Author / Catarina Beato

o meu diário

As nossas rugas contam a nossa história…

Revitalift de L’Oréal Paris desafiou-me a contar a história por trás das minhas rugas. Foi muito fácil falar da história destas rugas que herdei do meu pai e que agora vejo na expressão da minha filha.
São estas as rugas que me definem, que juntam as saudades que tenho do meu pai ao sorriso imenso por ser agora mãe de uma menina.
As nossas rugas são parte de nós e contam as nossas histórias. Na verdade são também aquilo que nos define e por isso devemos cuidá-las todos os dias.
 
Em parceria com Revitalift de L’Oréal Paris desafio-vos a contarem também a vossa história.
Saibam mais aqui: http://www.lorealparis.

maternidade

dá trabalho mas compensa: a amizade depois da separação

Na escola, um dos meninos da turma chorava porque tinha visto os pais discutir. A professora, numa tentativa de o acalmar, garante que é normal e que de certeza já tinha acontecido a todos os colegas da sala. A todos menos a um. Gonçalo levanta o dedo e responde. “Mas eu nunca vi os meus pais zangados.” Nem mesmo quando viviam na mesma casa sem nunca partilharem cama ou quando, já separados, cada um assumiu novas relações.
Catarina e Diogo não fazem magia, mas há quem lhes peça alguns dos seus truques para que se mantenham melhores amigos depois de uma separação. “Já éramos amigos antes de sermos namorados, não há por que mudar isso”, resume Catarina, de forma prática…
 
podem ler tudo no jornal I. uma conversa sobre casais que ficaram amigos depois da separação. um desafio que às vezes dá trabalho mas compensa. muito.
[adoro a foto tirada em dois minutos quando estávamos em hora crítica, eu já com pijama e os miúdos antes do banho. adoro olhar e ver-nos exactamente como somos. obrigada ao João Girão.

maternidade o meu diário

mãe de uma menina…

mãe de uma menina

um dia vais achar que eu sou uma chata, que nunca tenho razão, que os calções não são tão curtos como eu digo, nem as pessoas como quem falas na internet são tão perigosas como eu pinto, vais suspirar e revirar os olhos, vais tentar fechar a porta do quarto [desculpa mas cá em casa isso não se faz], vais chamar-me nomes no chat com a tua melhor amiga. um dia vou ensinar-te que “a chata” está sempre aqui, quando refilares, quando me abraçares, sempre que quiseres. sou mãe de uma menina. e ainda bem.
 
na verdade este texto é para a minha mãe. ela perceberá de certeza cada palavra.

maternidade viver mais com menos

carregar o amor [ou simplificar]

com o Afonso foi uma necessidade: o Gonçalo tinha oito anos de mãe só para ele e estava sozinha com os dois. entre pano e sling ia comigo para todo o lado, em casa adormecia colado a mim e ali ficava enquanto eu ajudava o irmã com os trabalhos de casa ou fazia o jantar. com a Maria Luiza comprei logo um pano elástico [o mais apropriado para recém nascidos]. como o Pedro esteve em casa durante quatro meses a necessidade de libertar as mãos não foi tão urgente como há cinco anos. para além disso a Maria Luiza adorava a alcofa do carrinho.
mas no final do ano, quando comecei a organizar-me para os próximos anos a trabalhar e ficar com a miúda em casa, percebi que precisava de alternativa ao colo e ao carrinho para a dinâmica dentro e foi de casa. acho que nisto – como em tudo o resto na aventura de ter filhos – é preciso simplificar. cada mãe e cada pai sabe aquilo que lhe dá mais jeito. eu gosto muito de ter os miúdos alapados a mim.
Desde a Antiguidade que existem métodos ancestrais, simples mas funcionais, como o pano. Em todos os continentes, em vários países, em diversas culturas, podemos assistir à prática comum e natural de mães a transportarem os seus bebés em panos, em Mei-Tais ou slings.

maternidade o meu diário

gostar sem mas *

reencontrei esta publicação do instagram [no dia do nosso casamento]. comovo-me quando me lembro deste dia [e deste abraço]. também me comovo no abraço que me dás quando chegas a casa e eu me sinto a menos interessante das criaturas, a cheira a bolsado e a brócolos cozidos [acho que não há pior e nem sequer foi porque os comi mas sim porque estive a preparar o jantar dos miúdos], descabelada e cansada. e comovo-me quando me arrasto do quarto dos miúdos – naquele momento maravilhoso [e curto] em que os três dormem e me agarro a ti com muita força antes de adormecer também.
 
*um post dedicado a uma amiga de quem tinha muitas saudades.

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