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o meu diário

Easy [4]

Ontem o J. fez 3 anos. A G. está quase a nascer. Senti-a na barriga da mãe. A mãe do J. e da G. continua a ser a mesma menina loura que convidei para sentar-se na minha mesa no 11º ano. Continua a a ser a mesma mulher linda que levei à porta da igreja. O B. chorou quando a viu. Nunca vi um homem comever-se daquela forma com a beleza da menina que seria sua mulher. Olhou exactamente da mesma forma quando os apresentei e lhes disse que, um dia, seriam namorados. Um dia. Olhou-a com a mesma ternura num momento mau enquanto lhe segredava que um dia teriam muitos filhos. Um dia. Fui feliz quando lhes adivinhei o primeiro beijo. Quando me disseram que era namorados. Quando me pediram para ser “madrinha”. Quando ficaram grávidos do J. e depois da G.. Quando o J. nasceu. Ontem depois de mimar a S. e a G., depois de pegar no meu J., abracei o B..

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Easy [3]

Depois da preocupações resolvidas [acho que foi a primeira vez que fomos às urgências sem febre nem falta de ar], passamos o domingo em casa. Desarrumas todos os brinquedos, jogas Nintendo enrolado no edredon. Comemos palitos de chocolate apesar das minhas eternas promessas de domingo-em-jejum. Aprendemos o “E” grande, procuramos o “d”, praticamos o “m”. Trocamos mimos, oferecemos beijos e pedimos abraços.

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Easy [2]

Contraiando o meu horóscopo-assustador-que-acerta-sempre fui às compras ao fim da tarde e deliciei-me com pão quente e colheres repletas de Nutella. À meia noite estava a jantar com a minha Estrelinha: repetimos o nan. A noite foi tão deliciosa como as colheres repletas de Nutella: repleta de conversa fácil e amigos de sempre. Ás cinco da manhã comi o pãozinha que restava com Nutella, desta vez barrada com a faca. Acho que exagerei. Devia fazer o que o meu horóscopo manda. Sempre.

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