o meu diário viver família

meus bebés… [bom fim-de-semana]

hoje falo sobre os meus bebés. quando o Afonso nasceu percebi que o Gonçalo já era crescido. e era mesmo, com quase 9 anos. continuava a querer a minha atenção mas já não era o meu bebé, filho único ou não. ficaria até chateado se lhe chamasse isso. quando a Maria Luiza nasceu o Afonso ainda era o meu bebé, continua a ser. e continuará até me proibir de o tratar assim [ele sabe ler por isso já pode pedir-me que nem ser o escreva]. o Afonso é o irmão protector da sua menina mas [também] é o meu bebé.

eu sou filha única. mas não tenho qualquer dúvida que o melhor que dei na vida aos meus filhos foram os irmãos. ciúmes? talvez existam mas eu nunca os senti. sinto-os protectores uns com os outros e [felizmente e quando necessário] contra mim. mantenho a regra em que vou acreditando: dar atenção a cada um como dava antes. e tentar – como aprendi com a Sónia – que se sintam filhos únicos sempre que possível.

este é um post lamechas e apaixonado pela família que tenho. dá muito trabalho, é um desafio constante, mas é infinitamente doce. são todos os meus bebés [desculpa filho grande].

 

[e para que seja mesmo lamechas, estamos todos de igual nas fotos com as túnicas da Baunilha, são lindas, perfeitas para o dia da mãe e para os outros todos. nota: o meu adolescente foi poupado a isto 🙂 ]

Comentários (1)

  • […] lhe agradeço por serem meus amigos, por me conhecerem e respeitarem. cresci no dia em que fui mãe, de formas diferentes, angustiada e sôfrega, calma e independente. obrigada pela forma como […]

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