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Quais são as melhores cidades para viver em família?

melhores cidades para viver

Adoro Portugal, adoro viver em Lisboa, mas também adoro viajar. Acho mesmo que poupar para passear fora do País é um investimento com benefícios maravilhosos. A nossa última viagem foi a Londres, onde passámos o Natal em família. Esta quinta conto-vos tudo ao pormenor, com muitas dicas práticas e sugestões de sítios para passear.
Em novembro de 2017 a Homeday divulgou um ranking com as 100 melhores cidades para viver em família. Nos critérios foram avaliados aspetos (numa escala de 1 a 10) como a segurança, o custo de vida, a poluição, o sistema de educação, transportes, poluição, a existência de espaços verdes, o emprego ou a felicidade dos habitantes.
Como é que se realizou esta investigação? A plataforma perguntou a centenas de pais quais é que são os fatores mais importantes para criar uma criança na cidade. Descobriram, por exemplo, que a capacidade para comprar uma casa o acesso a bons sistemas de ensino estão no topo das prioridades. A partir daqui, determinaram as principais categorias para o estudo, com as quais analisaram milhares de cidades do mundo. Assim seleccionaram as 100 melhores.
Partilho convosco os 10 melhores deste índice por dois motivos: podem estar a pensar em mudar-se e podem estar à procura de um destino urbano de férias, mas que seja “family friendly”.

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Porque detesto comer à mesa?

detesto comer

Porque detesto comer à mesa? Escolhi este tema exactamente porque nos últimos dias terão passado bastante tempo sentados à mesa com a família. É assim nas festas, não é? Em minha casa a probabilidade desde momento originar um clima de tensão horrível, daqueles com silêncio de cortar à faca, era bastante elevado. Aliás, como qualquer refeição onde o meu pai estivesse. Eu posso dizer-vos muitas vezes as saudades que tenho do meu pai e tudo aquilo que aprendi com ele mas também já aqui escrevi sobre os seus maiores defeitos.
O meu pai era um homem trombudo, assim sempre de mal com a vida. Isso mudou depois de ter ficado doente mas foi assim que vivemos com ele durante 21 anos. O meu pai era capaz das respostas mais brutas e juntamos a isso a minha querida mãe e a sua capacidade próxima dos recordes do Guiness de chorar. Assim sendo, no Natal e em todos os jantares da minha vida, juntavam-se o bruto e a sensível. Bastava a minha mãe chegar uns minutos depois da hora que o meu pai tinha estabelecido como “hora de jantar” – o que acontecia muitas vezes porque o horário da minha mãe era muito mais imprevisível que o do meu pai – e ele amuava. Assim sendo, já em silêncio, íamos para a mesa. Poucos minutos depois a minha mãe começava a chorar e uns minutos a seguir o meu pai levantava-se. Como eu detestava aquela tensão.

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5 dicas para aguentar os miúdos nas férias do Natal

férias de natal

Não há aulas. Os miúdos estão de férias. Há um misto de emoções entre a vontade de estar com os miúdos sem a logística do dia a dia e a realidades dos factos. Primeiro nem todos os pais têm férias quando os miúdos não têm escola. Segundo, muitas horas seguidos com crianças exigem gestão e criatividade. Ou arriscamo-nos a ver o lado negro da força.
Para os pais que trabalham fora de casa, a solução imediata passa por deixá-los com os avós, tios ou em atividades da escola [que é logo a primeira dica]. Mas, até para os fins de semana e feriados,  ficam 5 dicas práticas para passar pelas férias de Natal com o menor sofrimento possível – e aproveitar da melhor forma o tempo com a família.
 
1. Escola
Regra número um: para os miúdos que já andam na escola, é deixá-los lá sempre que estiver aberta nas férias. Toda a gente ganha: nós, pais, saúde e tempo para as nossas tarefas e eles, crianças cheias de energia, brincam com miúdos da idade deles, cansam-se, divertem-se e escusam de estar fechados o dia todo em casa. Por cá fazemos um 50/50. O Afonso faz um 50/50, vai os primeiros dias à escola e depois fica em casa (aproveitar para ir ver o pai e matar saudades das avós).
 
2. Dormir
Dormimos muito! Acordamos o mais tarde possível – o que não significa que seja, de facto, tarde, mas é mais do que o normal.

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O mau feitio da Maria Luiza

Mau feitio

Maria Luiza sorridente fez-se gente, ganhou mobilidade, e anda a testar se a birras resultam ou não.
Tenho duas experiências opostas: um filho mais maricas (choramingava quando estava chateado) que nunca fez uma birra e outro filho com poucas mas memoráveis birras. Para que o currículo fique completo aqui tenho a miúda que faz todas as birras a que tem direito assim que é contrariada. A grande vantagem de ser o terceiro é que já conheço a fase, não cedo (e imploro aos irmãos que não cedam) perante as lágrimas de vítima da princesa, e sei que só tende a melhorar.
Ainda esta manhã – comigo a tremer de frio e muito agoniada (consequência da preparação da colonoscopoia) – a miúda esteve super calma, a brincar sozinha. Bem, na verdade tudo isto foi possível porque o Afonso esteve em casa. Maria Luiza é filha de família grande e prefere mil vezes quando os irmãos estão e quanto mais gente em casa melhor.
Naturalmente que é diferente passear uma Maria Luiza sempre sorridente ou passear a actual Maria Luiza mau feitio. Parece que uma pessoa se sente obrigada a justificar “é uma fase”, ou fazer gracinhas “é assim, é menina, tem a mania que é diva”, “é mau feitio”.
Há putos que choram e fazem birras. Não é apenas uma questão de educação (assim como há putos que dormem a noite toda e outros que acordam vezes sem conta).

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5 dicas para tornar o Natal mais suportável (com direito a vídeo)

natal mais suportável

eis que falta pouco mais de uma semana para o Natal. já contei aqui no blogue que não sou grande amiga desta época, das árvores, do consumo desenfreado e tudo mais. mas também já deixei de dizer que “odeio o Natal” – sou só um pouco incompatível com estes dias de dezembro. com miúdos a coisa muda. hoje o vídeo é sobre isso: o Natal e as técnicas que utilizo e sugiro para que ele se torne melhor, com sugestões para tornar o Natal mais suportável.
 
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