressada da viagem de fim de semana – gosto muito de viajar para fora do país nesta altura (também porque é mais barato) mas este ano, com uma bebé pequenina, preferi ficar por cá fomos até ao Algarve – fui buscar o meu filho Afonso. A caminho de casa contou-nos a prenda que tinha recebido, felizmente assim mesmo no singular porque como aquilo que queria mesmo não era barato, a família juntou-se para lhe poder concretizar o desejo.
Quando chegámos, e desculpem os mais sensíveis, mas apesar do miúdo acreditar no Pai Natal não lhe atribui qualquer crédito na parte das ofertas, perguntou-me:
– Tens uma surpresa (é assim que o meu filho chama aos presentes)?
Podia fingir que sou uma pessoa totalmente resolvida com as minhas opções não consumistas mas assumo que a pergunta me provocou alguma angústia. A minha opção de não comprar prendas é muito antiga e foi sendo gradualmente aceite por todos, mas o meu filho tem apenas cinco anos e ainda exige alguma sensibilidade na explicação.

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all i want for christmas is… cookies

sou suspeita porque adoro tudo o que a Joana cozinha. e adoro ainda mais toda a informação que a Joana tem sobre cada alimento e sobre a forma como eles se conjugam. pronto, sou uma fã assumida e queria ter a Joana todos os dias a cozinhar para mim. já que não é possível aproveito quando posso [têm visto os vídeo? a sopa de tubérculos – a minha preferida e que o Pedro aprendeu a fazer na perfeição, o iogurte de côco e frutos vermelhos, e o pequeno almoço paleo].
 
várias boas notícias nesta véspera de Natal enquanto prepararam a mesa da consoada.
 
primeiro aqui têm a maravilhosa receita de cookies. são uma perdição… mesmo! salva-me pensar nas excelentes propriedades de cada ingrediente *
 
segundo, se ainda vos faltam prendas de Natal ofereçam os livros da Joana, Detox Paleo, 30 dias para mudar de vida, e o Comer Bem, Crescer Saudável. se não for prenda que seja para vocês porque são dois livros fundamentais para quem quer fazer da alimentação um instrumentos de saúde.
 
terceiro, e podia ser já no próximo fim de semana porque já estou a sonhar com tanta comida boa, no dia 18 de Fevereiro às 10h, teremos um workshop Detox Paleo, assim qualquer coisa tipo “vamos recuperar de todas as asneiras do Natal e por ordem na nossa alimentação para sempre”.

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podemos poupar no Natal?

o LIDL desafiou-me para partilhar convosco aqui que torna o Natal mais simples. um dos maiores factores de stress do Natal é aquilo que gastamos. entao, para quem adora o Natal mas tem o orçamento limitado, ou apenas para quem gosta de ser mais controlado nesta época de consumo, aqui ficam algumas dicas de poupança:
1.ser racional quando compramos prendas 

quem gosta de dar prendas deve pensar em prendas úteis ou em alguma coisa que, quem vai receber, queira mesmo muito. quando as prendas são sinónimo de tralha, sem valor útil ou afetivo, são um desperdício de dinheiro. isto também serve quando a decisão é dar prendas apenas às crianças. e serve igualmente para o “amigo mistério”.
podem ver aqui e aqui algumas sugestões.
uma sugestão: se alguém de quem gostam muito precisa mesmo de um objecto mas este custa mais do que aquilo que podem pagar juntem um grupo de amigos ou familiares. mais vale receber apenas uma prenda mas ser aquilo que queremos mesmo.

2. ser racional nas compras no geral 
isto serve para o Natal e para o ano inteiro [aliás, como todas as dicas]. saber onde comprar produtos de qualidade e baratos é fundamental para a gestão do orçamento familiar.

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ainda temos hipótese?

há uns dias fomos almoçar só os dois. os rapazes estavam com os pais e a nossa menina ficou com a minha mãe. são apenas duas horas mas o primeiro pensamento é “vamos aproveitar!”, assim tipo adolescentes no primeiro dia de férias [acabo de ter uma memória muito forte dos primeiros dias de férias quando a escola era o meu principal – e único – motivo de preocupações]. estávamos a acabar de almoçar e demos por nós a mostrar fotografias da miúda um ao outro. brinquei: “caramba, isto já deu o que tinha a dar”. porque seria isso, em teoria, que diria a uma casal que aproveitasse a ausência da bebé para falar nela. e depois, de forma mais séria, pensei que a nossa vida mudou muito pouco desde que a Maria Luiza nasceu.
não nego que tenho falta de momentos em que possa não pensar. mas, a bem da verdade, não tenho disso desde que trabalho em casa. tenho saudades de passar uma manhã na cama com o Pedro, era raro mas era muito bom. agora só conseguimos 15 minutos mas sabe-nos por muitas horas. gostava de dormir mais mas nunca dormi muito bem, com ou sem filhos. queria treinar em horas certas mas os meus dias já eram caóticos. eu e o Pedro continuamos a fazer o que gostamos [pronto, menos sair à noite]. e estamos apaixonados, um pelo outro, e por esta sensação de família tão boa.

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filhos únicos [ou os meus dias]

na prática eu tenho três filhos únicos que têm irmãos de vez em quando. uma sorte para eles. uma trabalheira [das boas] para mim.
6h30 – Maria Luiza mama e adormece.
7h – sou apenas mãe do Gonçalo
7h40 – sou apenas mãe do Afonso até a maria Luiza acordar
9h30 – sou apenas mãe da Maria Luíza
entre as 16h30 e as 19h somos muitos e os finas de dia são sempre diferentes. ❤️
19h – enquanto o pai dá banho sou apenas mãe dos rapazes e trato dos jantares
20h – dou mama à Maria Luiza [sou quase só mãe dela porque os rapazes vêm perguntar várias coisas durante o processo de adormecer a miúda].
21h – sou apenas mãe do Afonso [esta é a hora que o Gonçalo aproveita para relaxar] e vou deitar, dar mimo e ler uma história
22h – sou apenas mãe do Gonçalo [embora o processo de deitar o filho grande não exija nada de mim, só controlar a medicação da asma]
22h30 – há sempre uma indecisão entre aproveitar para trabalhar e deitar-me aninhada ao Pedro [ganha quase sempre a segunda hipótese]. e o meu estado de “sou só namorada do meu homem” dura enquanto a miúda assim quiser [nunca tem hora certa].

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