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Supernanny da SIC e um mea culpa

Supernanny‬

Primeiro que tudo saibam que não vi o programa Supernanny‬.

Porque – actualmente – quase não vejo televisão – já tenho ecrans suficientes na minha vida e quando tenho tempo prefiro estar deitada a adiantar trabalho. Porque já conheço o formato porque vi episódios de outros países e não gosto. Na versão britânica sempre achei aquilo muito encenado, ao ponto de questionar a veracidade da coisa.

Não concordo com as bases da educação que, no geral, e segundo o que li, ali são dadas, apesar de reconhecer que algumas dicas poderão funcionar. Há casos e casos. Mas não acredito que poderíamos solucionar questões tão profundas de uma dinâmica familiar com uma intervenção pontual.

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Estava no segredo dos deuses mas agora já chega!

segredo dos deuses

Não me sinto escritora mas escrevo livros. São assim como um conjunto de apontamentos que quero partilhar com o mundo. Estava no segredo dos deuses e agora já chega! Aqui está ele. o meu livro novo.

“Ser Feliz Todos os Dias” é a partilha de uma decisão e do trabalho que tenho feito para ser coerente com ela. Não é fácil, não é todos os dias, mas é possível.

Ao longo deste livro vão poder encontrar os temas com os quais me debato nesta tentativa diária de ser feliz todos os dias.

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Haters que me amam

haters

Já sei que devíamos dar pouco tempo de antena a estes temas. Mas há dias e dias e em alguns destes não conseguimos gerir da mesma forma. Isto é o meu diário por isso, enquanto estamos a dar os últimos ajustes à versão amarela, aqui fica o meu desabafo.

Há um blog de dizer mal. Não ponho o link porque tento não dar visitas mas, de vez em quando, recebo mensagens a dizer que desta vez a visada sou eu e não resisto. O formato do blog é com quem o escreve. Isto da internet é liberdade para o bem e para o mal (para dizer bem, para dizer mal, para fazer o bem e para coisas com que não concordamos). Não tenho nada contra o formato do blog, mesmo quando fala mal de mim. É uma consequência normal da exposição. E se for bem feita tem graça. Penso que a capacidade de escrita do autor do blog poderia ser usada de forma mais interessantes mas isso é com o anónimo em questão.

O melhor do tal blog são os comentários. Foi na caixa de comentários que encontrei o maravilhoso mundo dos haters que me amam. Ora vejamos, estes anónimos comentadores sabem tudo sobre a minha vida.

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Aceitar o corpo que tenho (aceitação não é desleixo)

aceitar o corpo que tenho

Neste fim de semana passei pelo espelho que me fez companhia em tantas fotografias quando estava mais magra e com o corpo definido e depois no crescimento da minha barriga de grávida. Olhei e percebi que não tenho tirado muitas fotos. Tirar auto-retratos (selfie, como agora o estrangeirismo obriga) é um exercício egocêntrico. Verdade! Mas é por isso mesmo uma forma de curar feridas e encontrarmos os ângulos em que gostamos da nossa imagem. É aceitar o corpo que tenho.
Neste fim de semana percebi não tenho registado a minha imagem. Porquê? Porque não gosto de me ver com mais uns quilos, os olhos cansados e a pele mais flácida. Mas não sou eu que defendo a aceitação? Não sou eu que grito ao mundo a necessidade de gostarmos de quem somos? Neste fim de semana percebi essa imensa incoerência. E prometi resolvê-la. Não apenas em teorias escritas mas em exercícios práticos.
Talvez ter tido uma rapariga que tenha tornado muito mais sensível a este tema da aceitação do corpo e da imagem. Muita para além das questão da minha própria aceitação. Tenho medo dessa pressão do crescimento da minha rapariga.
Como me dizia uma amiga: “não aguento as redes sociais, as corridas, os treinos, o ioga, e as refeições perfeitas e orgânicas”. E fiquei a pensar nessa linha tão ténue que separa a motivação da pressão.

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aceitação não é desleixo *

* este título é para o post de amanhã (sim, vamos falar de aceitação) mas podemos começar pelo fim. treinar faz bem à saúde. não serve para compensar ou “pagar” aquilo que se comeu. treinar não é castigo, é prazer. e que treinar não seja um sacrifício mas a consciência do privilégio de dedicar algum tempo a tratar do corpo (isto parece resolução de ano novo). e que treinar seja possível de conciliar na correria dos dias. digo mais: que treinar desse direito a redução no horário de trabalho.
não vão em modas. procurem aquilo que vos dá prazer, que vos cansa o corpo mas descansa a cabeça.
e, quando o orçamento deixar, comprem uma roupa nova.
ficam as sugestões (para verem melhor cada artigo basta clicarem em cima).

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