Author / Catarina Beato

amor

5 coisas que aprendi com o casamento

Estar casada: 5 coisas que a vida com o Pedro me ensinou

As meias num canto do chão. A toalha molhada noutro. Isso é importante? Eu defendo que há guerras que mais vale não comprar. Estar casada não é só unicórnios a saltar em cima de algodão doce. As relações dão trabalho, requerem diálogo e partilha de tudo. É importante não deixar nada por dizer – sejam assuntos maus ou bons (muito importante nunca deixar nada de bom por dizer!).
Sou casada há três anos – com o homem da minha vida que encontrei aos 37 – e estou longe de ser uma especialista no assunto. Mas decidi criar uma espécie de consultório sentimental e responder à pergunta que eu mesma coloquei: o que é que já aprendi sobre a vida de casada?
Nota: podem começar a enviar sugestões de temas para os vídeos.
 
Por falar em casamento, já nos viram as nossas lindas fotografias vestidos de noivos? Relembrem também a nossa primeira aventura num motel.

vida saudável

O que nos faz odiar o trabalho?

Odiar o trabalho

No livro Ser Feliz Todos os Dias falo sobre aceitação e mudança. Não são conceitos contraditórios, são aliados para que possamos encontrar o lugar onde queremos estar. Um dos principais motivos de insatisfação das pessoas é o emprego (infelizmente porque é o lugar onde passamos a maior parte do nosso tempo). Mas afinal, o que nos faz odiar o trabalho? A psicologia explica. E está na nova MAGG.
O emprego é crucial para o bem-estar. Mas pode ser negativo, se interferir com dimensões relevantes da vida – que vão muito além do salário.

maternidade

O que acontece quando a princesa e o príncipe não são felizes para sempre?

mediação familiar

Calma! As coisas nesta castelo estão bem (e a princesa já nem sou eu). E assim faremos para que continuem porque quem achar que muito amor basta está completamente enganado. Isto dos contos de fada, histórias de amor para sempre e outros finais felizes dão muito trabalho.

Nem sempre as coisas no meu castelo correram como imaginei. Wxistiram roturas e recomeços que não imaginei. Já escrevi sobre isso: dá trabalho mas compensa, a amizade depois da separação. Os filhos merecem esse trabalho todo. E nós também.

Como escrevi na semana passada, a família no momento da ruptura sabe muito pouco. Eu escrevi que cada família é um caso. Não que sabem a solução. Sabem apenas o que sentem.

Por tudo isto estou muito consciente da importância da mediação familiar. E deixo as restantes palavras a quem percebe mais disto do que eu.

amor

Mais alguém gosta de inventar histórias sobre quem está à sua volta?

Inventar histórias

Detesto tirar conclusões sobre pessoas que não conheço porque detesto que façam o mesmo comigo. É a tal coisa de passarem por mim pela rua, eu com a trombas habituais, e dizerem que não sou feliz. Sabem lá!

Mas às vezes, quando estou muito tempo a olhar para as pessoas, consigo imaginar-lhe as vida, inventar histórias e tento adivinhar o que sentem. Nunca saberão quem são nem aquilo que concluí sobre eles por isso é um exercício inofensivo.

tendências

Meik Wiking: “É difícil para os jovens serem felizes por estarem expostos às redes sociais”

O guru do Lykke (que significa felicidade) – que mudou de vida para estudar a felicidade e mais tarde criar o instituto – inclui informação com suporte de estudos realizados por todo o mundo (onde se conclui que Portugal é um dos países com os pais mais felizes do mundo, por terem uma rede de suporte maior, muito suportada pelos avós, e por terem mais tempo livre e liberdade). Fica a entrevista a Meik Wiking.

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