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Desejamos que não apareçam mas há solução! Falamos de aftas

Falamos de aftas

hoje falamos de aftas. lembro-me de ter 5 anos e de passar uma semana sem comer com a boca cheia de feridas. também me lembro de implorar para que a minha mãe me desse uma taça de arroz, doeu imenso mas soube-me pela vida. não vos vou falar desta característica que já conhecem – a minha fome devoradora – mas sim do problema: as aftas.
eu sempre tive tendência para ter aftas e o Afonso também. como filha tive quem cuidasse de mim, do Afonso tenho que cuidar eu e sei a luta que é preciso para tratar aftas. porque implica que abram a boca e é exactamente aí que dói.
estamos cá a desejar que a Maria Luiza não precise mas pelo menos já tenho solução.
o Aloclair® é um produto para tratar as aftas que pode ser usado em crianças e bebés de todas as idades. o gel e o spray são exactamente a resposta à dificuldade em tratar os mais pequenos porque são muito fáceis de ser aplicados. os bebés e crianças mais pequenas não conseguem fazer o bochecho, o que é necessário com a utilização da solução.
já sabem que, com isto dos tratamentos para coisas menos boas, estamos sempre a pedir que nunca sejam necessários, mas é bom conhecer novas soluções e que sejam eficazes.

PubliPost viver saudável

saber escolher aquilo que comemos [e bebemos]

saber escolher

saber ler os rótulos é um exercício básico para comermos bem. seja nos dias de equilíbrio, seja nos dias em que decidimos que vamos comer tudo aquilo que nos apetece. eu já comi muito mal. e de forma inconsciente. tenho muita tendência para comer de forma emocional, com maus alimentos e de forma compulsiva – às vezes, sobretudo quando estou cansada piora muito. obviamente que o mundo não acaba. mas prefiro os dias calmos e equilibrados.
fico feliz por saber que temos uma consciência alimentar cada vez mais forte. as pessoas estão mais atentas, preocupam-se e isto tem repercussões em várias camadas da sociedade, incluindo nas próprias marcas que se adaptam e fornecem produtos que vão ao encontro daquilo que as pessoas procuram.
no outro dia falávamos de refrigerantes e sobre o seu consumo estar certo ou errado. sou zero apologista de pensamentos radicais e fundamentalistas. somos pessoas, temos vontades e temos desejos. e, de vez em quando, devemos ceder, até quando se trata de refrigerantes. aquilo que interessa é saber escolher.
eu vou querer escolher os que têm menos açúcar. daí a tal importância de ler os rótulos. se lermos os rótulos dos refrigerantes, facilmente vamos conseguir ver aqueles que nos fazem pior ou menos mal.

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o que devemos saber sobre os produtos que pomos na nossa pele

devemos saber

temos à nossa disposição milhares de cremes de tratamento de pele e de rosto. mas nisto de usar cremes há muitos factores a ter em consideração: devemos saber aquilo que estamos de facto a aplicar na nossa pele e ter a noção de que há compostos a serem absorvidos pelos nossos poros e que entram no nosso organismo.
o que é que eu quero dizer com isto? que procuro sempre os produtos mais naturais e com menos químicos possíveis. a Bioten é uma dessas marcas. mistura compostos que existem na natureza com a tecnologia dermatológica mais avançada. tem cremes e várias opções de limpeza e de hidratação que prescindem de químicos como parabenos, parafina ou corantes. além disso, não faz testes em animais e todos os produtos são testados em laboratório.
e não será tudo isto tão importante como o resultado que os produtos têm na nossa pele? 
como já vos tinha falado noutro post, a Bioten é uma marca com excelentes preços, à venda nos supermercados. existem produtos para peles maduras (35 – 45), para as primeiras rugas (35 – 45) e para peles mais novas, que só precisam de hidratação (20 – 35). tudo isto para cuidar e lavar o rosto, para as mãos e para o corpo. mas vamos por partes.

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manual prático para ir de férias com filhos

férias servem para descansar, para desligar e para recarregar. a ideia não é voltarmos mais cansadas do que quando fomos. quando se trata de viajar com os filhos [principalmente quando são pequenos] há sempre possibilidade de isto acontecer. o truque está em planear e em prever situações.
e porque estamos no verão e a temporada das férias está a chegar, aqui ficam as minhas dicas práticas para aproveitar o descanso em família. todos felizes. todos relaxados.
para onde ir?
desaconselho países tropicais quando ainda há bebés que levam tudo à boca e que, ao lavarem os dentes, ainda não sabem cuspir a água. de resto, é como for melhor para os pais. o que interessa é que eles tenham a máxima facilidade em simplificar. assim, vão cansar-se menos e relaxar mais com a família toda.
a ideia é andarem sempre todos juntos? ou é suposto os pais terem algum tempo só para eles? para estas decisões importa muito, por exemplo, o tipo de hotel, bem como o destino.
exemplos: se forem para um resort possivelmente vão ter monitores que acompanham as crianças e atividades durante o dia. por outro lado, se forem para uma casa ou para um centro urbano, vão andar sempre juntos.
quando os destinos são de praia, aconselho a que o hotel ou a casa que escolheram tenha ligação direta ou que seja perto da praia. facilita muito.
como viajar?
de avião, de carro, de comboio.

o meu diário PubliPost

o dia em que percebi porque é que as lentes dos óculos são tão caras

mulher

uso óculos há 28 anos. aliás recordo com todos os pormenores o dia em que fomos ao médico e soube que tinha que usar óculos. passei a detestar a professora de piano que responsabilizou os meus olhos em vez da minha alta de jeito para ler a pauta. chorei alguns minutos e depois passou. melhor ainda, depois afeiçoei-me à imagem com óculos e passaram a ser um objecto de estimação. adoro óculos. adoro comprar óculos.
outras das memórias que guardo, aliás porque continua a ser uma realidade é o facto das lentes serem tão caras. antes tarde que nunca, ao fim de 28 anos percebi.
há umas semanas visitei a fábrica da Essilor e fiquei impressionada. estava ali a resposta à minha questão sobre o preço das lentes: aquilo é um mundo de tecnologia do mais sofisticado que possam imaginar. é um laboratório à séria, enorme. podem rir mas no meu estado actual de cansaço, para além das máquinas futuristas que fazem as lentes, aquilo que mais me espantou foi a organização – tipo: como é que no fim sabem para quem é cada lente.
no final conversámos um bocadinho sobre tudo aquilo que actualmente é feito neste mundo da visão. confessei que faço parte das pessoas que – num momento mais difícil em termos de dinheiros – comprei uns óculos sem qualquer tratamento e arrependi-me para o resto da vida útil daquelas lentes.

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