Author / Catarina Beato

viver família

Ainda a Supernanny Portugal. Ou as muitas supernannys em Portugal.

Supernanny portugal

Primero que tudo destaco uma vez mais que, apesar de não ter visto o programa, conheço o formato noutros países, vi pequenas partes deste episódio Supernanny Portugal, e detesto. Não acredito em nenhum destes formatos salvadores sem seguimento futuro (pensemos nos gordos que voltaram a ser gordos). Impressina-me pelo aproveitamento da fragilidade de quem participa, até a nível monetário (a mãe terá recebido um valor mínimo que para ela será um balúrdio porque precisa). Obviamente com a agravante que aqui existe a agravante de estar uma criança envolvida.  E também porque a forma de educar não é aquela em que acredito.

Por mim acabem com o programa. E juntem outros pelo caminho.

A questão é que perante uma forma de educar aparecem logo centenas de críticas de mães e pais irrepreensíveis.

o meu diário

Supernanny da SIC e um mea culpa

Supernanny‬

Primeiro que tudo saibam que não vi o programa Supernanny‬.

Porque – actualmente – quase não vejo televisão – já tenho ecrans suficientes na minha vida e quando tenho tempo prefiro estar deitada a adiantar trabalho. Porque já conheço o formato porque vi episódios de outros países e não gosto. Na versão britânica sempre achei aquilo muito encenado, ao ponto de questionar a veracidade da coisa.

Não concordo com as bases da educação que, no geral, e segundo o que li, ali são dadas, apesar de reconhecer que algumas dicas poderão funcionar. Há casos e casos. Mas não acredito que poderíamos solucionar questões tão profundas de uma dinâmica familiar com uma intervenção pontual.

o meu diário

estava no segredo dos deuses mas agora já chega!

segredo dos deuses

Não me sinto escritora mas escrevo livros. São assim como um conjunto de apontamentos que quero partilhar com o mundo. Estava no segredo dos deuses e agora já chega! Aqui está ele. o meu livro novo.

“Ser Feliz Todos os Dias” é a partilha de uma decisão e do trabalho que tenho feito para ser coerente com ela. Não é fácil, não é todos os dias, mas é possível.

Ao longo deste livro vão poder encontrar os temas com os quais me debato nesta tentativa diária de ser feliz todos os dias.

o meu diário

haters que me amam

haters

Já sei que devíamos dar pouco tempo de antena a estes temas. Mas há dias e dias e em alguns destes não conseguimos gerir da mesma forma. Isto é o meu diário por isso, enquanto estamos a dar os últimos ajustes à versão amarela, aqui fica o meu desabafo.

Há um blog de dizer mal. Não ponho o link porque tento não dar visitas mas, de vez em quando, recebo mensagens a dizer que desta vez a visada sou eu e não resisto. O formato do blog é com quem o escreve. Isto da internet é liberdade para o bem e para o mal (para dizer bem, para dizer mal, para fazer o bem e para coisas com que não concordamos). Não tenho nada contra o formato do blog, mesmo quando fala mal de mim. É uma consequência normal da exposição. E se for bem feita tem graça. Penso que a capacidade de escrita do autor do blog poderia ser usada de forma mais interessantes mas isso é com o anónimo em questão.

O melhor do tal blog são os comentários. Foi na caixa de comentários que encontrei o maravilhoso mundo dos haters que me amam. Ora vejamos, estes anónimos comentadores sabem tudo sobre a minha vida.

viver família

eu vejo os youtubers “tontos” como uma forma de liberdade

youtubers

No entanto, eu vejo os youtubers “tontos” como uma forma maravilhosa de liberdade. No meu tempo existiam os populares e não populares. Já perceberam que muitos destes youtubers são os não populares do nosso tempo? E são populares, e têm sucesso. Não são desportistas, não são magros, não são os mais bonitos mas podem ser uma referência. Eu acho isso libertador. E digo-vos, no feminino, que existem um mundo de empoderamento de raparigas adolescentes que não se enquandram nos padrões dito de “perfeição” e que contribuem imenso para as questões da aceitação.

Sigam-me no Instagram

1
Something is wrong.
Instagram token error.